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quarta-feira, 24 de julho de 2013

2009

Andrew Jones, Brooklyn Heights Railings (Link - Still Life Quick Art)
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«What we think we know - is that there's some kind of electrochemical communication between the roots of the trees. Like the synapses between neurons. Each tree has ten to the fourth connections to the trees around it, and there are ten to the twelfth trees on Pandora...»
(IMDB)

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Sobre a caça...

Rosa Bonheur, A Limier Briquet Hound (c. 1856, Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque).
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Não importam os destalhes, também não quero gerar polémicas. É apenas um desabafo. Detesto caça, mas gosto e acho lindíssimos os cães de caça. Compreenderia a caça se fosse uma necessidade imperiosa para a sobrevivência. Já foi, na Pré-História. Hoje é apenas um desporto cruel...
Nem entendo a maneira como ainda nos consideramos como os reis da criação e os únicos seres racionais do planeta - quando sabemos que alguns animais são mais inteligentes que os humanos em determinados estados evolutivos e nem por isso achamos esses animais melhores do que as pessoas. 
Em pleno século XXI, acho tudo isto triste e um enorme desrespeito pela natureza. Depois de muito ler e pensar sobre esta questão concluí que o único critério que poderemos aceitar para matar ou ferir um outro ser vivo é em caso de necessidade - para defesa (se ele estiver a atacar-nos ou a atacar alguém que nos é querido) ou para nossa alimentação (no caso de ser de facto uma necessidade, porque não temos outra escolha). 
Quanto à questão daquilo que nos diferencia dos restantes animais, concordo em parte com Fernando Pessoa, quando escreve «Não há critério seguro para distinguir o homem dos animais». Na verdade acho que há, pelo menos, duas diferenças: a criatividade aliada à razão (que nos permite desenvolver civilizações mais complexas e o sentimento estético) e a capacidade de compaixão, nomeadamente pelos  mais fracos (pois creio que a maioria dos animais tende a seguir modelos sociais simples pré-estabelecidos, onde os seres mais fracos são geralmente desprezados). É pena que a primeira qualidade humana nem sempre seja usada para o bem e a segunda seja tão pouco valorizada nos tempos que correm.