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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Ainda as rendas

Nicolaes Maes, The Lacemaker (1657)
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Johannes Vermeer, The Lacemaker (1669-1671, Musée du Louvre, Paris)
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Vasily Tropinin, The Lacemaker
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Sofia Martins de Souza, Interior [Rapariga fazendo renda de bilros] (Museu Nacional de Soares dos Reis)
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Louis Valtat, La Dentelliere (1906)
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Salvador Dali, The Lacemaker (After Vermeer) (1954-1955)
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João Vitalino, Escultura (Museu Nacional de Etnologia)

terça-feira, 1 de março de 2016

Primavera em marcha :-)

Iluminura com uma mandrágora, manuscrito Tacuinum Sanitatis (Séc. XV)
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"... and in March several of the Mandrakes threw a loud and raucous party in greenhouse three. This made Professor Sprout very happy."
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J. K. Rowling, Harry Potter and the Chamber of Secrets.
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Claude Monet, An Orchard in Spring (1886)
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Depois de um post da semana passada, por acaso, estive a rever a obra de Monet, e reconfirmei que é ainda um dos meus pintores preferidos.
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E, depois de um mini-diálogo com a Ana, do blogue (In)Cultura, acerca do gosto, descobri esta pintura de Dali, de que gosto bastante, e se adequa ao título deste post.
Devo dizer que gosto do Surrealismo do ponto de vista intelectual - admiro Breton -, é a sua tradução visual que nem sempre me agrada. Talvez um dia mude de ideias...
Fica igualmente uma pintura de Max Ernst com um tema que também se adequa ao da marcha - e uma marcha para Oeste, o que me faz sempre lembrar o final de O Senhor dos Anéis:

Max Ernst, Barbarians Marching to the West (1937, Hamburger Kunsthalle, Hamburg)
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Fica ainda uma marcha de Chagall, que não foi do grupo surrealista (se bem me recordo), mas cuja obra tem aproximações ao Surrealismo, particularmente por via do onírico. Julgo que é um pintor de que tanto eu como a Ana gostamos:

Marc Chagall, Marching (1915)
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Por fim, fica outra marcha, esta para o lugar onde as luzes do céu tocam a terra (aurora boreal) - que é de um dos meus filmes preferidos da Disney - Brother Bear (2003). Esperando que a Primavera esteja em marcha para o nosso Hemisfério.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

"Trompe l'oeil" como princípio artístico das primeiras naturezas mortas

O "trompe l'oeil" é considerado um importante princípio criativo na história da natureza morta, pois a sua prática requeria um estudo intensivo das leis da óptica. Os "trompe l'oeil" são populares desde a Antiguidade e foram produzidos na Idade Média, existindo exemplos na pintura de Giotto.

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O ilusionismo desenvolveu-se no séc. XV, ligado ao pensamento empírico que procurava a experiência directa e a observação da natureza.

Francesco di Giorgio Martini, Studiolo do Palácio Ducal de Urbino
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O interesse pelo "trompe l'oeil" também surgiu na Itália de Quatrocentos, através dos embutidos em madeira, que reproduziam verdadeiros quadros de natureza morta. Estes embutidos exibem um elevado grau de abstracção, pelo monocromatismo e estilização formal.

Posteriormente, a natureza morta em "trompe l'oeil" continuou a estar em voga, nomeadamente na arte barroca, pelo seu carácter sedutor de surpresa e encenação. No entanto, podem-se encontrar obras em "trompe l'óeil" aplicadas a outros temas e até aos dias de hoje.

Salvador Dali, Overture in trompe l'oeil (c. 1972)
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Bibliografia:
Norbert Scneider, Still Life Painting in the Early Modern Period, Taschen, 1994.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Perfeição

Pintura de Thomas Couture, Jeune femme cousant (c. 1870).
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«Have no fear of perfection - you'll never reach it.»
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Salvador Dali.