quinta-feira, 26 de março de 2015

Do desaparecimento (dos objectos)

David Burdeny, Vanish (2004)
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“Where do Vanished objects go?”
“Into nonbeing, which is to say, everything,”.
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J. K. Rowling, Harry Potter and the Deathly Hallows (2007)
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Este post poderia ter uma leitura existencialista, sobretudo devido à impressão causada pela belíssima fotografia de Burdeny. Contudo, não é essa a sua intenção exacta. 
Primeiro, porque esta fotografia liga o termo "vanish" com o desaparecimento óptico, provocado pelo ponto de fuga ("vanishing point").
Segundo, porque eu liguei a fotografia à frase de Rowling que se relaciona com objectos desaparecidos - no caso do livro, uma tiara.
No meu caso, passo a vida a perder objectos dentro de casa e, na maior parte dos casos, opto (depois de os procurar e não encontrar) por esperar que reapareçam  - apenas porque, normalmente, estão em sítios altamente improváveis.
Mas já me aconteceu perder objectos que insistem em não reaparecer. E por vezes pergunto-me o que lhes terá acontecido...

4 comentários:

Presépio no Canal disse...

Compreendo-te bem. Quando isso me acontece (e é frequente), costumo dizer que andam espíritos traquinas do outro mundo a brincar comigo e a testar-me a paciência.
Bjs!

Margarida Elias disse...

É verdade, Sandra. Às vezes imagino um lugar numa outra dimensão onde estão todos os objectos que desaparecem... Beijinhos!

ana disse...

Também me acontece, Margarida.
Acabo por ter a mesma reacção: espero.
A fotografia é interessante.
Beijinho para as duas.:))

Margarida Elias disse...

Ana - Obrigada, Ana! Beijinhos!