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terça-feira, 27 de junho de 2017

Da Lua

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Winslow Homer, Moonlight (1874)
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José Malhoa, Nascer da Lua, Últimos Raios de Sol (Museu José Malhoa)
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David Davies, Moonrise (c. 1894, Cbus)
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René Magriite, Souvenir de voyage (1962-1963)
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Norman Rockwell, Man on the Moon (1967)
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Mais do mesmo andou por aqui a 19 de Janeiro de 2014.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Das memórias

Henri Matisse, Memory of Oceania (1952-1953)
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«(…) We’re defined by our memories. We’re the product of our memories. That’s it.»
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Alex Scarrow, Time Riders, City of Shadows, Puffin, 2012, p. 209. 
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René Magritte, Memory of a Journey (1955)
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«Ah well now… who’s to say anybody’s memories are for real? Hmm? (…) You know, perhaps the whole universe, is just a big pretend – someone’s idea of a funny joke. (…)»
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Alex Scarrow, Time Riders, City of Shadows, Puffin, 2012, p. 268.
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Maria Primachenko, An Outer Space Memory (1977)
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«Most people's memories are unreliable the things we see, that people say.
And they change over time too.
Your past is an illusion.»
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Legion (2017)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Um desabafo - sobre o sensacionalismo e o sectarismo

Roger Weik, Difference of Opinion (2016)
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Não aprecio política e fujo das notícias como o diabo da cruz. Cresci numa época em que era normal ver o telejornal à hora do jantar, mas não consigo obrigar os meus filhos a isso. Porquê? Por inúmeras razões, sendo que as principais prendem-se com o tipo de jornalismo que se faz hoje em dia. 


Quando eu era pequena, o telejornal demorava cerca de 30 minutos e tinha uma sequência lógica. Começava com as notícias políticas e económicas do país, passava para as notícias internacionais, depois ia para o desporto e factos culturais. No fim, apareciam as reportagens brilhantes do Fernando Pessa, que terminavam com o «E esta, hein?» 
Não se viam mortes horríveis, nem jornalistas a entrevistaram uma pessoa com a casa em chamas e a perguntarem-lhe: «como é que se sente?» A última vez que acho que vi o telejornal com atenção foi quando um jornalista, à hora do jantar, se lembrou de dizer: «as seguintes imagens podem chocar algumas pessoas». E depois tive o "prazer" de ver, enquanto jantava, uma pessoa a auto-imolar-se. Acho imoral, Assim como acho amoral que se coloquem as notícias do futebol ao mesmo nível que a dos refugiados sírios, ou outra desgraça qualquer, isto enquanto se conta a história de um divórcio de celebridades. Não consigo obrigar ninguém, incluindo eu própria, a passar por esta provação.

Honoré Daumier, Leaving School (c. 1847-1848)

Dito isto, dirijo-me à questão que motivou este "post", tão incaracterístico deste blogue. Se há coisa que me põe os "nervos em franja" é o facto de certas pessoas aceitarem tudo o que fazem os governos conservadores de direita e, muitas vezes, aplaudirem. Vem um governo de esquerda, e ainda antes de este ter feito alguma coisa, subitamente, desata tudo a reivindicar. E reivindicam mesmo contra as leis que antes tinham aplaudido! 
Acho normal as pessoas mudarem de ideias. Eu tenho poucas certezas e arrepiam-me as pessoas que só têm certezas. Mas não acho normal uma pessoa mudar de ideias consoante os governos que estão à frente e cheira-me a oportunismo. Parece-me que as pessoas perante um governo conservador acham que têm de aceitar tudo de orelhas baixas. Mas, perante um governo mais liberal, sentem-se no direito de protestar por qualquer coisa, alto e bom som. E dão-se ao luxo de atribuir culpas a quem não tem culpa.
Não sei o que disse António Costa (porque não vejo notícias), mas vi uma pessoa a queixar-se de que os filhos estão demasiado tempo na escola. Ora, quem inventou que os pais deviam estar 40 horas / semana no trabalho foi o governo anterior. Se as crianças não tiverem avós que tomem conta delas, obviamente que têm de ficar na escola ou no ATL. E nem sequer é 40 horas. É mais 1 hora por dia, contando que os pais depois de deixarem e antes de irem buscar as crianças, têm de se deslocar e não possuem o dom do tele-transporte.

René Magritte, La culture des idées (1927)

Graças, talvez, à minha formação em História, tenho o hábito de saber atribuir o seu a seu dono. Sou tão capaz de criticar um governo de esquerda como um de direita. Apesar de ser de esquerda, se alguém de direita fez alguma coisa boa, sou capaz de a aplaudir. Se alguém de esquerda fez alguma coisa de que discordo, sou capaz de a criticar. Tenho os meus valores e as minhas ideias, muitas dúvidas. Quando mudo de ideias, tenho a humidade de o admitir, mesmo que me custe no orgulho. Aliás, uma das poucas certezas que tenho é de que não existem pessoas perfeitamente boas, nem perfeitamente más, em qualquer quadrante político, social ou religioso. Talvez por isso, não consigo aderir a nenhum partido político actual.
E sempre detestei este esquema português de obrigar os pais a estarem horas sem fim no trabalho quando têm crianças pequenas, que ficam horas sem fim na escola. Aliás, acho que devia haver uma carga menor de horário para famílias com crianças pequenas (por exemplo com menos de 12 anos), assim como para pessoas que têm a seu cargo pessoas idosas e/ou doentes. Seria mais justo, seria mais lógico.
Tenho dito.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Feliz Ano Novo!

René Magritte, Les Nouvelles années (1942)
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Com votos de

«
Paz
Amor
Saúde
Alegria
Sucesso
Coragem
Harmonia
Inspiração
Resiliência
Imaginação
Criatividade
Prosperidade
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FELIZ 2016!

terça-feira, 4 de março de 2014

Marcha de Carnaval

Rene Magritte, The triumphant march (1947)
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«Que ideia a de que no Carnaval as pessoas se mascaram. No Carnaval desmascaram-se.»
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Isolino Vaz, Carnaval (Museu José Malhoa)

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

E do mesmo para as maçãs

Albrecht Dürer, Adão e Eva (1507 - Link)
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A Macieira 

Tantas ainda por cair! Vinde colhel-as! 
Abanae a macieira e cairão estrellas! 
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António Nobre, «Á Toa» (excerto) (Link)
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Carl Larsson, Apple Orchard (Link)
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Paul Cézanne, Aples (1878,  Fitzwilliam Museum, England - Link)
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«Il n’a nullement le sentiment de renier l’impressionnisme, mais plutôt de le conduire jusqu’à sa vérité encore cachée: (...) il y a un indicible quelque chose qui est et qui demeure, la colossale présence du monde, telle qu’elle s’incarne dans la moindre chose (une pomme, par exemple), conférant son «énormité» au plus petit détail qui se trouve soudain investi de toute la présence du monde.»
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Jacques Darriulat, «Cézanne et la force des choses» (2010 - Link)
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Paul Gauguin, Apples in bowl (1888 - Link)
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René Magritte, Ceci n'est pas un pomme (1964 - Link)
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Walt Disney, Snow White (1937 - Link)