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terça-feira, 9 de julho de 2019

Termos de Arte e de Arquitectura - Árvore de Jessé

António de Holanda (atribuído), Árvore de Jessé (1517-1551, Museu Nacional de Arte Antiga)
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«Tema iconográfico típico da arte medieval. Representa o patriarca Jessé (pai de David) que dorme e de cujo corpo sai uma árvore com ramos que sustêm imagens dos antepassados de Cristo e a Virgem com o Menino. Tal representação pode ser admirada na capela da catedral de Chartres (c. 1140) e numa coluna da catedral de Orvieto (primeiras décadas do século XIV)».
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In Dicionário de Termos Artísticos e Arquitectónicos, Público, 2006, pág. 42.
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Colcha (Séc. XVII, Museu Nacional do Traje e da Moda)

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Termos de Arte e de Arquitectura - Árvore da Vida

Pacino di Buonaguida, Árvore da Vida (1305-1310, Galleria dell'Accademia, Florença)
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«Tema iconográfico muito difundido na arte medieval. É uma das formas com que é representada a cruz cristã: uma árvore rica de flores e folhas contendo imagens dos profetas, que lembra de modo simbólico o sacrifício feito por Cristo. Os primeiros exemplos conhecidos que representam tal tema, estão contidos em iluminuras do século XII, mas o período de maior difusão foi o século XIV. Em Itália, pode-se admirar a Árvore da Vida de Pacino de Buonaguida, conservada na Galleria dell'Academia de Florença».
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In Dicionário de Termos Artísticos e Arquitectónicos, Público, 2006, pág. 42.
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Castelo Branco, Colcha "Árvore da Vida" (Séc. XIX, Museu Francisco Tavares Proença Júnior)

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Gladíolo, Flor de Agosto

Gherardo Cibo, Gladiolo Xiphio (c. 1564-1584)
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William Curtis, The Botanical Magazine, Plate 135 (Volume 4, 1791)
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Claude Monet, Gladioli (c. 1876, Detroit Institute of Arts, Detroit)
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Henri Fantin-Latour, Gladiolas and Roses (1881)
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Vincent Van Gogh, Vase with Red Gladioli (1886)
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Peter Alfred Schou, Still life with gladioli (1908)
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Tahir Salahov, Gladiolus (1958)
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Marc Chagall, The Gladiolas (1967)
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Royal Albert «Friendship Series», Gladiolus (c. 1950)

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Flor de Cachemira (e a despropósito, ou talvez não)

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Lembrei-me da Flor de Cachemira porque anda outra vez na moda e dela falava muito o Engenheiro Melo e Castro, que foi meu professor no IADE, nos idos de 1988-1992.
Flor de Cachemira é um desenho ornamental de origem persa  (com o nome de boteh), que tem a forma de uma vírgula. Julga-se que este motivo é a estilização do cipreste, símbolo de vida e eternidade. O cipreste é ainda símbolo de força, resistência e modéstia. Este motivo floral foi primeiro usado na Pérsia (entre 1501 e 1736) e depois no Irão. 
Tornou-se popular no Ocidente desde o séc. XVII, com os tecidos vindos da Índia, especialmente dos xailes de Cachemira, passando a ser usado nas fábricas francesas e inglesas. Em inglês recebeu o nome de paisley pattern, referindo-se à cidade de Paisley (Escócia) onde se produziam tecidos com este padrão.
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Ford Madox Brown, The Irish Girl (1860, Yale Center for British Art)
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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Baloiços

Francisco de Goya e Real Fábrica de Tapeçarias de Santa Bárbara (Madrid), Tapeçaria O Baloiço (Série Cenas da vida em Madrid) (c. 1784, Palácio Nacional da Ajuda)
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Nicolas Lancret, The Swing (c. 1735, Victoria and Albert Museum, Londres)
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Jean-Honoré Fragonard,  The Swing (1767, Wallace Collection)
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Frank William Warwick Topham, Young girl on a swing (1891)
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Winslow Homer, Girl on a Swing (1879, Hunter Museum of American Art)
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Pierre-Auguste Renoir, La Balançoire (1876, Musée d'Orsay, Paris)
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Quino (link)
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(link)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Lenços de namorados

Lenço de Namorado (pormenor de namorados) (Museu Nacional de Etnologia)
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Lenço de namorados (Museu de Arte Popular).
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Lenço de Viana do Castelo (Séc. XIX ?, Museu de Arte Popular)
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Serviço Vila Verde da Vista Alegre (Link)
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Corações

Espelho de fechadura (séc. XVII ?, Museu de Aveiro)
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Poema do coração

Eu queria que o Amor estivesse realmente no coração, 
e também a Bondade, 
e a Sinceridade, 
e tudo, e tudo o mais, tudo estivesse realmente no coração. 
Então poderia dizer-vos: 
"Meus amados irmãos, 
falo-vos do coração", 
ou então: 
"com o coração nas mãos". 

Mas o meu coração é como o dos compêndios. 
Tem duas válvulas (a tricúspida e a mitral) 
e os seus compartimentos (duas aurículas e dois ventrículos). 
O sangue ao circular contrai-os e distende-os 
segundo a obrigação das leis dos movimentos. 

Por vezes acontece 
ver-se um homem, sem querer, com os lábios apertados, 
e uma lâmina baça e agreste, que endurece 
a luz dos olhos em bisel cortados. 
Parece então que o coração estremece. 
Mas não. 
Sabe-se, e muito bem, com fundamento prático, 
que esse vento que sopra e ateia os incêndios, 
é coisa do simpático. 
Vem tudo nos compêndios. 

Então, meninos! 
Vamos à lição! 
Em quantas partes se divide o coração?
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Pendente (séc. XIX, Museu dos Biscainhos)
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Relho (Museu Nacional de Etnologia)
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Joana Vasconcelos, Coração Independente Vermelho (2005).
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(Link)

domingo, 25 de agosto de 2013

De amarelo

Azulejos de padrão (Séc. XVII, Museu Nacional do Azulejo - Link)
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Prato da Fábrica da Fervença (Museu Nacional Soares dos Reis - Link)
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Veloso Salgado, Juventude (1923, Museu do Chiado - Link)
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José Malhoa, Milho ao Sol (1927, Museu Grão Vasco - Link)
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Oficina-Escola de Bordados de Castelo Branco do MFTPJ, Colcha de Castelo Branco (1978, Museu Francisco Tavares Proença Júnior - Link)