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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Biarritz

Bibliothèques de Toulouse)
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James McNeill Whistler, Blue and Silver - The Blue Wave Biarritz (1862)
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José Echena (José Echenagusia), The Artist And His Family On The Beach At Biarritz (Art Renewal Center)
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Joaquín Sorolla, Snapshot at Biarritz (Instantánea)  (1906, Museu Sorolla, Madrid)
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Paul Michel Dupuy, Biarritz Beach (1913, Pinacoteca do Estado de São Paulo)
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Kimon Loghi, Biarritz
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Bedřich Feurstein, Biarritz (1921)

segunda-feira, 9 de julho de 2018

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Porque o Blogue fez 10 anos


Ficam aqui os 10 "posts" mais vistos, desde 13 de Maio de 2008.

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10.º
(1244 visualizações)

António Palolo, Jardim das Delícias (1970)

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9.º
(1268 visualizações)


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8.º
(1340 visualizações)

Zinaida Serebriakova, Shopping Cart With Sardines (1930)

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7.º
(1474 visualizações)

Odilon Redon, Icarus

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6.º
(1479 visualizações)

Piero della Francesca, Madonna col Bambino, santi, angeli e il duca Federico da Montefeltro (Pala di Breara) (1475, Pinacoteca di Brera, Milão)

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5.º
(1521 visualizações)

Egon Schiele, Il porto di Trieste (1907, Leopold Museum Viena)

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4.º
(1638 visualizações)

Piero della Francesca, Battesimo di Cristo (c. 1450, National Gallery, Londres)

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3.º
(3043 visualizações)

Joaquin Sorolla y Bastida, Paisaje de San Sebastián (Fundación Museo Sorolla, Madrid)

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2.º
(3182 visualizações)

Michelangelo (1510, Capela Sistina)

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1.º
(3266 visualizações)

Mosaico romano com peixes e legumes (séc. II d.C, Museu do Vaticano)
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Nota: Esta estatística é a do Blogger. Não tenho a certeza se está correcta.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

E do Sol (de Inverno)

Camille Pissarro, February, Sunrise, Bazincourt (1893, Kröller-Müller Museum, Otterlo)
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Gustave Caillebotte, The Garden at Petit Gennevilliers in Winter (c. 1894)
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Grace Cossington Smith, Sunny morning: Cows at Lanyon (1916)
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Sergiy Grigoriev, February Sun (1979)

terça-feira, 18 de julho de 2017

E barcos

Claude Monet, Fishing Boats at Honfleur (1868)
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Joaquín Sorolla y Bastida, Camino de la pesca. Valencia (1908)
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Egon Schiele, Il porto di Trieste (1907, Leopold Museum Viena)
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Anna E. Munch, Sildebådene i Kerteminde Havn (1918, Østfyns Museer - Johannes Larsen)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Coincidências

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“For existential mathematics, which does not exist, would probably propose this equation: the value of coincidence equals the degree of its improbability.”
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Um desabafo I - Sobre a existência, a mudança e a banalização

Caspar David Friedrich, Ein Spaziergang in der Abenddämmerung (A Walk at Dusk) (ca. 1830-35, J. Paul Getty Museum)
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Ontem, no Arpose, surgiu uma citação de Charles Péguy (1873-1914), que diz: «Quarenta anos é uma idade terrível. Porque é a idade em que nos transformámos naquilo que somos.»

Independentemente da interpretação que se faz da frase, ela deixou-me a pensar, porque eu já tenho 45 anos. E já mudei tanto que me sinto por vezes como a Alice:
'Who in the world am I?' Ah, that's the great puzzle!” 
Joaquín Sorolla, Paisaje, San Sebastián (1911. Museo Sorolla, Madrid)

Numa coisa estou certa: os meus gostos mudaram com o tempo. Há gostos que mantenho desde há anos, desde que me lembro de mim. Para mim Michelangelo e Leonardo da Vinci permanecem duas referências no meu universo estético e cultural. Continuo a admirar Kant e Voltaire. Continuo a gostar muito de Eça de Queiroz. Continuo a ter os Direitos do Homem como referência ética.

