quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Sobre a luz

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«Todos aqueles que a fortuna pôs em evidência, que se distinguiram como agentes e participes de um poder alheio, somente gozaram de reputação e viram as suas casas cheias de visitantes enquanto em posição de destaque: assim que desapareceram, rapidamente foram esquecidos. Em contrapartida, o apreço que se dá aos homens de génio cresce sempre; e não são apenas eles que recebem homenagem, mas tudo quanto está ligado à sua memória.
(...) Tu atribuis uma certa grandeza ao tipo de vida que deverás abandonar; embora tenhas uma antevisão da vida sábia e tranquila a que irás aceder, o brilho aparente da vida mundana continua a atrair-te, como se o facto de abandonares a sociedade equivalesse a caíres numa vida de obscuridade completa. Estás enganado, Lucílio: passar da vida mundana à vida da sabedoria é uma ascensão! A luz distingue-se do reflexo por ter a sua origem em si mesma, enquanto o reflexo brilha com luz alheia; a mesma diferença separa os dois tipos de vida: a vida mundana tira o seu brilho de circunstâncias exteriores, e o mínimo obstáculo imediatamente a torna sombria; a vida do sábio, essa brilha com a sua própria luminosidade!».
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Séneca, in 'Cartas a Lucílio' in Citador.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Os gatos e os artistas

Pierre Auguste Renoir, Sleeping Cat (1862).
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«I love cats because I enjoy my home; and little by little, they become its visible soul». 
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Matisse
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Rafael Bordalo Pinheiro
(Link)
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«Women, poets, and especially artists, like cats; delicate natures only can realize their sensitive systems».
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O que eu gosto de Portugal

Devido a um post da Ana, no (In)Cultura, escrevi sobre aquilo que me faz triste em Portugal. Contudo, senti alguns remorsos, porque obviamente há coisas em Portugal de que eu gosto e que não conheço em mais lado nenhum do mundo. Entre outras coisas, deixo aqui alguns exemplos:

I - Não aprecio o fado, mas há alguns fados de que gosto bastante. Gosto do som da guitarra portuguesa - é lindíssimo - e gosto do fado de Coimbra. Dos fados de Lisboa, os meus preferidos são o do Embuçado e o Senhor Vinho.

II - Gosto das nossas pastelarias. Lá fora quase não há cafetarias e os sítios onde vendem pão não vendem bolos ou os bolos são gigantes. Em Lisboa e em algumas cidades portuguesas, há fantásticas pastelarias como a Versalhes. Em Sintra encontro o meu bolo favorito: os travesseiros da Piriquita. Adoro os nossos doces de ovos ou de amêndoa: pastéis de Lavos, queijadas de Sintra, nozes caramelizadas, ovos de Aveiro, trouxas de ovos, Dom Rodrigos, queijos de amêndoa, ... E o café!!! E para não esquecer os licores, nomeadamente a ginginha de Óbidos e sobretudo do Ibn Errik
(Link)

III - Gosto muito do nosso património, quer das nossas Igrejas, belas e silenciosas; dos nossos castelos; dos vestígios de outros tempos (Odrinhas, Milreu, Zambujal, etc...) e das casas: as casas tradicionais, os palácios, a Lisboa pombalina, os azulejos, as portas, as janelas, as ruas estreitas de Alfama, ou até as desprezadas casas eclécticas e revivalistas do século XIX e início do século XX.
(Link)

IV - Há artistas portugueses que acho muito bons e que são pouco notados no estrangeiro, com muita injustiça (creio eu): escritores como Eça de Queirós; poetas como Fernando Pessoa; pintores como Amadeu, são meros exemplos.
(Link)

V - A simplicidade dos portugueses, apesar de tudo, que faz com que, tristes ou contentes, tenham uma tendência natural para serem hospitaleiros e ajudar os outros. Andamos agora mais desconfiados, o que é pena. Mas ainda temos sentido de família, o que eu muito aprecio. Para o bem e para o mal, somos um povo pacífico e bastante unido.
(Panorama, n.º 9, Ano I, 1942)

VI - Os lugares mágicos. Sei que há outros por esse mundo fora, mas há alguns em Portugal que são especiais para mim: Sintra, Óbidos, Monsaraz e Monsanto, entre tantos outros.
(Link)

VII - O nosso artesanato e as nossas tradições: o Pão por Deus, a louça alentejana, as faianças das Caldas, as mantas alentejanas, os trajes do Minho, as filigranas do Minho, os cantares tradicionais, os lenços de namorados, as festas populares dos Santos, são apenas alguns exemplos.

