segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Da Névoa

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«A Escultura de Névoa, pensou Langdon.
Tinha lido sobre aquela obra da artista japonesa Fujiko Nakaya. A "escultura" era revolucionária por ser feita de ar visível, de uma parede de névoa que se materializava e dissipava ao longo do dia; e porque a brisa e as condições atmosféricas nunca eram idênticas de um dia para o outro, criava uma escultura diferente de todas as vezes que aparecia».
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Dan Brown, Origem, Lisboa, Bertrand Editora, p. 25.

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