quarta-feira, 30 de abril de 2014

Vivendo e aprendendo

Lucy Willis, The white bench
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«Whether or not you can never become great at something, you can always become better at it. Don't ever forget that! And don’t say “I’ll never be good”. You can become better! and one day you’ll wake up and you’ll find out how good you actually became.»

terça-feira, 29 de abril de 2014

«We shape our self to fit this world»

 Berthe Morisot, The Lesson in the Garden
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Working Together

We shape our self
to fit this world
and by the world 
are shaped again.

The visible
and the invisible
working together
in common cause,
to produce
the miraculous.

I am thinking of the way
the intangible air
passed at speed
round a shaped wing
easily
holds our weight.

So may we, in this life
trust
to those elements
we have yet to see
or imagine,
and look for the true
shape of our own self,
by forming it well
to the great
intangibles about us.
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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Espelhos mágicos

Mary GrandPré, The mirror of erised (I show not your face but your heart's desire)
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It was a magnificent mirror, as high as the ceiling, with an ornate gold frame, standing on two clawed feet. There was an inscription carved around the top: Erised stra ehru oyt ube cafru oyt on wohsi.
(...)
“So,” said Dumbledore, slipping off the desk to sit on the floor with Harry, “you, like hundreds before you, have discovered the delights of the Mirror of Erised.”
(...) “Now, can you think what the Mirror of Erised shows us all?”
Harry shook his head.
“Let me explain. The happiest man on earth would be able to use the Mirror of Erised like a normal mirror, that is, he would look into it and see himself exactly as he is. Does that help?”
Harry thought. Then he said slowly, “It shows us what we want . . . whatever we want . . .”
“Yes and no,” said Dumbledore quietly. “It shows us nothing more or less than the deepest, most desperate desire of our hearts. (...) However, this mirror will give us neither knowledge or truth. Men have wasted away before it, entranced by what they have seen, or been driven mad, not knowing if what it shows is real or even possible.
“The Mirror will be moved to a new home tomorrow, Harry, and I ask you not to go looking for it again. If you ever do run across it, you will now be prepared. It does not do to dwell on dreams and forget to live, remember that. (...)”
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J. K. Rowling, Harry Potter and the Sorcerer's Stone, 1997, pp. 207, 213-214.

domingo, 27 de abril de 2014

E da Magia das Pequenas Coisas

Philippe Merle, Les mains (2007)
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«Se perderes a magia, perdes tudo. O que sobrar de ti não chega nem para cumprimentar o teu vizinho.»
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sábado, 26 de abril de 2014

Da beleza das coisas simples

Theodore Robinson, Tree Blossoms
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«A beleza ideal está na simplicidade calma e serena.»
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sexta-feira, 25 de abril de 2014

«És o cravo vermelho...»

Azulejo (1701-1750, Museu Nacional do Azulejo)
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À Beleza

Não tens corpo, nem pátria, nem família, 
Não te curvas ao jugo dos tiranos. 
Não tens preço na terra dos humanos, 
Nem o tempo te rói. 
És a essência dos anos, 
O que vem e o que foi. 

És a carne dos deuses, 
O sorriso das pedras, 
E a candura do instinto. 
És aquele alimento 
De quem, farto de pão, anda faminto. 

És a graça da vida em toda a parte, 
Ou em arte, 
Ou em simples verdade. 
És o cravo vermelho, 
Ou a moça no espelho, 
Que depois de te ver se persuade. 

És um verso perfeito 
Que traz consigo a força do que diz. 
És o jeito 
Que tem, antes de mestre, o aprendiz. 

És a beleza, enfim. És o teu nome. 
Um milagre, uma luz, uma harmonia, 
Uma linha sem traço... 
Mas sem corpo, sem pátria e sem família, 
Tudo repousa em paz no teu regaço. 
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Vincent Van Gogh, Vase with Red and White Carnations on a Yellow Background (1886, Kröller-Müller Museum, Otterlo)
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Henri Matisse, Woman in Green with a Carnation (1909, Hermitage, St. Petersburg)

quinta-feira, 24 de abril de 2014

«A Espantosa Realidade das Cousas»

Alfred Sisley, The Road to Mantes (1874, Musée du Louvre, Paris)
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A Espantosa Realidade das Cousas

A espantosa realidade das cousas 
É a minha descoberta de todos os dias. 
Cada cousa é o que é, 
E é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra, 
E quanto isso me basta. 

Basta existir para se ser completo. 

Tenho escrito bastantes poemas. 
Hei de escrever muitos mais. Naturalmente. 

Cada poema meu diz isto, 
E todos os meus poemas são diferentes, 
Porque cada cousa que há é uma maneira de dizer isto. 

Às vezes ponho-me a olhar para uma pedra. 
Não me ponho a pensar se ela sente. 
Não me perco a chamar-lhe minha irmã. 
Mas gosto dela por ela ser uma pedra, 
Gosto dela porque ela não sente nada. 
Gosto dela porque ela não tem parentesco nenhum comigo. 

Outras vezes oiço passar o vento, 
E acho que só para ouvir passar o vento vale a pena ter nascido. 

Eu não sei o que é que os outros pensarão lendo isto; 
Mas acho que isto deve estar bem porque o penso sem estorvo, 
Nem idéia de outras pessoas a ouvir-me pensar; 
Porque o penso sem pensamentos 
Porque o digo como as minhas palavras o dizem. 

