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sábado, 4 de janeiro de 2014

domingo, 22 de dezembro de 2013

3 Dias para o Natal - O Peru

«Il a toujours été de tradition de festoyer à Noël avec un plat à base de volaille, essentiellement des oies, car il représentait l'oiseau solaire et garantissait la protection du soleil à celui qui en mangeait.
C'est lorsque la dinde fut ramenée d'Amérique par les colons espagnols et que son intérêt gastronomique fut reconnu en Europe qu'elle s'y imposa, vers 1570. D'ailleurs, le nom de dinde vient du fait que les premières dindes trouvées et ramenées en Europe ont été baptisées «poules d'Inde» par les espagnols croyant revenir de l'Inde.
La dinde remplaça l'oie au menu de Noël, car elle représentait un volatile exotique qui, du fait de sa rareté, était dégusté en temps de grandes fêtes.
La première dinde servie lors d'un repas en France aurait eu lieu lors du banquet de noces de Charles IX en 1570. La première dinde à être mangée au cours d'un repas de Noël, aurait été à la table du souverain du Saint-Empire l'empereur Charles VII (1697 - 1745)» (Wikipedia).
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René Goscinny e Albert Uderzo, La Grande Traversée (1975 - Link)
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Ustad Mansur, A turkey-cock brought to Jahangir from Goa in 1612 (Link)
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O António Maria, 30 de Dezembro de 1880 (Link)
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Almada Negreiros, O Perú (Museu Abade de Baçal - Link)

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

20 Dias para o Natal - O Azevinho e o Visco

(c. 1910 - Link)
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O AZEVINHO

Traduzindo e resumindo o artigo francês da Wikipedia, o azevinho (Ilex aquifolium) é um arbusto ou pequena árvore, de folha perene, que cresce de forma espontânea na Europa. É símbolo da persistência da vida vegetal no Inverno, sendo por isso adoptado no Natal, como sinal de imortalidade. Contudo, o seu significado simbólico não é somente cristão. Na saga de Harry Potter, a varinha de Harry era feita de madeira de azevinho.
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Azulejo (1750 - 1775, Museu Nacional do Azulejo - Link)
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No site da Nova Acrópole há um interessante artigo de Carmen Morales que aborda o tema do azevinho. De acordo com o seu texto, em Inglaterra o azevinho está ligado ao amor e à esperança, bem como à lenda de Tristão e Isolda, sendo também símbolo de protecção e de firmeza.
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Nicholas Francois Regnault, Holly (1774- Link)
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Num texto de Nuno Cruz António (Link) é referido que a procura dos ramos do azevinho, sobretudo na quadra natalícia, tornou rara esta planta, na sua forma espontânea, pelo menos em Portugal, pelo que a sua recolha é proibida (Cf. também o seguinte link).
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Johanna Helena Looisen, A still life with christmas-pudding, holly and wine (Link)
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O VISCO

O visco (Viscum album) é uma planta semi-parasita, que tem antigo valor simbólico. Por curiosidade, sabe-se que era um dos ingredientes principais da poção mágica de Panoramix :-)
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(Link)
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O visco era olhado desde o tempo dos celtas como símbolo de imortalidade, vigor e regeneração. O mais raro é o que cresce no carvalho, sendo aquele que era usado pelos druidas e colhido com uma foice de ouro (costume referido por Plínio). Cf. Jean Chevalier e Alain Gheerbrant, Dictionnaire des Symboles, Paris, Éditions Robert Laffont, 1982, p. 492.
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Lucia Bliss, A Christmas Bouquet (1885 - Link)
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Provérbio francês:
"A qui trouve un chêne portant du gui, la fortune sourit et l'on croit qu'un trésor et caché non loin."
(Link)
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Anton Seder, Holly & Mistletoe Trees (1890 - Link)
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De acordo com a Wikipedia, na versão inglesa, mas também na francesa, acredita-se que o Ramo de Ouro de Eneias era feito de visco. Para os gregos, era o símbolo de Hermes, mensageiro dos deuses. Em muitas culturas o visco era símbolo de amor, fertilidade e vitalidade. Com o Cristianismo, o seu simbolismo tendeu a manter-se. O costume de o usar nas decorações de Natal é relatado desde o séc. XVIII e, segundo a tradição corrente nos países de influência inglesa, o ramo não deve tocar o chão, e depois de pendurado, assim deve ficar até ao Natal seguinte, para proteger a casa dos relâmpagos e do fogo.
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George Bernard O’Neil, Hanging the Mistletoe (1892 -Link)
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Ainda na Wikipedia, podemos ler que o costume de um casal se beijar debaixo de visco é provavelmente de origem escandinava. Em 1820, Washington Irving relatava:

«The mistletoe is still hung up in farm-houses and kitchens at Christmas, and the young men have the privilege of kissing the girls under it, plucking each time a berry from the bush. When the berries are all plucked the privilege ceases».
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Norman Rockwell, Merrie Christmas Couple Dancing Under the Mistletoe (Link)
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segunda-feira, 25 de março de 2013

Por onde andará a Primavera?

Será culpa do Gargamel (ou Gasganete) que raptou a Mãe Natureza (Link)?

(Link)
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Ou será outro o caso, igualmente nefando?
Contado aqui*:

Que teve boa solução:

*BD publicada pela primeira vez em 1966 no Pilote, n.º 334, in R. Gosciny e A. Uderzo, Astérix la Rentrée Gauloise, Les Éditions Albert René.
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Entretanto, vamos-nos preparando para a Páscoa

(Link)

E tomando notas para festejar condignamente a Primavera:

Patrick McDonnell (Link).

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Para o dia da alimentação

Floris Gerritsz van Schooten, Still-Life with Glass, Cheese, Butter and Cake.
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Falarei sobre o queijo, não porque seja o meu alimento favorito (embora eu goste bastante), mas porque achei graça a uma citação de G.K. Chesterton: «Poets have been mysteriously silent on the subject of cheese». No entanto existem alguns poemas, como a fábula do corvo e da raposa (Le Corbeau et le Renard) de Jean de La Fontaine

Maître Corbeau, sur un arbre perché,
Tenait en son bec un fromage.
Maître Renard, par l'odeur alléché,
Lui tint à peu près ce langage :
Hé ! bonjour, Monsieur du Corbeau.
Que vous êtes joli ! que vous me semblez beau !
Sans mentir, si votre ramage
Se rapporte à votre plumage,
Vous êtes le Phénix des hôtes de ces bois. 
A ces mots le Corbeau ne se sent pas de joie ;
Et pour montrer sa belle voix,
Il ouvre un large bec, laisse tomber sa proie.
Le Renard s'en saisit, et dit : Mon bon Monsieur,
Apprenez que tout flatteur
Vit aux dépens de celui qui l'écoute :
Cette leçon vaut bien un fromage, sans doute. 
Le Corbeau, honteux et confus,
Jura, mais un peu tard, qu'on ne l'y prendrait plus.

O tema é também recorrente nas bandas desenhadas de Asterix:

Na Suiça
René Goscinny e Albert Uderzo, Asterix chez les Helvètes (1970).

ou na Córsega
René Goscinny e Albert Uderzo, Asterix en Corse (1973).
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Fica também um excerto de um dos meus filmes preferidos, que não é sobre queijo - mas ele também aparece, furtivamente ...

terça-feira, 20 de outubro de 2009