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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Para o Dia de Nossa Senhora da Conceição

Carlo Crivelli, A Imaculada Conceição (1492, National Gallery, Londres)
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Piero di Cosimo, A Imaculada Conceição com os Santos (1510)
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El Greco, A Virgem da Imaculada Conceição (1610, Thyssen-Bornemisza Museum, Madrid)
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Peter Paul Rubens, Imaculada Conceição (1628, Museo del Prado, Madrid)
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Francisco de Zurbarán, A Imaculada Conceição (1630)
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Jusepe de Ribera, Imaculada Conceição (1635)
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Bartolome Esteban Murillo, A Imaculada Conceição (1650)
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Giovanni Battista Tiepolo, A Imaculada Conceição (1767-1768, Museo del Prado, Madrid)
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Sobre este tema ver também:

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Espelhos II

Peter Paul Rubens, Woman with a Mirror (c. 1640, Staatliche Kunstsammlungen, Kassel)
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"Since as you know, you cannot see yourself
So well as by reflection, I your glass
Will modestly discover to yourself
That of yourself which you yet know not of."
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Shakespeare.
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In M. Digby Wyatt, W. R. Tymms, The History, Theory, and Practice of Illuminating, London, Day and Son, 1861, p. 22 (2.ª parte)

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Arte & Ciência

Jan van Eyck, The Ince Hall Madonna (The Virgin and Child Reading) (1433, The National Gallery, Melbourne)
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Peter Paul Rubens, Virgin and Child (1624-1625, Staatliche Museen zu Berlin, Gemäldegalerie, Berlin)
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«For it is reliably known, that the great Rubens, and his predecessor Van Eyck, both Flemish artists, most assiduously studied chemistry in Germany before they applied themselves to painting; and that, to a great extent, the brilliancy of their colours was owing to their extensive knowledge of that science.»
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D. Laurent de Lara, Elementary Instruction in The Art of Illuminating and Missal Painting on Vellum, A Guide to Modern Illuminators, London, 1863, J, Weitheimer and Co., p. 31.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Retrato I

Peter Paul Rubens, Portrait of Jan Vermoelen (1616, Colecção Liechenstein, Viena).
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Anthony van Dyck, Portrait of an Old Man (c. 1618, Colecção Liechenstein, Viena).
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Diz o site da Colecção Liechenstein, que Jan Vermoelen (1589–1656) era de uma antiga e influente família de Antuérpia. O retrato pintado por Rubens captou-o antes do início de uma carreira de sucesso, que o conduziu a Comissário Geral e Almirante da Frota Espanhola. Junto dele está uma magnífica cadeira de braços, cujas ferragens douradas dão uma nota colorida ao quadro essencialmente branco e nregro. Uma cadeira semelhante aparece representada junto de um retrato de Van Dyck, um pouco mais tardio. Crê-se que tenha sido realizado quando este pintor estava a trabalhar na oficina de Rubens. Ambos os retratos têm um carácter prestigiante, o que lhes é conferido pela pose, pelo traje, pela sobriedade e também pelas cadeiras. Uma cadeira semelhante encontra-se na Casa de Rubens, mas é mais simples. No site dessa Casa refere-se que esta cadeira, cujo modelo era conhecido como "cadeira espanhola", foi mandada fazer por Rubens quando se tornou mestre da Guilda de São Lucas, em Antuérpia (1633).

