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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Delaunay e Vila do Conde

Robert Delaunay, Portuguesa (la gran Portuguesa) (1916, Museo Thyssen-Bornemisza, Madrid)
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«Ainda na Avenida Bento de Freitas, já mais próximo do mar, localiza-se La Simultanée, que serviu de residência aos pintores Sónia e Robert Delaunay. Fugindo ao calor madrileno (...) fixaram-se em Vila do Conde, em Agosto de 1915. O casal ficou encantado com a localidade, tendo a própria Sónia escrito: Lá a luz não era violenta mas exalava todas as cores. (...) Tínhamos a impressão de viver num país de sonho. Atirámo-nos de corpo e alma à pintura. (...) Tínhamos vindo passar um mês. Ficámos mais de um ano, isolados de tudo e perto do mar, com novos amigos, pintores portugueses e um americano. Aqui recolheu a maioria dos elementos do seu conhecido trabalho Os mercados do Minho. O casal era frequentemente visitado por Eduardo Viana e por Amadeu de Souza Cardoso.»
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Marta Miranda, Vila do Conde, Lisboa, Editorial Presença, 1998, p. 48.
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Sonia Delaunay, Os mercados do Minho (1915)

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Abstracção

Robert Delaunay, Rhythm (1912)
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« Dieu est une sphère infinie, dont le centre est partout et la circonférence nulle part. »
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segunda-feira, 8 de junho de 2015

"Wheel(s) moving"...

Robert Delaunay, Formes circulaires (1930, Museu Guggenheim, New York)
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«The things we make reflect our beliefs about the world; the things around us affect the way that we understand the world. There is an unending circularity to this that implies less a circle and more a kind of wheel moving.»
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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Forma e conteúdo

Robert Delaunay, Circular Forms (1930, Solomon R. Guggenheim Museum, New York)
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«Je crois que l’arrondissement de la phrase n’est rien. Mais que bien écrire est tout, parce que “bien écrire, c’est à la fois bien sentir, bien penser et bien dire” (Buffon). […] Enfin, je crois la Forme et le Fond deux subtilités, deux entités qui n’existent jamais l’une sans l’autre. Ce souci de la Beauté extérieure que vous me reprochez est pour moi une méthode. Quand je découvre une mauvaise assonance ou une répétition dans une de mes phrases, je suis sûr que je patauge dans le Faux; à force de chercher, je trouve l’expression juste qui était la seule, et qui est, en même temps, l’harmonieuse; le mot ne manque jamais quand on possède l’idée.»
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Flaubert, 1876.