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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Sonhar

Salomon van Ruysdael, River Scene (1632, National Gallery, Londres)
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Had I the heavens’ embroidered cloths,
Enwrought with golden and silver light,
The blue and the dim and the dark cloths
Of night and light and the half light,
I would spread the cloths under your feet:
But I, being poor, have only my dreams;
I have spread my dreams under your feet;
Tread softly because you tread on my dreams.
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sexta-feira, 18 de julho de 2014

E barcos ainda mais

Desta vez a minha curiosidade começou com o Egon Schiele (1890-1918), que descobri que tem quadros de barcos lindíssimos. Procurando outros barcos, cheguei à conclusão (provisória) de que antes de meados do século XIX os pintores pintavam mais navios e barcos de guerra do que barcos mais simples. Mas desde meados de oitocentos até aos nossos dias, os barcos de recreio e de pescadores tornaram-se protagonistas de uma quantidade infindável de obras de arte, sobretudo na pintura. No artesanato também aparecem, como seria de esperar, e encontrei alguns bem engraçados que até têm direito a nome. Lembrei-me por fim dos barcos comestíveis, nomeadamente dos "támares", bolo típico da Nazaré que só descobri no ano passado.
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Salomon van Ruysdael, A River Landscape with Boats and Chateau (1645)
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Silva Porto, Canoas (1883, Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, Lisboa)
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Odilon Redon, The Mysterious Boat (c.1892)
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Raoul Dufy, Regatta at Cowes (1934, National Gallery of Art, Washingon)
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Almada Negreiros, Quem não viu Lisboa não viu coisa boa (1946-1948, Gare Marítima de Alcântara, Lisboa - in Restos de Coleccção)
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Álvaro Laborinho, Barco das chávegas, que entra (1931, Museu Dr. Joaquim Manso)
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Álvaro Ricardo Guincho (Nazaré), Barco do candil (miniatura) - Rumo ao mar (séc. XX, Museu Dr. Joaquim Manso)
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Támares (Nazaré)
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e Moliceiros (Aveiro)