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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

E Tomás da Anunciação

Piquenique (1865, Museu Quinta das Cruzes, Funchal)
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Tomás da Anunciação nasceu a 26 de Outubro de 1818 (outro pintor do signo de escorpião), fazendo hoje o bicentenário do seu nascimento. No MNAC, às 17:00 (não posso ir, infelizmente) haverá uma apresentação do novo núcleo de obras, com destaque para a pintura Piquenique (1865). A apresentação será feita por Maria de Aires Silveira.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Exposições

«You have to understand what the curator does to understand in part what you are looking at in an exhibition».
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Há uma série de exposições que eu gostaria de me organizar para ir ver. Só a uma delas já fui, que foi a do Carlos Relvas, no MNAC (curadoria de Victor Flores, Ana David Mendes, Denis Pellerin e Emília Tavares) - até 20 de Janeiro de 2019.
À minha lista, acrescento ainda a Ver Tudo: Màmia Roque Gameiro (até 24 de Fevereiro de 2019), comissariada por Sandra Leandro (haverá visitas guiadas); e a Tempos Modernos (até 31 de Março de 2019), com curadoria de Rita Gomes Ferrão (será que consigo ir uma visita orientada?).

 


Quanto à exposição de Carlos Relvas, ainda queria lá voltar, nomeadamente para experimentar tirar uma fotografia em cenário oitocentista. Para quem conseguir, há ainda uma visita guiada, a 11 de Outubro, à exposição O Poder da Imagem, no MNAC, feita pela curadora Maria de Aires Silveira.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Afinidades XIV

Tomás da Anunciação, Vista da Penha de França (1857, MNAC)
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Acho que já muitas vezes tinha olhado para estas duas pinturas, mas só recentemente descobri que eram semelhantes. Poderiam formar um par, não fosse o facto da pintura de Cristino da Silva ser maior.
A paisagem de Tomás da Anunciação representa a Lisboa rural de meados do século XIX, com o antigo convento dos eremitas de Santo Agostinho na colina da Penha de França. No primeiro plano vêem-se duas árvores de grande copa que enquadram cenograficamente a paisagem, onde se vislumbram, no plano intermédio, dois bois e uma camponesa (Cf. Matriznet). No quadro de Cristino da Silva surgem árvores idênticas, provocando o mesmo truque cenográfico, menos naturalista neste caso. A animação dos camponeses está mais próxima do primeiro plano, embora já a sair da sombra. A paisagem mostra uma vista de Campolide, vendo-se no centro o vale onde iria ser aberta a Avenida da Liberdade. Ao fundo estão as colinas do castelo de São Jorge e da Graça. Os camponeses cruzam-se com um homem montado a cavalo, de chapéu e capa vermelha, que a historiadora Maria de Aires Silveira sugeriu ser o pintor Francisco Metrass, também amigo de Cristino (cf. Matriznet).