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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Bodas de Cristal

Édouard Manet, Oeillets et Clematite dans un Vase de Cristal (c.1882; Musée d'Orsay, Paris)
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Paul Klee, Crystal (1921)
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Josef Sudek, Still Life With Crystal (1950-1954, LACMA)
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Karasawa Hiroaki, Crystal (2003, LACMA)
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Relógio (1640-1650, V&A)
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Pendente (1650-1675, V&A)
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Laça (Séc. XVIII, MNAA)
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Copo (c. 1650, V&A)
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Frasco (975-1050, V&A)
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Taças de Champanhe da Christofle
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Coração de Cristal da Swarovski
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Os sapatos da Cinderela (neste caso, da Disney)
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terça-feira, 12 de junho de 2018

Flora, Fauna e Primavera

Porque, ontem, lembrei-me delas:

Walt Disney, Frank Thomas e Ollie Johnston, Flora, Fauna, and Merryweather (1959)
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Flora

Ticiano Vecellio, Flora (Galleria degli Uffizi)
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Rembrandt, Flora (1634, Hermitage)
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Ernst Fuchs, Flora (1988)
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Fauna (ou Bona Dea, Gaia, Ops ou Maia)

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Primavera (ou Merryweather)

Alphonse Mucha, Spring (1896)
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John William Waterhouse, Spring Spreads One Green Lap of Flowers (1910)
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Ana das Peles, Primavera (Museu Nacional de Etnologia)

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Do Tempo II

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«I'm late, I'm late. 
For a very important date. 
No time to say hello. Goodbye. 
I'm late, I'm late, I'm late.»
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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

1944

Parabéns para o meu tio, que faz anos hoje!
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José Augusto de Sousa, Balaustrada Sul do Jardim de Malta (1944, Palácio Nacional de Queluz)
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As Fontes 

"Um dia quebrarei todas as pontes 
Que ligam o meu ser, vivo e total, 
À agitação do mundo do irreal, 
E calma subirei até às fontes. 
Irei até às fontes onde mora 
A plenitude, o límpido esplendor 
Que me foi prometido em cada hora, 
E na face incompleta do amor. 
Irei beber a luz e o amanhecer, 
Irei beber a voz dessa promessa 
Que às vezes como um voo me atravessa, 
E nela cumprirei todo o meu ser."
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Sophia de Mello Breyner Andresen, in Poesias I (1944)
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quarta-feira, 21 de junho de 2017

1946

Para o meu pai que faz anos hoje.
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Hein Semke, Gémeos (1946, Museu da Cerâmica)
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“Everyone has his own specific vocation or mission in life; everyone must carry out a concrete assignment that demands fulfillment. Therein he cannot be replaced, nor can his life be repeated. Thus, everyone's task is unique as is his specific opportunity to implement it.”
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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Caminhos

Manuel Henrique Pinto, Quelhão (ou Caminho Velho) (1897)
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«Caminho que não é caminho
Não vale a pena trilhar
Porque mais nos extravia
quando mais longe nos leva
 
Tolo é o que olha para trás...
Enquanto houver caminho para a frente
É preciso andar e andar.»
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Manuel Machado,
in Luis Señor González, Dicionário de Citações e Provérbios, Lisboa, Correio da Manhã, 2004, p. 92.
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Felix Vallotton, Les Alyscamps (1920)
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Hans Vandekerckhove, Little red riding hoods (2006)
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Na realidade, por vezes temos de abrir caminhos novos, tanto no sentido literal (alguém teve de o fazer, certamente), como na analogia com a história pessoal ou humana. Já dizia Walt Disney:

(link

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Começa Setembro...

Começa a aproximar-se o regresso às aulas e à azáfama citadina, bem como o Outono. E com ele vêm os dias chuvosos, mais escuros e pequenos. É uma altura do ano em que mais invejo os gatos...


Desde há uns tempos que tenho feito uns calendários para os meus filhos, e ontem foi a vez do mês de Setembro. Isso obrigou-me a pensar nas coisas positivas deste mês, para não ficar muito deprimida. Aqui vão, por ordem aleatória:

Se eu fosse bruxa, entre os 11 e os 17 anos, a esta hora estaria a embarcar para Hogwarts. Noutro cenário idêntico e irrealista, era hoje que o meu filho iria para o primeiro ano - em que casa ficaria colocado?


