quarta-feira, 31 de maio de 2017

Esperança II

Costa Pinheiro (Palácio do Correio Velho, Maio 2017)
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“Hope, perhaps the most dangerous of all emotions and perhaps the most necessary.”
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terça-feira, 30 de maio de 2017

Esperança I

Nicholas Roerich, Monhegan (Hope) (1922)
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«We all hope. It's what keeps us alive.»
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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Um quadro que gostava de ter

Silvio Fiorenzo, Sentite Ragazzi
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Vendia-se na Galeria O Rastro da Figueira da Foz, em Agosto do ano passado. E aqui ficam outras obras do mesmo artista de que também gosto bastante:
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Gesti (2011)
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Gentileschi (2015)
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Dentro do mesmo género:

Andy Warhol, Superman (1981)
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Fica ainda uma canção de que gosto e acho apropriada:

sexta-feira, 26 de maio de 2017

E algumas flores de Nolde (sobretudo papoilas)

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Oriental Poppies (c. 1930, © Nolde Foundation, Seebüll)
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Poppies (1950 © Nolde Foundation, Seebüll)
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As tulipas são especialmente para a Sandra.
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E aproveito para dar os Parabéns ao APS (que não sei se gosta de Nolde).

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Para o Dia da Espiga

Thomas-Francis-Dicksee, Ophelia
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Este ano não sei se vou comprar o ramo, embora o tenha visto à venda. O quadro vem aqui apenas a propósito da bela coroa de flores que esta Ofélia tem no cabelo. A respeito desta tradição, espero que seja preservada:
“Tradition is not the worship of ashes, but the preservation of fire. - Gustav Mahler

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Sabedoria Popular

Varela Aldemira, Minhota
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«(...) a sabedoria do passado podia atravessar séculos escondida atrás de certos costumes populares, contos, jogos infantis, lendas, tradições e, inclusivamente, livros aparentemente inócuos. Para a descobrir, bastava apenas mudar a forma de encarar o mundo (...).»
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In Matilde Asensi, O Último Catão, Lisboa, Dom Quixote, 2005, p. 227.
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Neste livro, descobri o jogo como as crianças italianas aprendem a fazer a tabuada dos 9 com os dedos, tal como se vê aqui:

terça-feira, 23 de maio de 2017

Património (e ainda a Nazaré)

Mário Botas, Milagre de Nossa Senhora da Nazaré (1981-1982, Museu Dr. Joaquim Manso)
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«O património não se limita a um tempo, nem passado nem futuro. Usamos o património de ontem para construirmos o património de amanhã, porque a cultura é, por natureza, dinâmica e está em constante renovação e enriquecimento.»
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ICOMOS-Canada French-Speaking Committee (1982) Charter for the Preservation of Quebec’s Heritage (Deschambault Declaration) – “Definition of Heritage and Preservation” [trad.], citado in Helena Barranha, in Património cultural: conceitos e critérios fundamentais, Lisboa, IST Press, ICOMOS-Portugal, 2016, p. 26.
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Saias da Nazaré (Museu de Arte Popular)
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segunda-feira, 22 de maio de 2017

De um passeio ao sítio da Nazaré

Em busca do lugar onde D. Fuas Roupinho foi salvo...
 
A Capela
 

 
 
 
 
 
 



Dizem que é a pegada do cavalo de D. Fuas...

sexta-feira, 19 de maio de 2017

1972

... Para o meu irmão que faz anos amanhã.
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Gene Davies, Franklin's Footpath (1972)
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“Human curiosity. Such a very interesting thing. Think of what we owe to it throughout history. It is said to be usually associated with the cat. Curiosity killed the cat. But I should say really that the Greeks were the inventors of curiosity.”
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Agatha Christie, Elephants Can Remember (1972)
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quinta-feira, 18 de maio de 2017

