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sábado, 11 de janeiro de 2014

Potes de gengibre

Pote para gengibre de fabrico chinês, Dinastia Qinq (1730-1750, Palácio Nacional de Queluz - Link).
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Em pesquisas na internet, descobri alguns factos interessantes sobre o gengibre, planta que foi inicialmente cultivada no Sul da Ásia, sendo objecto de comércio com a Europa pelo menos desde o período romano. O seu uso devia-se quer às suas propriedades medicinais, quer às suas possibilidades culinárias. Gosto de chá de gengibre, de ginger ale e, sobretudo de chocolate com gengibre (marca Cachet). Acho graça aos bonecos de gengibre e às casas de massa de gengibre, que se relacionam com a (terrível) história de Hansel e Gretel. Mas, de todas as descobertas que fiz, sobre esta planta, a mais interessante para mim foi a dos belos potes de gengibre, que aparecem em numerosas pinturas, algumas bem conhecidas e bem interessantes.
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Willem Kalf, Still-Life with a Late Ming Ginger Jar (1669 - Link)
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William Michael Harnett, Still Life with Ginger Jar (1876 - Link)
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Paul Cezanne, Still Life with a Ginger Jar and Eggplants (1894, Metropolitan Museum of Art, New York City - Link)
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Piet Mondrian. Still Life with Ginger Jar II / Stilleven met gemberpot II (1911/12, Gemeentemuseum, the Hague - Link)

domingo, 9 de setembro de 2012

Uma adivinha...

William Michael Harnett, A Basket of Catawba Grapes (Frye Art Museum, Seattle).
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«Que é, que é,
que nasce nuns pauzinhos,
redondinho como bugalhinhos
e é tão aternegado
que até aos pés é calcado?»
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In Citador.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A pintura e a música

 


William Michael Harnett, The old violin (1886, National Gallery of Art, Washington), Violin and Music
(also known as Music Literature) (1888, Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque) e Still life (1887, Pennsylvania Academy of the Fine Arts).
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«I remembered a story of how Bach was approached by a young admirer one day and asked, "But Papa Bach, how do you manage to think of all these new tunes?" "My dear fellow," Bach is said to have answered, according to my version, "I have no need to think of them. I have the greatest difficulty not to step on them when I get out of bed in the morning and start moving around my room». 
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Laurens Van der Post.