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sábado, 29 de junho de 2019

No Dia de São Pedro e São Paulo

Simão Rodrigues, São Pedro e São Paulo (Séc. XVII, Museu Grão Vasco)
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dois anos postei esta pintura, de Simão Rodrigues (entre outras), e na altura escrevi que um dia gostaria de aprofundar o tema da iconografia conjunta de São Pedro e São Paulo. Assumo que ainda não o fiz, mas hoje acrescento uma iluminura, do século XVI.
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António de Holanda (atribuído), Livro de Horas (1517-1551, Museu Nacional de Arte Antiga)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Afinidades III (e repescando)

Jan Van Eyck, Deus todo Poderoso (1430-1432, Altar de Ghent, Museu de Belas-Artes de Ghent)
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Retábulo de São Nicolau (séc. XV, Groeningemuseum, Bruges)
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Vasco Fernandes, S. Pedro (c. 1530-1535, Museu de Grão Vasco, Viseu)
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Gaspar Vaz, S. Pedro (Mosteiro de São João de Tarouca, Tarouca)
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Garcia Fernandes, Santíssima Trindade (1537, Museu Nacional de Arte Antiga) 

sábado, 2 de maio de 2015

Museu Condes de Castro Guimarães

O claustro de entrada...



A entrada






 



Domenico Pellegrini, Retrato da Condessa de Subserra e sua filha (1806)

 
S. Pedro (Sécs. XV-XVI)

 
E de novo no claustro, à saída...



 






Capela de São Sebastião

 
Heine Semke, Cristo Crucificado (1899)


E o parque...




quinta-feira, 28 de junho de 2012

Tríptico de Nossa Senhora da Misericórdia



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«Exposto integralmente pela primeira vez, após um restauro total que demorou vários anos (...).
Em 1905, o historiador Eberhar von Bodenhausen atribuiu o Tríptico de Nossa Senhora da Misericórdia a Jan Provoost (Mons, 1462/5 - Bruges, 1529), um dos mais importantes pintores renascentistas da Flandres, Cavaleiro do Santo Sepulcro, amigo íntimo de Dürer e por ele retratado duas vezes.
Depois de um longo e complexo trabalho de conservação nos painéis laterais deste tríptico, o Museu Nacional de Arte Antiga tem agora a possibilidade de apresentar ao público, na sua forma completa, um dos mais importantes conjuntos da sua colecção de pintura flamenga.
Graças às técnicas de reflectografia tornou-se possível conhecer o desenho subjacente à pintura, comprovando, através de estudos comparativos, a atribuição do trípitico a Provoost, apoiada há mais de um século pela maioria da crítica nacional e internacional.
A exposição revela ainda dois elementos essenciais sobre esta obra, adquirida em 1876 pela Academia Real de Belas-Artes a Agostinho de Ornelas, diplomata originário da Madeira.
No recibo desta transacção, pode ler-se que a pintura provém da Capela de São João de Latrão, na Madeira, e não da Misericórdia do Funchal, como supunha a historiografia oficial.
A iconografia das representações principais do tríptico respeita as vontades expressas no testamento do rico mercador e produtor de açúcar, Nuno Fernandes Cardoso, e de sua mulher, Leonor Dias, que terão mandado edificar a Capela de S. João de Latrão, em 1511, nas suas terras de Gaula.
O mesmo documento permite datar a encomenda da pintura entre 1512 e 1515, tornando este tríptico na mais antiga obra documentada de Jan Provoost».
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Exposição no Museu Nacional de Arte Antiga (22 de Junho a 16 de Setembro de 2012).

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A perspectiva como forma simbólica

Pietro Perugino, Christ Handing the Keys to St. Peter (Cappella Sistina, Vaticano).
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«(...) for the discovery of the vanishing point, as "the image of the infinitely distant points of all the orthogonals", is, in a sense, the concrete symbol for the discovery of the infinite itself».
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Erwin Panofsky (1927).

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Cadeira de São Pedro

O post de hoje é sobre a Cadeira de São Pedro que é celebrada amanhã (dia 22) na Igreja Católica. Vi que existia esta celebração no calendário, mas não sabia o significado, por isso decidi fazer alguma pesquisa na internet.

Segundo a wikipedia (de onde são também as imagens) a Cátedra de Pedro ou Cadeira de São Pedro (Cathedra Petri em latim) é uma relíquia conservada na Basílica de São Pedro em Roma, dentro de um compartimento de bronze projectado e construído por Gian Lorenzo Bernini entre 1647 e 1653, que possui a forma de uma cadeira. Alguns historiadores afirmam que a cadeira foi utilizada pelo próprio São Pedro, outros afirmam que foi um presente de Carlos II de França ao Papa Adriano II em 875.
Dentro do relicário está a antiga cadeira de São Pedro:
Documentos dos primeiros tempos indicam que duas festas litúrgicas eram celebradas em Roma, em honra a antigas cadeiras associadas a São Pedro, uma delas era mantida na capela baptismal da Basílica, outra nas catacumbas de Priscila. As datas destas celebrações eram 18 de Janeiro e 22 de Fevereiro. As festas foram associadas ao conceito da «Cátedra de São Pedro», que significa o posto episcopal do Papa como Bispo de Roma. As duas festas foram incluídas no Calendário Tridentino, em 1604. No ano de 1960, o Papa João XXIII removeu do calendário romano o dia 18 de Janeiro,  mantendo o dia 22 de Fevereiro para a celebração da Cadeira de São Pedro. 

sábado, 28 de junho de 2008

São Pedro de Grão Vasco

Pintura de Vasco Fernandes, S. Pedro (c. 1530-1535, Museu de Grão Vasco, Viseu).
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Pertencente ao Museu Grão Vasco, em Viseu, o quadro de São Pedro, pintado por Vasco Fernandes, é uma das obras mais emblemáticas do Renascimento Português. Representa o Santo no trono, simbolizando o seu papel de fundador da Igreja Católica. Enquanto a mão direita abençoa aqueles que o observam, a mão esquerda segura um livro aberto, sobre o colo, provavelmente a Bíblia. O trono está situado num interior, ladeado por duas janelas que deixam entrever cenas exteriores, figurando momentos da vida do Santo e apóstolo de Cristo - o milagre de Jesus caminhando sobre as águas e o encontro do Santo com Jesus à saída de Roma.
Demonstrando a sua grande qualidade como obra pictórica do século XVI, devemos notar no naturalismo da representação, na qualidade das texturas, nas referências à arquitectura renascentista, na perspectiva centralizada e na estabilidade conferida pela simetria da composição.
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Texto de Margarida Elias.