No mundo de Tolkien, seria este o mês do aniversário de Bilbo Baggins (22 de Setembro), quando foi re-descoberto o anel.

Desenho de Tolkien

Também foi a 1 de Setembro (mas de 1979) que foi publicada pela primeira vez uma das minhas histórias preferidas (quando era criança e jovem): The Neverending Story de Michael Ende.

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Numa realidade mais prosaica e realista, vou-me consolando a comer uvas e figos. E é nesta altura que começam a aparecer as minhas uvas preferidas, as uvas moscatel.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Feliz Dia da Criança!


Konstantin Makovsky, Portrait Of Artist's Children (1882)
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"O estudo, a busca da verdade e da beleza são domínios em que nos é consentido sermos crianças por toda a vida."
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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Para o Dia do Trabalhador (que também foi ontem)

Jean-Francois Millet, The Potato Growers
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Fica também uma frase e uma canção de que me lembro sempre, cada vez que tenho fazer alguma coisa que não tenho vontade de fazer:

It's a job that's never started that takes the longest to finish.
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terça-feira, 22 de março de 2016

Sempre em frente

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“Around here, however, we don't look backwards for very long. We keep moving forward, opening up new doors and doing new things, because we're curious...and curiosity keeps leading us down new paths.”
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Esta citação já tinha andado por aqui, menos completa, mas voltei a descobri-la no filme Meet the Robinsons, e achei que era um bom lema a recordar. Aparentemente, outros homens ilustres disseram algo semelhante, com o mesmo espírito:


“If you can't fly then run, if you can't run then walk, if you can't walk then crawl, but whatever you do you have to keep moving forward.

e

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Desejando bom fim-de-semana!

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Hoje vou colocar um excerto de uma série que os meus filhos vêem, Hora de Aventuras. Acho graça a alguns diálogos, sendo as histórias por vezes completamente surrealistas e às vezes até um pouco subversivas. Acho graça ao conceito, porque se trata de um mundo pós-apocalíptico, onde existem outras realidades, com outros princípios, embora geralmente correctos em termos éticos e lógicos, numa espécie de País das Maravilhas alternativo.


Diálogo:
Prismo: Wait, dude! Look, I like you, so you should know my wishes always got an ironic twist to them. It's like a monkey's paw kind of thing.
Jake: What?
Prismo: You just gotta be really specific. Say your wish is: "I wish for a back rub". Who's gonna give it to you? A dirty man? A bear? And where does this "masseuse" come from? Do I zap some guy away from his family dinner? Leave some kid traumatized?
(...) You see, Jake there are rules to this stuff, wishing an event to be changes elements before and after it. Memories will be destroyed, babies will not be born. Potential worlds could be evaporated by your wish!
In Adventure Time, Temporada 5, Episódio 2. 
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Outras notas sobre o mesmo tema:

Da Branca de Neve (1937)


Do filme Tinker Bell and the Lost Treasure (2009):


E dos Pearl Jam, Wishlist (1998):

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

To escape... ?

Disse Cousteau:
No aquarium, no tank in a marine land, however spacious it may be, can begin to duplicate the conditions of the sea. And no dolphin who inhabits one of those aquariums or one of those marine lands can be considered normal.
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Matisse, The Goldfish Bowl (1921-1922, The Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque)
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Matisse, Goldfish (1911, Pushkin Museum of Fine Art, Moscovo)
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Gosto de visitar o Oceanário e sei que há animais que quase já só conseguem subsistir em cativeiro. Contudo, quando vejo peixes em aquários (ou pássaros em gaiolas), se a minha primeira reacção até pode ser de agrado pela beleza, logo a seguir cresce um sentimento persistente de melancolia. Dito isto, aprecio estas pinturas de Matisse, que não me parecem melancólicas - e a do gato faz-me recordar a Dama e o Vagabundo da Disney.
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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Sob outra lógica II - ou das borboletas e de quem as tenta caçar