Uma vez chamaram-me poeta materialista, 
E eu admirei-me, porque não julgava 
Que se me pudesse chamar qualquer cousa. 
Eu nem sequer sou poeta: vejo. 
Se o que escrevo tem valor, não sou eu que o tenho: 
O valor está ali, nos meus versos. 
Tudo isso é absolutamente independente da minha vontade. 
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quarta-feira, 23 de abril de 2014

«Balada Astral»

Joan Miró, The Beautiful Bird Revealing the Unknown to a Pair of Lovers (Constellation series) (1941, Museum of Modern Art, New York)
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«... os astros os signos os desígnios as constelações ...»
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terça-feira, 22 de abril de 2014

Fawkes

Viorel Marginean, The Phoenix Bird (1990)
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“Fawkes is a phoenix, Harry. Phoenixes burst into flame when it is time for them to die and are reborn from the ashes. Watch him . . .”
Harry looked down in time to see a tiny, wrinkled, newborn bird poke its head out of the ashes. It was quite as ugly as the old one. 
“It’s a shame you had to see him on a Burning Day,” said Dumbledore, seating himself behind his desk. “He’s really very handsome most of the time, wonderful red and gold plumage. Fascinating creatures, phoenixes. They can carry immensely heavy loads, their tears have healing powers, and they make highly faithful pets.”
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J. K. Rowling, Harry Potter and the Chamber of Secrets, 1998, p. 207.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Touros e semelhantes

Estatueta de boi Ápis (séc. VII-VI a.C., Museu Nacional de Arqueologia)
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Monte de Pedralva, Estatueta votiva de touro (séc. II-I a.C., Museu Nacional de Arqueologia)
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Jorge Vieira, Touro.
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José Aurélio - Secla, Jarro Touro (1960, Museu José Malhoa)
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domingo, 20 de abril de 2014

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Agnus Dei

Agnus Dei (séc. XII, Museu Nacional de Machado de Castro)
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Francisco de Zurbaran, Agnus Dei (c.1635-1640, Museu do Prado, Madrid)
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Josefa de Óbidos, Cordeiro Místico (c. 1660-1670, Paço dos Duques)
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Josefa de Óbidos, The Sacrificial Lamb (OCCISVS AB ORIGINE MVNDI) (c. 1670-1684, Walters Art Museum)
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Josefa de Óbidos, Agnus Dei (1660-1670, Museu de Évora)

terça-feira, 15 de abril de 2014

Simplicidade

Thomas Cooper Gotch, The Orchard (1887)
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«Some of the greatest poetry is revealing to the reader the beauty in something that was so simple you had taken it for granted.»
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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Magia...

(Link)
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...Professor Binns blinked.
“My subject is History of Magic,” he said in his dry, wheezy
voice. “I deal with, facts, Miss Granger, not myths and legends.” 
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J. K. Rowling, Harry Potter and the Chamber of Secrets (1998).

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Cultura(s)

D. Luis Filipe, A comitiva junto ao colosso jacente de Ramsés II, Sakara, Egipto in Álbum. Rainha. D. Amélia (1903)
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«Culture hides much more than it reveals, and strangely enough what it hides, it hides most effectively from its own participants. Years of study have convinced me that the real job is not to understand foreign culture but to understand our own (…)»
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Edward T. Hall, The Silent Language, Anchor Books, Doubleday, 1990 (1.ª ed. Doublday, 1959), p. 29.

terça-feira, 8 de abril de 2014

O Real

Clarkson Frederick Stanfield, Lake Como (1825)
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«Digo: o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia».
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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Chocolate

Viktor Kopp, Square Chocolate (2010)
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“Well, he should have some chocolate, at the very least,” said Madam Pomfrey, who was now trying to peer into Harry’s eyes.
“I’ve already had some,” said Harry. “Professor Lupin gave me some. He gave it to all of us.”
“Did he, now?” said Madam Pomfrey approvingly. “So we’ve finally got a Defense Against the Dark Arts teacher who knows his remedies?”
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J.K. Rowling, Harry Potter and the Prisoner of Azkaban, 1999, p. 90.

domingo, 6 de abril de 2014

May it be...

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...May it be the shadows call
Will fly away
May it be your journey on
To light the day
When the night is overcome 
You may rise to find the sun...
(Link)
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sábado, 5 de abril de 2014

Brincar

Georgios Jakobides, Peek-a-boo
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«Life is more fun if you play games.»

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Amizade

Maria Primachenko, Dear Friends, I Give You the Sun and My Sunny Art (1978)
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«We are all travelers in the wilderness of this world, and the best we can find in our travels is an honest friend.»
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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Pensa, Pensa, Pensa...

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«Sometimes when I'm talking, my words can't keep up with my thoughts. I wonder why we think faster than we speak. Probably so we can think twice.»
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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Para o Dia do Livro Infantil

«É PROIBIDA A ENTRADA
A QUEM NÃO ANDAR
ESPANTADO DE EXISTIR»
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José Gomes Ferreira, Aventuras de João Sem Medo, 1963, p. 10.*
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João Vaz de Carvalho - http://www.jvazcarvalho.com/
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* Cf. António José Teixeira, «Regalos de Espanto», 2003 - http://www.jvazcarvalho.com/

terça-feira, 1 de abril de 2014

Abril

Irmãos Limbourg, Les très riches heures du Duc de Berry: Avril (1412-1416, Musée Condé, Chantilly)
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António de Holanda (atribuído), Livro de Horas, Calendário (mês de Abril) (1517-1551, Museu Nacional de Arte Antiga)
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Oficina de Simon Bening, Livro de Horas, Calendário (mês de Abril) (1530-1534, Museu Nacional de Arte Antiga)
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Jacob van Huysum, Twelve months of flowers: April (séc. XVIII, Fitzwilliam Museum)
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Martin Johnson Heade, April Showers (1868, Museum of Fine Arts, Boston)
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Maurice Denis, April (1892, Rijksmuseum Kröller-Müller, Otterlo)
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Martiros Saryan, April landscape (1944)
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Norman Rockwell, April Fool Girl with Shopkeeper (1948)