segunda-feira, 26 de março de 2012

Aprender

(imagem tirada daqui)
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The more that you read,
The more things you will know.
The more that you learn,
The more places you’ll go. 
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Dr. Seuss (1978)

quarta-feira, 21 de março de 2012

Para o Dia Mundial da Água

Henri Moret, Calm Sea at L'Ile de Groux (1896).
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«In one drop of water are found all the secrets of the oceans.»
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terça-feira, 20 de março de 2012

Para o dia da árvore

Gustave Courbet, Le chêne de Flagey (Chene de Vercingétorix) (1864, Murauchi Art Museum Tokyo).
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He who plants a tree
Plants a hope.
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segunda-feira, 19 de março de 2012

Para dar as boas vindas à Primavera

Odilon Redon, Papillons (1913)
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«Pour goûter un paysage, il faut s’harmoniser avec lui. Pour comprendre le rayon de soleil, il faut vibrer avec lui; il faut aussi, avec le rayon de lune, trembler dans l’ombre du soir; il faut scintiller avec tes étoiles bleues ou dorées; il faut, pour comprendre la nuit, sentir passer sur nous le frisson des espaces obscurs, de l’immensité vague et inconnue. Pour sentir le printemps, il faut avoir au cœur un peu de la légèreté de l’aile des papillons, dont nous respirons la fine poussière répandue en quantité appréciable dans l’air printanier.» 
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Jean-Marie Guyau (1887).

domingo, 18 de março de 2012

Para o Dia do Pai

Quino, Mafalda.
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«I don`t work weekends. Weekends are for my kids. And I have dinner at home every night when I`m not physically directing a movie - I get home by six. I put the kids to bed and tell them stories and take them to school the next morning. I work basically from 9.30 to 5.30 and I`m strict about that».
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A pintura como libertação

Pablo Picasso, Mujer con abanico (1905, National Gallery of Art, Washington).
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«Através do desenho e da cor, pois que eram estas as minhas armas, pretendia penetrar de forma cada vez mais profunda no conhecimento do mundo e dos homens, para que este conhecimento nos fizesse mais livres dias após dia...».
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Pablo Picasso,
(frase retirada da exposição «A Geometria das Cores» do Museu de Sacavém). 

sábado, 17 de março de 2012

Música e pintura

Joseph Rodefer DeCamp, The Violinist (uploaded by Art Inconnu).
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«A cor é a música dos olhos».
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Goethe,
(frase retirada da exposição «A Geometria das Cores» do Museu de Sacavém).

sábado, 10 de março de 2012

Pintura e aprendizagem

 
Lord Frederic Leighton, An Artist Sketching in the Cloister of Saint Gregorio, Venice (originally uploaded by Gandalf's Gallery.)
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«Segredos da teoria da cor?
Porquê chamar segredos a esses princípios
Que todos os artistas têm de conhecer
E que lhe devem ter sido ensinados?».
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Delacroix
(frase retirada da exposição «A Geometria das Cores» do Museu de Sacavém)


sábado, 3 de março de 2012

Cor e Geometria - Museu de Sacavém


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«O branco e o preto não são cores mas extremos da luz»
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Leonardo da Vinci.
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No Museu de Sacavém, onde era a Fábrica (de que resta o forno) está patente uma exposição sobre loiça de motivos geométricos, dos anos 1930-1940. De todas as peças expostas, gostei especialmente destas com motivos a preto e branco.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Pintura e sobriedade

Columbano Bordalo Pinheiro, Retrato de Senhora (1884).
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«In painting as in eloquence, the greater your strength, the quieter your manner». 
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John Ruskin (1860).