M.C. Escher, Butterflies (1950)
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Butterflies are not insects,' Captain John Sterling said soberly. 'They are self-propelled flowers.
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Carl Spitzweg, The Butterfly Catcher
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«Suddenly my thoughts were interrupted by the sound of running feet behind me and by a voice which called me by name. I turned, expecting to see Dr. Mortimer, but to my surprise it was a stranger who was pursuing me. He was a small, slim, clean-shaven, prim-faced man, flaxen-haired and leanjawed, between thirty and forty years of age, dressed in a gray suit and wearing a straw hat. A tin box for botanical specimens hung over his shoulder and he carried a green butterfly-net in one of his hands.
(...)
A small fly or moth had fluttered across our path, and in an instant Stapleton was rushing with extraordinary energy and speed in pursuit of it. To my dismay the creature flew straight for the great mire, and my acquaintance never paused for an instant, bounding from tuft to tuft behind it, his green net waving in the air. His gray clothes and jerky, zigzag, irregular progress made him not unlike some huge moth himself. I was standing watching his pursuit with a mixture of admiration for his extraordinary activity and fear lest he should lose his footing in the treacherous mire, when I heard the sound of steps and, turning round, found a woman near me upon the path. (...)»
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A. Conan Doyle, The Hound of the Baskervilles.
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(link)
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«'Crawling at your feet,' said the Gnat (Alice drew her feet back in some alarm), 'you may observe a Bread-and-Butterfly. Its wings are thin slices of Bread-and-butter, its body is a crust, and its head is a lump of sugar.'
'And what does IT live on?'
'Weak tea with cream in it.'»
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Lewis Carroll, Through the Looking-Glass.

terça-feira, 3 de março de 2015

Ler e ouvir (a 4 tempos)

I

"You're never too old, too wacky, too wild, to pick up a book and read with a child."
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Dr. Seuss (que ontem faria 110 anos)

Stephanie Graegin (via Pinterest)
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II

Descobri, a ajudar o meu filho (nos TPC), o seguinte poema, de que gostei muito:

Vozes de animais 

Palram pega e papagaio, 
E cacareja a galinha; 
Os ternos pombos arrulham, 
Geme a rola inocentinha. 

Muge a vaca, berra o touro, 
Grasna a rã, ruge o leão 
O gato mia, uiva o lobo, 
Também uiva e ladra o cão. 

Relincha o nobre cavalo, 
Os elefantes dão urros, 
A tímida ovelha bale, 
Zurrar é próprio dos burros. 

Regouga a sagaz raposa 
Bichinho muito matreiro; 
Nos ramos cantam as aves, 
Mas pia o mocho agoureiro. 

Sabem as aves ligeiras 
O canto seu variar; 
Fazem gorjeios às vezes, 
Às vezes põem-se a chilrear. 

O pardal, daninho aos campos, 
Não aprendeu a cantar: 
Como os ratos e as doninhas 
Apenas sabe chiar. 

O negro corvo crocita, 
Zune o mosquito enfadonho; 
A serpente no deserto 
Solta assobio medonho. 

Chia a lebre, grasna o pato, 
Ouvem-se os porcos grunhir; 
Libando o suco das flores, 
Costuma a abelha zumbir. 

Bramem os tigres, as onças, 
Pia, pia, o pintainho; 
Cucurita e canta o galo, 
Late e gane o cachorrinho. 

A vitelinha dá berros; 
O cordeirinho, balidos; 
O macaquinho dá guinchos, 
A criancinha vagidos. 

A fala foi dada ao homem, 
Rei dos outros animais: 
Nos versos lidos acima 
Se encontram, em pobre rima, 
As vozes dos principais. 
-
III

Entre os livros da minha filha, encontrei este que também gostei imenso:

Oliver Jeffers, O Coração e a Garrafa, Lisboa, Orfeu Mini, 2010 - e que começa assim...

«Era uma vez uma menina, não muito diferente das outras,
que queria saber tudo
o que havia para saber
acerca do mundo.»



-
IV

Por fim, andei durante uns dias com uma música na cabeça e não me conseguia lembrar como se chamava, até que hoje, numa conversa com a minha filha, rimando jacaré e ballet, lembrei-me: era a Dança das Horas de Ponchielli, que conheço sobretudo na versão de Walt Disney.

(para ver no Youtube)