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«- Olha cá, espera, homem. Então nem um cálice do meu bastardo, hem? olha que é do que tu gostas.- Prefiro uma garrafa em minha casa.
- Lá franco no pedir és tu! Mas do que ninguém se gaba é de saber o gosto ao teus moscatel.
- Querias talvez que eu te mandasse um presente de vinho?! Era o que me faltava! presentes de vinho! – e a um frade!...»
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Júlio Dinis, As Pupilas do Senhor Reitor, Lisboa, Edições Amigos do Livro, p. 102.
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