E os ventos

 
«Com efeito, ali estavam os doze filhos do temível Éolo, adorados na Antiguidade como deuses por serem a manifestação mais poderosa da Natureza. 
(...) Seguindo o sentido dos ponteiros do relógio, podia ver-se, em primeiro lugar, o velho Bóreas (...); seguidamente Helespôntias – simbolizado por uma tempestade -; depois Apeliotes - um campo cheio de frutas e cereais -; o benéfico Euro – “o vento bom” de Leste, (...); Euronoto; Noto – o vento do Sul (...); Libonoto; Libs (...); o jovem Zéfiro, o vento de Oeste, que, juntamente com a sua amante, a ninfa Clóris, derramava flores sobre o seu negro bothros; Argestes – mostrado como uma estrela; Tráscias, coroado de nuvens; e, por último, o horrível Apárctias (...). 
Os quatro ventos cardeais, Bóreas, Euro, Noto e Zéfiro, estavam representados pelas figuras maiores e acabadas (...).»
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In Matilde Asensi, O Último Catão, Lisboa, Dom Quixote, 2005, pp. 461-462.
Cf. Classical Compass Winds na Wikipedia. Pelo que entendo, estes ventos correspondem aos de Timosthenes (séc. III a.C.).
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Notos (séc. II a.C.?, Torre dos Ventos, Atenas)
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Eurus (Antióquia, séc. II, Virginia Museum of Fine Arts)
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Cloris e Zéfiro, detalhe de A Primavera de Sandro Botticelli (1470-1480, Galeria degli Uffizi, Florença)
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John William Waterhouse, Boreas (1903)

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Rosa-dos-Ventos

Detalhe da Portulano de Jorge de Aguiar (1492, Beinecke Rare Book and Manuscript Library, University of Yale, New Haven)
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Relógio de sol horizontal portátil (1778, Palácio Nacional da Ajuda)
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Almada Negreiros, Dostoiewski (1943, Museu do Abade de Baçal)
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Atelier de Cristino da Silva, Rosa-dos-Ventos (1960, Padrão dos Descobrimentos, Belém)
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Detalhe do projecto de Cristino da Silva para um edifício da Praça do Areeiro (1943-1949, Biblioteca de Arte, FCG)
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E uma bússola do meu marido, que andava perdida, mas foi reencontrada após a mudança.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Porque este blogue fez 9 anos no dia 14 :-)

Robert Indiana, Nine (2001)
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«(...) o nove, na símbologia numérica medieval, é a Sabedoria, o Conhecimento Supremo (...).»
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In Matilde Asensi, O Último Catão, Lisboa, Dom Quixote, 2005, p. 149.
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Contador das cenas familiares (1570-1580, Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto)
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 Marcel Duchamp, Neuf moules mâlic (1914-1915)
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Almada Negreiros, Fábulas (1943, Museu do Abade de Baçal)
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Almada Negreiros, Relação 9/10 (1957, CAM)
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Sol LeWitt, Nine-sided figure (1989) 
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Ellsworth Kelly, Nine squares (1977)
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Rachel Whiteread, Untitled (Nine Tables) (1998)
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Jean Pillement, Conjunto de 9 botões com paisagens (c. 1790, Museu Nacional do Traje)

segunda-feira, 15 de maio de 2017

No Dia da Família...

... algumas das minhas escolhas da exposição do Almada na Gulbenkian.
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Família (1940, Col. Millenium bcp - © Filipe Abrantes)
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A Família. Painel de azulejo para a livraria Ática (Rua Alexandre Herculano, Lisboa), Fábrica Viúva Lamego (1955, Museu de Lisboa / EGEAC)
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Árvore (1920)
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ÁRVORE: o sol deitado no campo ao lado do regato tranquilo / elegante como uma árvore d'abril / à sombra da larangeira / repouso / a brisa do mar / manhã cedinho / passeio a pé / verde esmeralda / as andorinhas contentes /verde azeitona / romance illustrado / o fresco da praia / lindo dia de verão / onze horas / a merenda / NORTE / SUL / ESTE / OESTE
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Cataz (?) para as comemorações do centenário de Goya (1928, CAM)
Estudo para os vitrais da Igreja de Nossa Senhora de Fátima (c. 1938)
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Eros e Psique (1954, Museu da Assembleia da República © Mutante)
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Estudo para O Número do Tribunal de Contas (1956)



 64 desenhos (c. 1934)