terça-feira, 27 de agosto de 2013

Dos barcos

Herbert Barnard John Everett, The ‘Cutty Sark’, Bow View (1869 - Link)
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«(...) comigo os barcos não sofrem quando vão para o desmantelamento, porque, enquanto espero pela maré cheia, falo com eles, falo-lhes de todos os portos que tocaram, de todas as línguas que ouviram, de todos os marinheiros, de todas as bandeiras. Os barcos são animais nobres e chegam conformados ao paraíso do trabalho».
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Luís Sepúlveda, As Rosas de Atacama, Edições Asa, p. 23.

2 comentários:

Presépio no Canal disse...

Gosto muito, muito de barcos. Se pudesse, tinha um.
Bjns!

Margarida Elias disse...

Obrigada Sandra, pelos teus comentários todos. Quando publiquei este post lembrei-me de ti, porque já sabia que és uma apaixonada por barcos. Bjns!