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sexta-feira, 5 de julho de 2019

Uma frase

William Hogarth, The Laughing Audience (ou A Pleased Audience)
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«Convém sempre que nos esforcemos mais por ser interessantes do que por ser exactos; porque o espectador perdoa tudo menos a sonolência».
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Voltaire.
Citação retirada do livro Dicionário de Citações e Provérbios, de Luis Señor González, publicado pelo Correio da Manhã, em 2004, p. 16.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Dia X: «Ten Lords a Leaping»

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On the tenth day of Christmas
my true love sent to me:
Ten Lords a Leaping
Nine Ladies Dancing
Eight Maids a Milking
Seven Swans a Swimming
Six Geese a Laying
Five Golden Rings
Four Calling Birds
Three French Hens
Two Turtle Doves
and a Partridge in a Pear Tree
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Anthony van Dyck, George Villiers, 2nd Duke of Buckingham and His Brother Lord Francis Villiers (1635, Royal Collection, Windsor Castle, Londres)
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William Hogarth, Lord Hervey and His Friends (c.1738-c.1739, The National Trust, Ickworth, Suffolk)
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George Stubbs, Lord and Lady in a Phaeton (1787, National Gallery, Londres)
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Thomas Gainsborough, Lord Hastings, Governor of India (1783-1784, Museu de Arte, Sao Paulo)
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Thomas Phillips, Lord Byron (1824)
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John Singer Sargent, Lord Ribblesdale (1902, National Portrait Gallery, Londres)

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Do casamento

Jan Bruegel (o Velho), Wedding banquet (Museo del Prado, Madrid - Link
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Jan SteenA Village Wedding (1653, Museum Boymans van Beuningen, Rotterdam - Link)
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William Hogarth, The Wedding of Stephen Beckingham & Mary Cox (1729-30, Metropolitan Museum of Art, New York - Link)
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Konstantin Makovsky, Preparing for the wedding (1884 - Link)
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Johann HamzaThe Wedding (Link)
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Kasimir MalevichThe wedding (1907)
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Marc Chagall, The Three Candles (1938-40 - Link)
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sábado, 6 de junho de 2009

A Pintura Barroca

Pintura de William Hogarth, The Graham Children (1742, National Gallery, Londres).
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Gosto muito de pintura barroca e com o tempo fui aprendendo a admirá-la em todas as suas versatilidades, desde os caminhos iniciais mais tenebristas, até à linguagem final, rocaille, cheia de leveza e de efeitos decorativos. É o caso desta pintura de Hogarth (1697-1764) que sempre me apaixonou. Desde a naturalidade das figuras, os rostos alegres das crianças, passando pelos trajes (sou profundamente admiradora do trajo do século XVIII - mesmo se pensarmos que nesta época as crianças se vestiam como adultos, com roupas pouco próprias para brincar) - até ao jogo divertido que se pode ver entre as personagens: a menina mais velha olhando o espectador, dando a mão ao bebé, que largou um brinquedo no chão e olha para o pássaro na gaiola; o rapaz que toca a caixa de música e também observa o pássaro, como se este estivesse a cantar de acordo com a música da caixa. A outra menina faz uma pose para o retrato. E, no meio de tudo, um gato olha o pássaro, provavelmente interessado em caçá-lo. Os detalhes, os jogos, os coloridos, tudo contribui para o tom alegre da composição - apesar do perigo anunciado pelo gato, que faz pensar na Raia de Chardin. Outro pormenor é o das cerejas na mão da menina mais velha - o bebé estará a olhar para o pássaro, ou para elas? - remetendo a temporalidade desta composição festiva para os meses de verão. O próprio colorido, o fundo escuro de onde sobressaem os tons claros das vestes, em azuis, dourados, acobreados, as flores nas cabeças das meninas mais velhas, fazem pensar em música barroca, nomeadamente na «Sinfonia dos Brinquedos» de Leopold Mozart.
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Texto de Margarida Elias.
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