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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Cantar

Jean Etienne Liotard, Young Girl Singing into a Mirror.
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«Antes he yo oído decir -dijo don Quijote- que quien canta, sus males espanta».
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Cervantes.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Brincar I


Harold C. Harvey, Pioneer of Aerial Navigation.
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Harry Brooker, A Critical Moment (A House of Cards) (1889).
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  Albert Anker, Kinderfrühstück (1879, Kunstmuseum Basel).
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Jean-Etienne Liotard, Fillette à la poupée (c. 1760).
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Peter Blake, The Toy Shop (1962, Tate Gallery, London).
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It is better to play than do nothing
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O Chá

 
Jean Liotard, Still Life Tea Set (1783).
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«Bebe-se chá para esquecer o bulício do mundo».
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T'ien Yi-Heng.

domingo, 14 de novembro de 2010

Chocolateiras

Jean-Etienne Liotard, A Lady pouring Chocolate ou 'La Chocolatière' (c. 1744, National Gallery, Londres).
  Raimundo de Madrazo y Garreta, Hot Chocolate.
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Sendo semelhantes, estas pinturas são diferentes, mas ambas mostram chocolateiras:
«Nos mosteiros espanhóis do Novo Mundo, utilizava-se um recipiente bojudo (...) de barro ou de cobre estanhado, materiais que conservavam o calor. Tal como os aztecas, batia-se o chocolate até fazer espuma com uma varinha de madeira (...) chamada molinete.
No século XVII, a propagação em Espanha de uma receita mais açucarada foi naturalmente acompanhada por uma transformação dos recipientes. As chocolateiras tiveram então o requinte do líquido que enfeitiçava as mulheres.
A folha de Flandres ou o estanho, muito utilizados, foram substituídos por materiais mais dignos de irem à mesa dos nobres, como a prata (...). Uma pega horizontal feita de madeira preciosa evitava que se queimassem os dedos. O bico era colocado na parte superior (...) e um orifício no meio da tampa permitia enfiar o molinete de buxo. Três pés alteavam a chocolateira (...).
A primeira chocolateira de prata conhecida foi oferecida a Luís XIV pelo embaixador do Sião, em 1686. (...) Possuir uma chocolateira era apanágio da alta sociedade, e Madame de Sévigné não imaginava sequer poder passar sem ela. (...)».
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Katherine Khodorowsky e Hervé Robert (2000).

«Trembleuse»

Jean-Étienne Liotard, La Belle Chocolatière (1745, Gemäldegalerie, Dresden).
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No século, na Espanha, surgiram as primeiras chávenas para beber chocolate. Por iniciativa do marquês de Mancera foi inventada a mancerina ou trembleuse, que tinha a particularidade de se aconchegar num prato côncavo, que lhe dava estabilidade. No século XVIII, com o aperfeiçoamento do fabrico da porcelana, foram elaborados luxuosos serviços para chocolate, entre os quais a Manufacture de Sèvres se transformou na referência mais prestigiada.
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Katherine Khodorowsky e Hervé Robert (2000).