Mas há gostos que já não tenho, em grande medida devido ao excesso provocado pela internet. Outro dia li uma frase de Umberto Eco, recentemente falecido, que dizia:
"A informação banaliza os acontecimentos. Dou um exemplo: a primeira vez que se viram na televisão imagens de uma criança negra cheia de fome e com moscas a rodeá-la foi um momento marcante, só que agora já ninguém lhes liga devido à vulgarização. Alguém no outro dia proibia a divulgação de imagens dessas crianças negras com moscas à volta porque a sua repetição era perigosa. As pessoas habituam-se."
Esta citação, para mim, tem pelo menos duas leituras. Por um lado, o facto de eu confirmar (através da opinião deste homem, que também sempre admirei) que o excesso de informação banaliza a informação. É uma das razões porque sou contra o excesso de violência na televisão, nos video-jogos (sobretudo os realistas) e nos filmes.


Doutro ponto de vista, mais alegre, esta citação de Eco faz-me pensar na banalização da arte e da cultura, através da repetição abusiva de imagens ou músicas, na televisão, na rádio e na internet (entre outros meios de comunicação), desgastando a capacidade de nos emocionarmos.

Carl Larsson, Kurragömma (Hide and Seek) (1901)

Contudo, em contrapartida, tenho descoberto outros artistas que me vão ao encontro da alma. Talvez porque eles são menos divulgados, ou talvez porque eu própria tenho mudado.
Dentro das artes visuais, continuo a não ser fã de Picasso e Dali. No entanto, cada vez gosto mais de Poussin e Seurat.
Já não aprecio tanto Monet como antes, mas Sorolla e Carl Larsson são, de momento, uns dos meus pintores preferidos.
Outros artistas permanecem nas minhas preferências, como é o caso de Vermeer, Rembrandt (embora já muito banalizado), Friedrich, Klee, Kandinsky e Miró.

Nicolas Poussin, Landscape with a Calm (1650 - 1651, Getty Center)

No conjunto, acho que há um fio condutor em mim que permanece. Continuo a adorar a arte e a natureza, a espiritualidade, a filosofia, a mitologia, a fantasia e a imaginação.
Porém, outras coisas mudaram (ou evoluíram), desde as mais complexas até às mais prosaicas. Por exemplo, descobri agora, com esta idade, que até gosto de gelatina.

sábado, 27 de setembro de 2014

Final de Setembro

Joaquín Sorolla y Bastida, Breakwater, San Sebastian (1918, Museo Sorolla)
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9.
Vai sendo tempo de largares o Verão
soltá-lo no caminho mais estreito
à boca do Outono ou numa praia
onde já não passe mais ninguém.
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Alberto Soares, in Escrito para a Noite (pg. 37).

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Os Frutos Secos

«The nutcracker sits under the holiday tree, a guardian of childhood stories. Feed him walnuts and he will crack open a tale...»
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Os pinhões...
Keisai EisenPlanting the New Year's Pine (Link)
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Cicely Mary Barker, Flower Fairies of the Winter - The Pine Tree Fairy (Link)
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Uma das minhas delícias preferidas que se vende em Alcácer-do-Sal:
Pinhoadas (Link)
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As nozes...
Luis Egidio MeléndezStill-Life with Oranges and Walnuts (1772, National Gallery, Londres - Link)
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Alfred SisleyGrapes And Walnuts (1876 - Link)
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Outra das minhas delícias preferidas...
Nozes de Cascais (Link)
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As passas...
Joaquín SorollaEncajonando Pasas, Javea (1901 - Link)
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Lemuel Everett WilmarthStill Life with Oranges and Raisins (1890 - Link)
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Um arroz que estou a pensar fazer:
Arroz árabe (Link)
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E, por fim, um esquilo a desejar-vos boas entradas. Para os Nativos Americanos, o esquilo (animal de que muito gosto) representa juntar, preparar, ter confiança e moderação (Link).
Edouard Vandenbosch, Les pieds dans le plat (1876 - Link)

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Outro pintor de que gosto muitíssimo - Sorolla y Bastida (1863-1923)

Rocas de Jávea y el bote blanco (1905, Museo Carmen Thyssen, Málaga - Link)
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Estudo de playa (Link)
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Menina (Museu Nacional de Belas Artes, Havana - Link)
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Walk on the beach (Museu Sorolla - Link)
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Playa de Biarritz (1906 - Link)
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La playa de Valencia con luz matinal (1908. The Hispanic Society of America. NewYork - Link)
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Bajo el toldo, Zarauz (1910, Saint Louis Art Museum - Link)
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On San Sebastian beach (Link)