(Link)

O que eu tenho mais pena é que muitas vezes este Portugal que eu gosto ande esquecido, ou quase abandonado e em risco de desaparecer.

Por fim, e acima de tudo, gosto da minha família e dos meus amigos.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

A casa como lugar espiritual

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«(…) alors que l’homme et l’animal cherchent un abri, un endroit pour amasser ses choses et un microclimate, seul l’homme a une optique spirituelle qui est proprement humaine, ce qui distingue ses constructions des nids (…)». 
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Amos Rapoport, Pour une Anthropologie de la Maison, Paris, Dunod, 1972, p. 56.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Na casa de alguém

Carl Emil Mucke, Watching the pot.
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«Ao entrarmos em qualquer casa é interessante e agradável sentir que não estamos em lugar público, que se entra na casa de alguém, que a individualidade do proprietário se reflecte na moldura que lhe serve de habitação; e neste sentido a casa, como todas as molduras, tem a função de isolar (…)».
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Raul Lino, Casas Portuguesas – Alguns Apontamentos sobre o arquitectar das Casas Simples, Lisboa, Edições Cotovia, 1992 (1.ª ed. Lisboa, Valentim de Carvalho, 1933), p. 25.

Fim-de-semana! :)

(Link)
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«A divagação é o domingo do pensamento».
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Porque ainda não entendi o encanto das pessoas com as sextas-feiras, por mim prefiro mesmo os fins-de-semana, os feriados e as férias (confesso).

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Num dia de Inverno

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“Meanwhile,’ said Mr Tumnus, ‘it is winter in Narnia, and has been for ever so long, and we shall both catch cold if we stand here talking in the snow. Daughter of Eve from the far land of Spare Oom where eternal summer reigns around the bright city of War Drobe, how would it be if you came and had tea with me?”.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

75 anos de Princesas da Disney (1937-2012)

Quando vejo os filmes da Disney acho graça em notar na evolução dos ideais de beleza feminina que se notam nas figuras das princesas. Não vou aqui abordar todas, sobretudo porque são muitas. Mas, fazendo um breve apanhado, a primeira a ser nomeada é a Branca de Neve (1937), que faz lembrar o tipo feminino do início do século XX. Não está longe da Olívia do Popeye (1929) ou mesmo da Betty Boop (1930).


Vem depois a Cinderela (1950)


Posteriormente, chegou a Aurora, ou Bela Adormecida (1959)


Trinta anos depois vieram outras princesas, cada vez mais independentes, corajosas e auto-suficientes. Destaco apenas algumas:

A Bela (de A Bela e o Monstro, 1991)


A Pocahontas (1995)


Em 2009, a Tiana, em A Princesa e o Sapo


A minha preferida, a Rapunzel (2010)


E, 75 anos depois, em 2012, chegou a destemida Merida de Brave, que já pouco tem a ver com a Branca de Neve.


Quem virá a seguir?

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Planear

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«Without leaps of imagination or dreaming, we lose the excitement of possibilities. Dreaming, after all is a form of planning».
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Paisagem e objectividade

Karl Edvard Diriks, The Ice breaks up.
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«O que a arte nos ensina não é puro discernimento, é a relação mais profunda de nós próprios com o mundo, é verdadeiramente o "ver". (...) Porque o mundo se não vê numa estrita e impossível dimensão "objectiva": um objecto não nos é nunca neutro, puramente indiferente (...)».
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Vergílio Ferreira, in Espaço do Invisível I (Vida, Arte).

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Fantasia

Emily Balivet, Snow Queen.
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«Don't you know anything about Fantasia? It's the world of human fantasy. Every part, every creature of it, is a piece of the dreams and hopes of mankind. Therefore, it has no boundaries». 
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domingo, 20 de janeiro de 2013

Preseverança

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«Never give up and good luck will find you».
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sábado, 19 de janeiro de 2013

O belo é infinito e livre



Filippo Lippi, Coroação da Virgem (1485, Pinacoteca Vaticana, Roma).
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«Chamamos ao belo ideia do belo. Este deve ser concebido como ideia e, ao mesmo tempo, como a ideia sob forma particular; quer dizer, como ideal. O belo, já o dissemos, é a ideia; não a ideia abstracta, anterior à sua manifestação, não realizada, mas a ideia concreta ou realizada, inseparável da forma, como esta o é do principio que nela aparece (...).
O belo (...) é em si mesmo infinito e livre. 
O carácter infinito e livre reconhecia-se quer no sujeito, quer no objecto, e neste do duplo ponto de vista teórico e prático (...).
(...) O sujeito retira os próprios fins perante o objecto, que considera como existindo por si mesmo, como tendo fim próprio e independente. Por isso, o objecto é livre, visto que não é um meio, mas um instrumento afecto a outra existência (...). 
Em virtude deste carácter livre e infinito que reveste a ideia do belo, como o objecto belo e a contemplação dele, o domínio do belo escapa à esfera das relações finitas e eleva-se à região da ideia e da sua verdade. 
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Georg Hegel, Do Belo e Suas Formas.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Paisagem de Inverno I: William Bradford

