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terça-feira, 25 de setembro de 2018

E já estamos sob o signo de Balança

Federico Babina, Zodiac De Sign
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Aqui ficam 12 Balanças famosos, entre os que eu mais gosto:
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Augustus Caesar (Imperador Romano, 23 de Setembro de 63 a.C.)
São Francisco de Assis (Frade, 26 de Setembro de 1181)
D. Dinis (Rei de Portugal, 9 de Outubro de 1261)
Giuseppe Verdi (Músico, 10 de Outubro de 1813)
Oscar Wilde (Escritor e Poeta, 16 de Outubro de 1854)
Mahatma Gandhi (Activista, 2 de Outubro de 1869)
T. S. Eliot (Poeta, 26 de Setembro de 1888)
Julie Andrews (Actriz, 1 de Outubro de 1935)
Jim Henson (Fantocheiro, 24 de Setembro de 1936)
John Lennon (Músico, 9 de Outubro de 1940)
Sting (Músico, 2 de Outubro de 1951)
Rupert Friend (Actor, 9 de Outubro de 1981)
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Mas, como sempre, há muitos outros. E, só por exemplo, acrescento: Ray Charles, Carrie Fisher e Bob Geldof.
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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

E os cães

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Apesar de no post anterior eu dizer que a minha personalidade tem muito de gato, na verdade sou uma "dog person" - e o meu signo chinês é (adequadamente) o cão.
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Num artigo que encontrei na internet de Emiy Temple pode ler-se:
«we know there are tons of musicians who love dogs (though writers, it seems, tend to be cat people), but what about the more visually-oriented artists?»
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Nesse artigo conta-se que Norman Rockwell incluía muitas vezes cães nas suas cenas da vida americana. Ele tinha um cão chamado Pitter, que por vezes ficava no estúdio enquanto ele pintava. Rockwell recomendava que os artistas pintassem os animais “just as carefully and understandingly as you paint the people.”
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Noutro artigo, de Alexa Kovachevich, diz-se que Franz Marc, autor de Dog Lying in the Snow, cerca de 1911 começou a pintar somente animais porque acreditava que "they were the only innocent creatures in a corrupted world".
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Nesse mesmo texto de Kovachevich se relata que o famoso autor do Snoopy, Charles Schulz, teve na infância um pointer chamado Spike, que tinha o hábito de comer coisas estranhas e que terá inspirado o beagle que todos conhecemos.
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No mesmo lugar descobrimos que Picasso teve uma grande empatia com um dachshund chamado Lump - cão que era originalmente do fotógrafo Duncan. O pintor descreveu Lump deste modo: “Lump, he’s not a dog, he’s not a little man, he’s somebody else.” O cão morreu apenas dez dias antes da morte de Picasso, em Março de 1973.
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Um dos meus livros preferidos de sempre, e que mais me emocionou, tanto para chorar a rir como para chorar a sério, foi o Marley and Me: Life and Love With the World's Worst Dog de John Grogan. Nele está escrito:
“A person can learn a lot from a dog, even a loopy one like ours. Marley taught me about living each day with unbridled exuberance and joy, about seizing the moment and following your heart. He taught me to appreciate the simple things - a walk in the woods, a fresh snowfall, a nap in a shaft of winter sunlight. And as he grew old and achy, he taught me about optimism in the face of adversity. Mostly, he taught me about friendship and selflessness and, above all else, unwavering loyalty.”
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Antes de acrescentar alguns nomes à minha resumida lista de cães famosos - que, tal como a dos gatos, é muito, muito longa - vou apenas recordar um momento de um episódio do Garfield (Here comes Garfield, 1982) que sempre me causou a maior emoção, por muito que eu tente conter-me, porque acho embaraçoso que uma pessoa adulta fique assim com um desenho animado. 




Relembro também outro filme, Hachiko, com Richard Gere:



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E etc, etc, etc...

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Padfoot, a forma canina do feiticeiro e animagus Sirius Black, dos livros de Harry Potter - por curiosidade, descobri recentemente que o Sirius Black, que é uma das minhas personagens preferidas dessa história, faz anos no mesmo dia que eu, 3 de Novembro :-)

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Em homenagem a uns bicharocos que de vez em quando tenho de engolir...

Aqui fica o registo de sapos e rãs (ainda não estou certa da diferença exacta entre eles), que, embora estejam longe de serem dos meus animais preferidos, diz-se que são bons jardineiros (Afonso Lopes Vieira). Surgem em várias histórias e canções, sobretudo infantis, onde são geralmente personagens simpáticos. Não farei certamente uma antologia completa da presença destes bichos nas diversas artes, mas aqui ficam alguns, de acordo com as minhas preferências e memórias, mais antigas e mais recentes.

Numa ilustração de Raul Lino para o livro Animais nossos Amigos, com poemas de Afonso Lopes Vieira (Edição da Livraria Ferreira, em Lisboa) (Link).
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Na cerâmica de Bordalo Pinheiro
(Link)
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Na conhecida fábula de La Fontaine

(Link)
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Na história do Príncipe Sapo dos Irmãos Grimm ilustrado por Walter Crane, bem como nas versões da Disney e do Shrek - em que a voz do sapo é do extraordinário John Cleese

(Link)




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O Sapo Kermit (Cocas) dos Marretas

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E, para finalizar, os sapos de Paul McCartney

Win Or Lose, Sink Or Swim
One Thing Is Certain We'll Never Give In
Side By Side, Hand In Hand
We All Stand Together
Play The Game, Fight The Fight
But What's The Point On A Beautiful Night?
Arm In Arm, Hand In Hand
We All Stand Together