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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Flor de Outubro: Calêndula

Johann Georg Sturm, «Echte Ringelblume, Calendula officinalis», in Deutschlands Flora in Abbildungen (1796)
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Kate Greenaway, Marigold Garden, 1885
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Walter Crane, Shakespeare's Garden (Cassell & Co., 1909)
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Dante Gabriel Rossetti, Marigolds (1873, Nottingham Castle Museum and Art Gallery)
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Koloman Moser, Ringelblumen (1909, Leopold Museum, Viena)
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Gwen John, Study of Marigolds (1918)
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Emil Nolde, Flower Garden (marigolds(1919)
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Felix Vallotton, Marigolds and Tangerines (1924)
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Cicely Mary Barker, The Marigold Fairy
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Pacote de sementes da Tuckers Seed House (c. 1920)
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Poster da American Marigold Society (Pacific Horticulture)

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Afinidades V

Aurélia de Souza, Auto-retrato (1900, Museu Nacional Soares dos Reis)
Gwen John, Self-Portrait (1902, Tate Britain, Londres)

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

No Dia dos Correios

Desde que há internet que se tornou cada vez mais raro escrever e receber cartas. Mas, ainda assim, aqui fica a minha homenagem a esta antiga instituição.
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Gerard Terborch, Women writing a letter (c. 1655, Mauritshuis Royal Picture Gallery, Hague - Link)
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Johannes Vermeer, Girl reading a letter at an open window (1657, Gemäldegalerie, Dresden - Link)
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Gabriel Metsu, Man writing a letter (c. 1664, National Gallery of Ireland, Dublin - Link)
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Jean-Baptiste-Simeon Chardin, Lady sealing a letter (c. 1732, Bildergalerie - Link)
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Alfredo Keil, Leitura de uma carta (Museu do Chiado-MNAC - Link)
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Gwen John, Self portrait with letter (1907 - Link)
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Julian Alden Weir, The letter (c. 1910 - Link)
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«I have only made this letter longer because I have not had the time to make it shorter.»
 Blaise Pascal, 1657.
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Entre geminações e outros pensamentos, nomeadamente sobre animais

Gwen John, Study of a Cat (Link)
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Vem este post a propósito de várias coisas:
1) Os posts de Ana e de MR no Prosimetron;
2) Hoje ser o dia das pessoas estranhas, segundo ouvi no programa das Manhãs da Comercial;
3) O livro Rosas de Atacama de Sepúlveda, mais especificamente os contos sobre o cão Fernando e o gato Zorbas.

Sou uma pessoa estranha, talvez em muitas coisas, mas numa sou mesmo estranha. Adoro animais e, na verdade, quando vejo alguém ter medo de animais, penso que eu tenho mais medo de algumas pessoas de que de muitos animais. Nunca nenhum animal me fez mal pelas costas, nunca nenhum animal fingiu ser meu amigo, nunca nenhum animal me tratou mal por me ver triste ou mal vestida - pelo contrário. Os animais são previsíveis e instintivos. Eu sei que um animal me ataca se tiver medo ou fome, ou se eu lhe fizer mal - é perfeitamente normal. Já levei dentadas de cães e arranhadelas de gatos, mas posso garantir que foi uma dor que passou rapidamente. Claro que aprendi a lição e não voltei a meter um dedo numa gaiola de hamster; tenho muito cuidado em mexer em patas de cães; não me aproximo de um gato assanhado ou de um cão que me esteja a ladrar. Já estive a brincar com lobos e foi um dos melhores momentos da minha vida. São animais magníficos.
Os cães e os gatos são até bastante leais e bons companheiros. Razão pela qual, talvez, sejam utilizados em terapias. Razão pela qual, talvez, eu me comova de uma maneira absurda a ler histórias de cães e de gatos. Sou uma fã de São Francisco. Já chorei a ver miúdos a apedrejarem uma osga; e, enfureci o meu instrutor de condução porque parava na estrada para deixar passar os pombos. Isto para além das saudades que tenho da minha querida cadela Gipsy, que morreu há cerca de 13 anos.
Um dos meus livros preferidos é o Animais nossos amigos com ilustrações de Raul Lino e poemas de Afonso Lopes Vieira. Adorei o livro Marley e eu de John Grogan; o Cão como nós do Manuel Alegre e o livro História de uma gaivota e de um gato que a ensinou a voar de Sepúlveda. Choro sempre quando vejo um episódio da série Garfield and friends, em que o pobre do Odie é levado para um canil e é quase morto, porque julgam que ele é um cão de rua. E, entre outras coisas, adorei as histórias do Sepúlveda sobre o cão Fernando e o gato Zorbas.
Que me desculpem as pessoas que não gostam de animais, mas este post vai em homenagem a todos os animais deste mundo, sobretudo aos cães e aos gatos. Quero acreditar (como disse aos meus filhos) que o Spike é hoje uma das estrelas que brilham no céu, assim como a Gipsy, a Princesa, o King, o Gorby, o Boss, a Baguera, entre tantos outros.

sábado, 20 de novembro de 2010

O Chá I

Gwen John, The tea pot (c. 1915-16, Yale University Art Gallery).
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«Find yourself a cup of tea; the teapot is behind you.  Now tell me about hundreds of things».
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