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

O Casamento é a Mais Rica Aventura Humana

Piter Pauewl Rubens, The Union of Earth and Water (c. 1618, The Hermitage, St. Petersburg - link).
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O Casamento é a Mais Rica Aventura Humana Meu caro leitor! 
Se não tens tempo nem oportunidade para consagrar uma dezena de anos da tua vida a uma viagem em volta do mundo para observar tudo o que um circunavegador pode aprender; se te falta, por não teres estudado por muito tempo as línguas estrangeiras, os dons e os meios de te iniciar nas mentalidades diversas dos povos que se revelam aos cientistas; se não pensas em descobrir um novo sistema astronómico que suprima o de Copérnico, bem como o de Ptolomeu - então, casa-te; e mesmo que tenhas tempo para viajar, dons para os estudos e a esperança de fazer descobertas, casa-te do mesmo modo. Tu não te arrependerás, ainda que isso te impeça de conheceres todo o Globo terrestre, de te exprimires em muitas línguas e de compreenderes o espaço celeste; pois o casamento é e continuará a ser a viagem da descoberta mais importante que o homem pode empreender; qualquer outro conhecimento da vida, comparado ao de um homem casado, é superficial, pois ele e só ele penetrou verdadeiramente na existência. 
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Emmanuel Kant, in 'Considerações sobre o Casamento em Resposta a Objecções', do Citador.

quarta-feira, 17 de março de 2010

O Arco-íris II


Pintura de Rubens, Landscape with a Rainbow (c. 1630, Museu do Hermitage, São Petersburgo).
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«When all the world is a hopeless jumble
And the raindrops tumble all around,
Heaven opens a magic lane
When all the clouds darken up the skyway,
There's a rainbow highway to be found
Leading from your window pane
To a place behind the sun,
Just a step beyond the rain».
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E. Y. Harburg, Over the Rainbow (excerto).

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Descida da Cruz

Pintura de Rubens, Descida da Cruz (1612-1614, O.L. Vrouwekathedraal, Antuérpia).
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É extraordinária esta obra de Peter Paul Rubens (1577-1640), um dos pintores mais importantes da época barroca. Quem me chamou primeira a atenção para este quadro foi um amigo da minha mãe que é professor de estética na Sociedade Nacional de Belas-Artes.
É uma pintura notável. A figura de Cristo insere-se na diagonal ascendente da composição, contudo ele desce da cruz, estando a sua cabeça virada para baixo. Essa diagonal é branca: branco o pano em que vão envolver Cristo, branco o corpo de Cristo morto. Esse branco está rodeado de uma escuridão onde se vislumbram as restantes personagens. Entre elas sobressai São João, trajado de vermelho, como é próprio da sua iconografia. E esse vermelho é uma cor quente e vibrante, característica da pintura flamenga. Li algures que Rubens foi dos últimos pintores a saber compôr esse tom de vermelho. Mais discreta é a figura de José de Arimatéia, ricamente trajado, o qual seria o dono do sepulcro onde iria enterrar Jesus. No canto superior direito, deve-se observar o pormenor naturalista do homem que para fazer força, para envolver Jesus no pano de linho enquanto segura o corpo, morde o pano. Maria surge na escuridão, vestida de escuro, de luto, tentando tocar no filho, numa pungente mágoa que se pode observar na expressão dolorosa do seu rosto. Madalena, em baixo, segura um pé de Cristo, para quem olha triste, mas serena. A brancura rosada do seu braço prolonga o branco do corpo de Cristo, dando-lhe continuidade. No canto inferior esquerdo, junto da escada que foi utilizada para subirem à cruz, está uma natureza-morta, constituída por objectos ligados à paixão, entre os quais se encontra a coroa de espinhos.
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Margarida Elias.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Ave Maria

Pintura de Rubens.
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Ave Maria
Gratia plena
Maria, gratia plena
Maria, gratia plena
Ave, ave dominus
Dominus tecum
Benedicta tu in mulieribus
Et benedictus
Et benedictus fructus ventris
Ventris tuae, Jesus.
Ave Maria, gratia plena
Maria, gratia plena
Maria, gratia plena
Ave, ave dominus
Dominus tecum
Ave Maria
Mater Dei
Ora pro nobis peccatoribus
Ora pro nobis
Ora, ora pro nobis peccatoribus
Nunc et in hora mortis
Et in hora mortis nostrae
Et in hora mortis nostrae
Et in hora mortis nostrae
Ave Maria
Ave Maria, gratia plena
Maria, gratia plena
Maria, gratia plena
Ave, ave dominus
Dominus tecum
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