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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Animais na Arte III

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Jacoppo Bassano, Deux chiens de chasse liés à une souche (1548, Museu do Louvre, Paris)
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Paulus Potter, The bull (1649, Gemäldegalerie, Berlin)
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Paul de Vos, Deux jeunes phoques sur un rivage (1650, Musée des Beaux arts et d'archéologie, Besançon)
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George Stubbs, Mares and Foals in a River Landscape ( c.1763–1768, Tate Britain)
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Antoine-Louis Barye, African elephant running (séc. XIX, Walters Art Museum)
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Constant Tryon, Hound painting (1860, Museum of Fine Arts, Boston)
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Rosa Bonheur, Royale à la maison (1885, Minneapolis Institute of Art)
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 Anna Hyatt Huntington, Reaching Jaguar (1906, Metropolitan Museum of Art)
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Franz Marc, Blaues Pferd I (1911, Lenbachhaus)
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 Pablo Picasso, She-Goat (1950-1952, MOMA)
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Paula Rego, "Hey Diddle Diddle"

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Dia do Leão

Leão do Palácio de Darius I (Susa) (c. 510 a.C., Museu do Louvre, Paris)
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Oficina Alemã, Aquamanile in the Form of a Lion (c. 1200, Metropolitan Museum of Art)
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Niccolò Antonio Colantonio, Jerome in his Study (c. 1440-1470, National Museum of Capodimonte)
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Vittore Carpaccio, The Lion Of St. Mark (1516)
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Albrecht Dürer, Lion (1521, Albertina, Vienna)
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Rembrandt, Lion Resting (1650-1652, Museu do Louvre, Paris)
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Machado de Castro, Leão (séc. XVIII-XIX, Museu Nacional de Arte Antiga)
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Fábrica de Miragaia, Leão (1830-1850, Museu Nacional de Soares dos Reis)
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Rosa Bonheur, Royale à la maison (1885, Minneapolis Institut of Art)
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Almada Negreiros, O Leão (1943, Museu do Abade de Baçal)

sexta-feira, 21 de março de 2014

Carneiros (e ovelhas)

Cabeça de carneiro em bronze (séc. IV a.C., Museu Nacional de Arqueologia)
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«... O pastor leva o rebanho,
as ovelhas e os carneiros,
e os meigos cordeirinhos,
as cabras e os cabritinhos
que saltam muito ligeiros...»
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Afonso Lopes Vieira, excerto de «O Cão», in Animaes Nossos Amigos, Lisboa, Livraria Ferreira, p. 15.
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Aelbert Cuyp, Girl with a Lamb (séc. XVII)
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Rosa Bonheur, Sheep in the Highlands (1857)
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Jean F. Chaigneau, Le Jardin de l'Artiste
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Michael Sowa, Sheep with Lap Tops
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Raul Lino, ilustração in Animaes nossos Amigos, Lisboa, Livraria Ferreira, p. 12.
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Ovelha (Museu dos Biscainhos)

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Sobre a caça...

Rosa Bonheur, A Limier Briquet Hound (c. 1856, Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque).
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Não importam os destalhes, também não quero gerar polémicas. É apenas um desabafo. Detesto caça, mas gosto e acho lindíssimos os cães de caça. Compreenderia a caça se fosse uma necessidade imperiosa para a sobrevivência. Já foi, na Pré-História. Hoje é apenas um desporto cruel...
Nem entendo a maneira como ainda nos consideramos como os reis da criação e os únicos seres racionais do planeta - quando sabemos que alguns animais são mais inteligentes que os humanos em determinados estados evolutivos e nem por isso achamos esses animais melhores do que as pessoas. 
Em pleno século XXI, acho tudo isto triste e um enorme desrespeito pela natureza. Depois de muito ler e pensar sobre esta questão concluí que o único critério que poderemos aceitar para matar ou ferir um outro ser vivo é em caso de necessidade - para defesa (se ele estiver a atacar-nos ou a atacar alguém que nos é querido) ou para nossa alimentação (no caso de ser de facto uma necessidade, porque não temos outra escolha). 
Quanto à questão daquilo que nos diferencia dos restantes animais, concordo em parte com Fernando Pessoa, quando escreve «Não há critério seguro para distinguir o homem dos animais». Na verdade acho que há, pelo menos, duas diferenças: a criatividade aliada à razão (que nos permite desenvolver civilizações mais complexas e o sentimento estético) e a capacidade de compaixão, nomeadamente pelos  mais fracos (pois creio que a maioria dos animais tende a seguir modelos sociais simples pré-estabelecidos, onde os seres mais fracos são geralmente desprezados). É pena que a primeira qualidade humana nem sempre seja usada para o bem e a segunda seja tão pouco valorizada nos tempos que correm.