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William Bradford (1823-1892) foi um pintor de marinhas americano, esteticamente ligado ao Romantismo, que se destacou na representação de imagens do Ártico. Nasceu em Fairhaven (Massachusetts), tendo aprendido a pintar de forma autodidácta, até 1854, quando teve o seu primeiro professor e parceiro de ateliê, o pintor de marinhas holandês Albert Van Beest. A expedição de 1845, liderada por John Franklin, cujos relatos foram publicados em meados da década de 1850 por Elisha Kent Kane, com ilustrações de James Hamilton, causaram grande interesse no pintor, que escreveu: «I was seized with a desire, which had become uncontrollable, to visit the scenes they had described and study Nature under the terrible aspects of the Frigid Zone». Foi em 1861 que viajou para Labrador (Greenland), tornando-se um apaixonado pelo Ártico. Fez sete viagens a essa região durante a década de 1860. Com financiamento de LeGrand Lockwood e no navio «Panther», Bradford viajou para o Ártico, em 1869, acompanhado pelos fotógrafos John L. Dunmore e George Critcherson. Esteve depois em Londres durante alguns anos, onde publicou uma obra que dava conta das suas viagens, intitulada The Arctic regions, illustrated with photographs taken on an art expedition to Greenland; with descriptive narrative by the artist (1873). Também em Londres recebeu a sua maior encomenda, feita pela Rainha Vitória, do quadro The “Panther” off the coast of Greenland under the midnight sun.
Sobre este interessante artista, que só agora descobri, deixo alguns links: Wikipedia, Dictionary of Canadian Biography OnlineArctic Diary e New Bradford Whaling Museum.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Paisagem

David Keochkerian, Quietude (Link).
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«Há tão pouca gente que ame as paisagens que não existem».
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Fernando Pessoa, «Hora Absurda»,
citado in Panorama, n.º 44, 1943.
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Para ver mais fotografias de David Keochkerian - Link.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

... just keep climbing

Sanford Robinson Gifford, Mount Rainier, Bay of Tacoma, Puget Sound (1875)
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«Every mountain top is within reach if you just keep climbing». 
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Barry Finlay, Kilimanjaro and Beyond.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Paisagem de Inverno

Gustaf Fjæstad, Reflections in a winter lake.
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«Today is one of those excellent January partly cloudies in which light chooses an unexpected part of the landscape to trick out in gilt, and then the shadow sweeps it away. You know you’re alive. You take huge steps, trying to feel the planet’s roundness arc between your feet».
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Annie Dillard, Pilgrim at Tinker Creek.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O Inverno Português

Óbidos, Dezembro de 2012
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«São cheios de encanto em Portugal os dias claros de Inverno, quando a paisagem se apresenta, como através de cristal polido, mais nítida e toda ressunante de vernizes. Parece então que o azul do céu se derrama por cântaros de oiro na nossa alma, enquanto na atmosfera brilham chispas de luz e reflexos perdidos que a terra, embebida de sol, já não comporta. Despidas as árvores da sua verde cobertura, nenhum abrigo oferecem à sombra, opaca e lenta, que agora se refugia nos colos da serra aguardando o cair da tarde para logo se expandir no seu império nocturno… É nestas horas palpitantes, doiradas e calmas, em que nos sentimos imbuídos não sabemos de que sentimento de paz e conciliação, que essas simpáticas casinhas à beira da estrada, ou entre os campos, melhor nos revelam o seu português sentido (…)».
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Raul Lino, Casas Portuguesas – Alguns Apontamentos sobre o Arquitectar das Casas Simples (1.ª ed. 1933) Lisboa, Edições Cotovia, 1992, p. 72.

domingo, 13 de janeiro de 2013

O Inverno II

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«So when you're cold
From the inside out
And don't know what to do,
Remember love and friendship, 
And warmth will come to you».
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Stephen Cosgrove, Gnome from Nome.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Patinagem no gelo

Henry Raeburn, The Reverend Robert Walker skating (c. 1790-1795, National Gallery of Scotland (Edinburgh, United Kingdom)
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Conta-se que a patinagem no gelo terá sido iniciada pelos habitantes da Finlândia, há cerca de 3000 anos. Contudo, os patins apropriados para esta actividade foram desenvolvidos pelos holandeses, nos séculos XIII-XIV. A patinagem foi-se difundindo depois por outros países da Europa, sendo até considerado um desporto aristocrático.
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Bibl.: Wikipedia.

