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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Afinidades III (e repescando)

Jan Van Eyck, Deus todo Poderoso (1430-1432, Altar de Ghent, Museu de Belas-Artes de Ghent)
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Retábulo de São Nicolau (séc. XV, Groeningemuseum, Bruges)
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Vasco Fernandes, S. Pedro (c. 1530-1535, Museu de Grão Vasco, Viseu)
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Gaspar Vaz, S. Pedro (Mosteiro de São João de Tarouca, Tarouca)
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Garcia Fernandes, Santíssima Trindade (1537, Museu Nacional de Arte Antiga) 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Dia de Reis

Adoração dos Reis Magos (séc. XIV, Museu Nacional de Arte Antiga - Link)
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Os Três Reis Magos, segundo a tradição cristã ocidental, são santos e têm os nomes de Melchior, um sábio persa, Gaspar, um sábio da Índia e Baltazar, um sábio árabe. São representados como reis e simbolizam as três idades do Homem. Gaspar é figurado como um velho e traz o ouro, sendo o primeiro a ajoelhar-se junto de Cristo. Melchior é um homem de meia-idade e oferece o incenso. Baltazar é jovem, geralmente de pele negra, e traz mirra. Na Igreja Cristã Ocidental, o Dia de Reis corresponde a um dia de Epifania e é celebrado no dia que se segue aos 12 Dias de Natal. (Link)
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Oficina Simon Bening, Horas da Virgem - Adoração dos Magos (1530-1534, Museu Nacional de Arte Antiga - Link)
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Vasco Fernandes  e Francisco Henriques, Adoração dos Reis Magos - Políptico da Capela-Mor da Sé de Viseu (1501-1506, Museu Grão Vasco - Link))

(detalhe de Baltasar, figurado como um índio americano)
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Adoração dos Reis Magos - Contador (1651-1700, Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves - Link)
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António e Dionísio Ferreira (atribuído), Peça do Presépio da Madre de Deus - Cavalgada dos Reis Magos (1700-1730, Museu Nacional do Azulejo - Link)
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Painel de azulejos de composição figurativa - Adoração dos Reis Magos (1760-70, Museu Nacional do Azulejo - Link)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A Apresentação no Templo

Pintura de Vasco Fernandes, Apresentação no Templo (c. 1506-1511, Museu de Lamego).
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«Figuram nesta pintura, no interior de uma capela com características renascentistas, a Virgem, São José e o velho Simão com o Menino sobre os braços e duas mulheres jovens, colocadas à esquerda, uma das quais segura uma cesta com pombos da oferenda. No lado oposto, a figura da anciã Ana. São Simião veste um manto de brocado castanho dourado, rematado por tintinelas diferentes. Ao fundo duas janelas deixam ver uma paisagem nórdica, e sobre os personagens, dois anjos suspensos que assinalam a presença da Arca da Aliança, reservada sob um dossel. As janelas e o óculo permitem a entrada da luz, contribuindo para um efeito cenográfico notável»
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Baltasar


Pintura de Vasco Fernandes (Grão Vasco), Adoração dos Magos (1501-1506, Museu de Grão Vasco, Viseu).
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Esta pintura é uma curiosidae iconográfica da pintura portuguesa porque o Rei Mago negro é figurado por um índio brasileiro, o que remete para a descoberta do Brasil por Pedro Álvares Cabral, em 1500.
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«Tinha na cabeça um turbante branco e dos seus ombros caía um longo manto verde bordado de pérolas. A sua cara era preta.
- Boa noite - disse ela. - O meu nome é Joana. E vamos com a estrela.
- Também eu - disse o rei - caminho com a estrela e o meu nome é Baltasar».
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Sophia de Mello Breyner Andresen, A Noite de Natal (1959).

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Criação

Pintura de Vasco Fernandes, Criaçao dos Animais (1506-11, Museu de Lamego).
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Imagination is the beginning of creation. You imagine what you desire, you will what you imagine and at last you create what you will.
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George Bernard Shaw.

sábado, 28 de junho de 2008

São Pedro de Grão Vasco

Pintura de Vasco Fernandes, S. Pedro (c. 1530-1535, Museu de Grão Vasco, Viseu).
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Pertencente ao Museu Grão Vasco, em Viseu, o quadro de São Pedro, pintado por Vasco Fernandes, é uma das obras mais emblemáticas do Renascimento Português. Representa o Santo no trono, simbolizando o seu papel de fundador da Igreja Católica. Enquanto a mão direita abençoa aqueles que o observam, a mão esquerda segura um livro aberto, sobre o colo, provavelmente a Bíblia. O trono está situado num interior, ladeado por duas janelas que deixam entrever cenas exteriores, figurando momentos da vida do Santo e apóstolo de Cristo - o milagre de Jesus caminhando sobre as águas e o encontro do Santo com Jesus à saída de Roma.
Demonstrando a sua grande qualidade como obra pictórica do século XVI, devemos notar no naturalismo da representação, na qualidade das texturas, nas referências à arquitectura renascentista, na perspectiva centralizada e na estabilidade conferida pela simetria da composição.
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Texto de Margarida Elias.