terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Dia V: «Five Golden Rings»... e acreditar

Anel espiralado da Idade do Bronze Inicial (Museu Nacional de Arqueologia)
-
Petrus Christus, St. Eligius as a goldsmith showing a ring to the engaged couple (1449, Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque)
-
On the fifth day of Christmas
my true love sent to me:
Five Golden Rings
Four Calling Birds
Three French Hens
Two Turtle Doves
and a Partridge in a Pear Tree
-
-
William Turner, Undine Giving the Ring to Massaniello, Fisherman of Naples (1846, Tate Gallery, Londres)
-
Robert Mangold, Ring A (Yellow) (2010)
(link)
-
«Disbelief gets processed by the limbic system's cingulate cortex and the anterior insula the same parts of the brain that report visceral sensations like pain and disgust.
This not only explains why we hate liars but why we as human beings long for something to believe in.
Whether it be Santa Claus or a scientific fact like gravity, our brains reward us emotionally when we believe.
To believe is to feel good.
To feel comforted.
But how can we trust our own belief systems when our brains are giving them emotional kickbacks? By balancing it all with critical thinking, by questioning everything, and by always, always being open to the possibilities.»
-
Perception - link (os "negritos" são da minha autoria)

8 comentários:

The Dutchess disse...

Wishing you a HAPPY New Year..

T.D

Margarida Elias disse...

T.D. - Thank you! Happy New Year!

ana disse...

Tão interessante.
Beijinho e um Feliz Ano Novo, Margarida.

Margarida Elias disse...

Obrigada, Ana! Feliz Ano Novo!

Presépio no Canal disse...

Um bom conselho.
Todas as escolhas são bonitas, mas gostei muito do primeiro anel. Gosto deles assim, simples.
Votos renovados de bom ano!
Beijinho! :-)

Margarida Elias disse...

Sandra: Também gosto muito da ourivesaria simples e sobretudo arcaica ou antiga. Beijinhos!

LuisY disse...

Adorei o anel do Museu Nacional de Arqueologia, com que nos desejou as boas entradas. Fico sempre fascinado com a joalharia da antiguidade.

Enquanto que as grandes jóias barrocas me deixam mais ou menos indiferente. Gosto delas, claro, mas acho que só ficam bem nos museus.

Ao contrário, jóias da pré-história ou da antiguidade apetecem usar. Dá vontade de ser um imperador romano ou um chefe celta e andar enfeitado com aquelas peças cheias de uma força mágica.

Um abraço e boas entradas

Margarida Elias disse...

LuisY - Concordo plenamente consigo. Os museus de arqueologia estão cheios de peças magníficas de ourivesaria. Bom Ano Novo!