Gostava que nevasse ...

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«Snow flurries began to fall and they swirled around people's legs like house cats. It was magical, this snow globe world.»
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Sarah Addison Allen, The Sugar Queen.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O Inverno I

Carl Larsson, Lisbeth's new hat.
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«In a way Winter is the real Spring - the time when the inner things happen, the resurgence of nature».
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O Inverno

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«One must maintain a little bittle of summer, even in the middle of winter».
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O Xadrez




Thomas Eakins, The chess players (Metropolitan Museum of Art, New York).
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«The Chess pieces are the block alphabet which shapes thoughts; and these thoughts, although making a visual design on the chessboard, express their beauty abstractly, like a poem».
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Torres Vedras e a Igreja de Santiago




Igreja de Santiago, Torres Vedras (2012)
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A Torres mais antiga, (já Condado)
Por Turdulos se crê ser erigida,
E por dote das rainhas, he Morgado,
E de muitas já foi favorecida.
O Beato Gonçalo lá enterrado
Por milagres a faz ser mais luzida;
Assim como João a decorou
Nas Cortes, que já nella celebrou.
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Francisco do Nascimento Silveira, Coro das Musas, Canto LXIV, Lisboa, Oficina de Simão Tadeu Ferreira, 1792, p. 67 (online no site Archive.org).
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Sobre a Igreja de Santiago ver o blogue Património de Torres Vedras.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Tudo o que olhar

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«Everything you look at can become a fairy tale and you can get a story from everything you touch».
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domingo, 6 de janeiro de 2013

Blessings of our common everyday lives

(Link).
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«As the years pass, I am coming more and more to understand that it is the common, everyday blessings of our common everyday lives for which we should be particularly grateful. They are the things that fill our lives with comfort and our hearts with gladness - just the pure air to breathe and the strength to breath it; just warmth and shelter and home folks; just plain food that gives us strength; the bright sunshine on a cold day; and a cool breeze when the day is warm». 
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sábado, 5 de janeiro de 2013

Os Reis Magos

Jan Brueghel o Velho, The Adoration of the Kings (1598)
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«E, tendo nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém.
Dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos adorá-lo.
(...)
E (...) eis que a estrela, que tinham visto no oriente, ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino.
(...)
E entrando na casa, acharam o menino, com Maria sua mãe, e, prostando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, lhe ofertaram dádivas: ouro, incenso e mirra (...)».
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Evangelho de São Mateus, 2:1-11.

Património





Forte de Sacavém (2012).
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«(...) Num País como o nosso, onde tantos povos e tantas civilizações se alternam semeando na passagem o solo de vestígios, fôra impiedade deixarn de recolher e coordenar as collectas d'este género, preciosos elementos d'essa história, que não só é a história dos séculos, mas a da humanidade, e por isso tanto do passado como para o futuro».
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Mendes Leal (1858) in Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado, Distrito de Lisboa, IPPAR.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Praça de Touros do Campo Pequeno

Praça de Touros do Campo Pequeno (Lisboa).
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«Projecto do arquitecto Dias da Siva, de 1890. Trata-se do mais notável edifício em estilo neoárabe construído em Lisboa. É de planta circular com quatro corpos salientes, cujas coberturas são cúpulas. Sendo monocromático, este edifício vive do movimento dos volumes, do ritmo e das formas das aberturas». 
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Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado, Distrito de Lisboa, IPPAR, p. 69.

O Ocidente, 11 de Julho de 1891.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

A quiet moment

Edward Thompson, A quiet moment.
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«All human errors are impatience, a premature breaking off of methodical procedure, an apparent fencing-in of what is apparently at issue».

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

O que vemos e ouvimos

(Link)
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«For what you see and hear depends a ggod deal on where you are standing: it also depends on what sort of person you are».
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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

No Começo de um Novo Ano

Lilla Cabot Perry, The Chrystal Gazer (1913).
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«Let this coming year be better than all the others. Vow to do some of the things you've always wanted to do but couldn't find the time. Call up a forgotten friend. Drop an old grudge, and replace it with some pleasant memories. Vow not to make a promise you don't think you can keep. Walk tall, and smile more. You'll look ten years younger. Don't be afraid to say, 'I love you'. Say it again. They are the sweetest words in the world».
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