quarta-feira, 18 de novembro de 2015

To escape...

Acredito que existam pessoas que nunca precisem de escapar da realidade do quotidiano, que a rotina e as tarefas lhes bastem... Que nunca coloquem questões, que não se importem de fazer apenas o que devem. Pessoas que sejam um pouco como o Larry do Incrível Mundo de Gumball:

Gumball: Larry, what do you think the meaning of life is?
Larry: Hmmm… work! It's important to be useful. Look at me! I got it all figured out. I get up, I shower, I come to work, I work all day, I go home, I go to sleep! I get up, I shower, I come to work, I work all day, I go home, I go to sleep! I get up, I shower, I come to work -  I get up, I shower,  I come to work, I work all day, I go home, I go to sleep!

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Evidentemente, há muitas formas de escape.
Pelo imaginário:

(link)

“Fantasy is escapist, and that is its glory. If a soldier is imprisioned by the enemy, don't we consider it his duty to escape?. . .If we value the freedom of mind and soul, if we're partisans of liberty, then it's our plain duty to escape, and to take as many people with us as we can!”
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Mas também se pode escapar pela arte, pela história ou pela história da arte...

Joan Miro, The Escape Ladder (1939)
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Na música, na poesia, num bom livro ou num filme, mesmo realista
(não esquecendo que estas também são formas de arte). 
Ou num passeio, na natureza, num passatempo ou viajando.
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Julgo que há várias possibilidades e para diversos gostos. 
Embora também existam limites, obviamente.

(link)

keep your head in the clouds and your feet on the ground

2 comentários:

ana disse...

Morreria se não pudesse escapar à realidade do quotidiano.
Obrigada, Margarida.
Gostei muito. :))
Beijinho.

Margarida Elias disse...

Eu já tentei ser mais "pés na terra", mas farto-me em pouco tempo - sinto-me a definhar. Bjns!