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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Ainda da tranquilidade...

Jessie Willcox Smith (Pinterest)
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«Quem vive na tranquilidade, que seja mais activo; quem vive na actividade deve encontrar tempo para descansar. Segue a natureza: ela te lembrará que fez o dia e a noite.»
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domingo, 3 de fevereiro de 2013

O espírito do tempo


John White Alexander, Walt Whitman (1889, Metropolitan Museum of Art, New York)
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Columbano Bordalo Pinheiro, Antero de Quental (1889, Museu do Chiado - MNAC, Lisboa)
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Columbano Bordalo Pinheiro, Bulhão Pato (1911, Museu do Chiado - MNAC, Lisboa)
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Quando olhei pela primeira vez para a pintura de Walt Whitman, lembrei-me de Columbano e dos retratos posteriores a 1889, sobretudo de Bulhão Pato. Ao retornar a ver o retrato de John White Alexander, comecei a ficar cada vez mais fascinada com a qualidade da pintura, do contraste do branco com o negro, dos detalhes do rosto e das mãos. Hoje notei a data - 1889. Certamente, Columbano não terá visto o retrato de Whitman quando pintava o de Antero, mas têm algo em comum, fruto de um mesmo espírito do tempo, do mesmo respeito pelo outro que se está a retratar e cuja alma se deseja eternizar. Dizia Séneca: «Não devemos computar a idade pelos anos, senão pelos procedimentos».
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Séneca, in Jorge Segurado, Raul Lino, Lisboa, ANBA, 1975, p. 15.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Sobre a luz

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«Todos aqueles que a fortuna pôs em evidência, que se distinguiram como agentes e participes de um poder alheio, somente gozaram de reputação e viram as suas casas cheias de visitantes enquanto em posição de destaque: assim que desapareceram, rapidamente foram esquecidos. Em contrapartida, o apreço que se dá aos homens de génio cresce sempre; e não são apenas eles que recebem homenagem, mas tudo quanto está ligado à sua memória.
(...) Tu atribuis uma certa grandeza ao tipo de vida que deverás abandonar; embora tenhas uma antevisão da vida sábia e tranquila a que irás aceder, o brilho aparente da vida mundana continua a atrair-te, como se o facto de abandonares a sociedade equivalesse a caíres numa vida de obscuridade completa. Estás enganado, Lucílio: passar da vida mundana à vida da sabedoria é uma ascensão! A luz distingue-se do reflexo por ter a sua origem em si mesma, enquanto o reflexo brilha com luz alheia; a mesma diferença separa os dois tipos de vida: a vida mundana tira o seu brilho de circunstâncias exteriores, e o mínimo obstáculo imediatamente a torna sombria; a vida do sábio, essa brilha com a sua própria luminosidade!».
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Séneca, in 'Cartas a Lucílio' in Citador.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Navegar

Pintura de José Cardoso, Velas e Espuma (2007).
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«Um timoneiro que se preze continua a navegar mesmo com a vela despedaçada».
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terça-feira, 11 de maio de 2010

Conhecimento

Pintura de Henri Martin, Girl by a Fountain (c. 1896).
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«A natureza deu-nos as sementes do conhecimento, não o próprio conhecimento».
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Séneca,
citado por Luis Señor González (2003).

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

No baloiço


Pintura de Paul Delaroche, Jeune fille à la balançoire (1845, Musée des Beaux-Arts de Nantes).

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«Quem vive na tranquilidade, que seja mais activo; quem vive na actividade deve encontrar tempo para descansar. Segue a natureza: ela te lembrará que fez o dia e a noite»
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