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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

E os cães

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Apesar de no post anterior eu dizer que a minha personalidade tem muito de gato, na verdade sou uma "dog person" - e o meu signo chinês é (adequadamente) o cão.
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Num artigo que encontrei na internet de Emiy Temple pode ler-se:
«we know there are tons of musicians who love dogs (though writers, it seems, tend to be cat people), but what about the more visually-oriented artists?»
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Nesse artigo conta-se que Norman Rockwell incluía muitas vezes cães nas suas cenas da vida americana. Ele tinha um cão chamado Pitter, que por vezes ficava no estúdio enquanto ele pintava. Rockwell recomendava que os artistas pintassem os animais “just as carefully and understandingly as you paint the people.”
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Noutro artigo, de Alexa Kovachevich, diz-se que Franz Marc, autor de Dog Lying in the Snow, cerca de 1911 começou a pintar somente animais porque acreditava que "they were the only innocent creatures in a corrupted world".
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Nesse mesmo texto de Kovachevich se relata que o famoso autor do Snoopy, Charles Schulz, teve na infância um pointer chamado Spike, que tinha o hábito de comer coisas estranhas e que terá inspirado o beagle que todos conhecemos.
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No mesmo lugar descobrimos que Picasso teve uma grande empatia com um dachshund chamado Lump - cão que era originalmente do fotógrafo Duncan. O pintor descreveu Lump deste modo: “Lump, he’s not a dog, he’s not a little man, he’s somebody else.” O cão morreu apenas dez dias antes da morte de Picasso, em Março de 1973.
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Um dos meus livros preferidos de sempre, e que mais me emocionou, tanto para chorar a rir como para chorar a sério, foi o Marley and Me: Life and Love With the World's Worst Dog de John Grogan. Nele está escrito:
“A person can learn a lot from a dog, even a loopy one like ours. Marley taught me about living each day with unbridled exuberance and joy, about seizing the moment and following your heart. He taught me to appreciate the simple things - a walk in the woods, a fresh snowfall, a nap in a shaft of winter sunlight. And as he grew old and achy, he taught me about optimism in the face of adversity. Mostly, he taught me about friendship and selflessness and, above all else, unwavering loyalty.”
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Antes de acrescentar alguns nomes à minha resumida lista de cães famosos - que, tal como a dos gatos, é muito, muito longa - vou apenas recordar um momento de um episódio do Garfield (Here comes Garfield, 1982) que sempre me causou a maior emoção, por muito que eu tente conter-me, porque acho embaraçoso que uma pessoa adulta fique assim com um desenho animado. 




Relembro também outro filme, Hachiko, com Richard Gere:



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E etc, etc, etc...

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Padfoot, a forma canina do feiticeiro e animagus Sirius Black, dos livros de Harry Potter - por curiosidade, descobri recentemente que o Sirius Black, que é uma das minhas personagens preferidas dessa história, faz anos no mesmo dia que eu, 3 de Novembro :-)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

2002

Joana Vasconcelos, Pega # 1 (Link).
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Uma canção

Uma canção de um filme musical

domingo, 30 de junho de 2013