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Olhos de Sol

Vaso Calcolítico de Los Milares (Almeria).
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Um dos assuntos que me tem interessado ultimamente é o dos artefactos votivos do Calcolítico. Estes artefactos são de variado tipo, ligados ao culto de divindades pré-históricas, na maioria das vezes associados ao espólio de sepulturas, como em Los Millares. Um dos símbolos que se encontra geralmente inscrito nestes artefactos, é o dos olhos solares: olhos que são círculos radiados, assemelhando-se por isso a símbolos solares. Surgem em taças, placas de xisto, ídolos e outros artefactos, ou mesmo em menires, estando talvez ligados ao antigo culto da Deusa Mãe. Seja qual for a divindade exacta a que estavam conectados, teriam certamente um carácter protector.
Outro aspecto que acho de valorizar é a maneira como através de uma tão grande economia de meios se pode transmitir tanta beleza e tanto significado. Na verdade, podemos fazer outras considerações: primeiro, que as formas mais simples podem ser carregadas de simbolismo; segundo, que a simplicidade associada à transmissão de ideias é recorrente na História da Arte e não é exclusiva da arte primitiva - veja-se, por exemplo, a arte românica; terceiro, que é certamente por se terem apercebido da beleza que se pode encontrar em formas abstractas e simples, dentro de um discurso mais conceptual do que descritivo, que a arte contemporânea (desde o início do século XX) revalorizou a arte primitiva. E, aliás, existem linguagens contemporâneas de vanguarda que estão relacionadas com a espiritualidade e o pensamento esotérico. Como afirmou Charles F. Kettering: «Inventing is the mixing of brains and materials. The more brains you use, the less materials you need».

Placa de xisto (Lapa do Bujo)
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Ídolo de Extremadura (Museu Arqueológico Nacional, Madrid)
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Sobre o Cuenco de Los Millares, cf. Pilar Pardo (2006).

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Retrato I

William Merritt Chase, Japanese print (c.1888)
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«Une œuvre d’art est toujours par quelque côté un portrait, et dans ce portrait, en y regardant bien, nous reconnaissons quelque chose de nous. »
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Resta essa faculdade incoercível de sonhar...

Martin Hertel, Beach Forrest, Germany (2011).
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O Haver
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Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura
Essa intimidade perfeita com o silêncio
Resta essa voz íntima pedindo perdão por tudo
- Perdoai-os! porque eles não têm culpa de ter nascido...

Resta esse antigo respeito pela noite, esse falar baixo
Essa mão que tateia antes de ter, esse medo
De ferir tocando, essa forte mão de homem
Cheia de mansidão para com tudo quanto existe.

Resta essa imobilidade, essa economia de gestos
Essa inércia cada vez maior diante do Infinito
Essa gagueira infantil de quem quer exprimir o inexprimível
Essa irredutível recusa à poesia não vivida.

Resta essa comunhão com os sons, esse sentimento
Da matéria em repouso, essa angústia da simultaneidade
Do tempo, essa lenta decomposição poética
Em busca de uma só vida, uma só morte, um só Vinicius.

Resta esse coração queimando como um círio
Numa catedral em ruínas, essa tristeza
Diante do cotidiano; ou essa súbita alegria
Ao ouvir passos na noite que se perdem sem história.

Resta essa vontade de chorar diante da beleza
Essa cólera em face da injustiça e o mal-entendido
Essa imensa piedade de si mesmo, essa imensa
Piedade de si mesmo e de sua força inútil.

Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado
De pequenos absurdos, essa capacidade
De rir à toa, esse ridículo desejo de ser útil
E essa coragem para comprometer-se sem necessidade.

Resta essa distração, essa disponibilidade, essa vagueza
De quem sabe que tudo já foi como será no vir-a-ser
E ao mesmo tempo essa vontade de servir, essa
Contemporaneidade com o amanhã dos que não tiveram ontem nem hoje.

Resta essa faculdade incoercível de sonhar
De transfigurar a realidade, dentro dessa incapacidade
De aceitá-la tal como é, e essa visão
Ampla dos acontecimentos, e essa impressionante

E desnecessária presciência, e essa memória anterior
De mundos inexistentes, e esse heroísmo
Estático, e essa pequenina luz indecifrável
A que às vezes os poetas dão o nome de esperança.

Resta esse desejo de sentir-se igual a todos
De refletir-se em olhares sem curiosidade e sem memória
Resta essa pobreza intrínseca, essa vaidade
De não querer ser príncipe senão do seu reino.

Resta esse diálogo cotidiano com a morte, essa curiosidade
Pelo momento a vir, quando, apressada
Ela virá me entreabrir a porta como uma velha amante
Mas recuará em véus ao ver-me junto à bem-amada...

Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto
Esse eterno levantar-se depois de cada queda
Essa busca de equilíbrio no fio da navalha
Essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo
Infantil de ter pequenas coragens.
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Vinicius de Moraes (1962).
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Obrigada Sandra!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

«Sapere Aude»

Kandinsky, Gentle ascent (1934, The Solomon R. Guggebheim Museum).
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«Enlightenment is man’s leaving his self-caused immaturity. Immaturity is the incapacity to use one's intelligence without the guidance of another. Such immaturity is self-caused if it is not caused by lack of intelligence, but by lack of determination and courage to use one's intelligence without being guided by another. Sapere Aude! Have the courage to use your own intelligence! Is therefore the motto of the enlightenment».
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Kant.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Júlio Maria dos Reis Pereira

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Todos os Dias
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Todos os dias
nascem pequeninas nuvens,
róseas umas,
aniladas outras,
nacaradas espumas...

Todos os dias
nascem rosas,
também róseas
ou cor de chá, de veludo...

Todos os dias
nascem violetas,
as eleitas
dos pobres corações...

Todos os dias
nascem risos, canções...

Todos os dias
os pássaros acordam
nos seus ninhos de lãs...

Todos os dias
nascem novos dias,
nascem novas manhãs...
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Saúl Dias, in Essência (1973).
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Sempre tive uma certa admiração por pessoas versáteis e há pouco tempo descobri mais uma: Júlio Maria dos Reis Pereira (1902-1983), que foi engenheiro, pintor, poeta e coleccionador. 
Irmão de José Régio (1901-1969), nasceu em Vila do Conde, em 1902. Formou-se em Engenharia Civil pela Faculdade de Ciências do Porto (1919-1928) e ingressou também na Escola de Belas-Artes dessa cidade para adquirir formação artística. Como artista plástico colaborou nas obras de José Régio e na revista Presença. Realizou uma exposição individual em 1935, mas já três anos antes, em 1932, publicara, sob o pseudónimo de Saul Dias, um livro de poesia. No ano de 1936 participou na Exposição dos Artistas Modernos Independentes (sob o pseudónimo "Júlio"), figurando ao lado de pintores como Almada Negreiros e Vieira da Silva. No mesmo ano de 1936, entrou ao serviço da Direcção-Geral dos Edifícios e dos Monumentos Nacionais, primeiro em Coimbra e um ano depois em Évora, onde assumiu o cargo de Director dos Edifícios do Sul. Na cidade Alentejana viveu e trabalhou até 1972, quando, já reformado, regressou a Vila do Conde. Começou a coleccionar, desde 1942, «Bonecos de Estremoz», constituindo uma fabulosa Colecção de 375 peças, que juntou ao longo de 28 anos. Vendeu as peças à Câmara Municipal de Estremoz em 1971, sendo estas expostas no Museu Municipal de Estremoz em 1975. Como artista, expôs também em São Paulo (Brasil) (1953) e venceu o primeiro prémio de desenho no IV Salão de Outono do Estoril (1958). Escreveu numrosos livros de poesia, destacando-se A Obra poética de Saul Dias, publicada em 1962.
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Para o dia 14 de Fevereiro

Robert Indiana, Love (1967, MOMA).
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«L'amour est toujours devant vous. Aimez !»
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domingo, 12 de fevereiro de 2012

A vida e a vida convertida em arte

Frank Weston Benson, Against the morning sky (1922) e Evening (1925).
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«A arte não é uma imitação da vida, mas a vida mesma 
E não se deve dizer a arte e a vida, 
Mas sim a vida e a vida convertida em arte»
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Ramalho Ortigão,
citado por Maria João Oliveira (1998).

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Décimo Júnio Bruto junto ao Rio Lima

Tapeçaria de Almada Negreiros, Décimo Júnio Bruto junto ao Rio Lima (c. 1955, Pousada do Monte de Santa Luzia - Viana do Castelo).
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Em pesquisas sobre outros assuntos, deparei-me com o projecto do arquitecto Jorge Segurado para o mobiliário e decoração do Hotel de Santa Luzia, que previa para uma das salas a realização de uma tapeçaria concebida segundo um cartão do seu amigo Almada Negreiros. Sendo o Hotel situado em Viana do Castelo, o tema escolhido para a tapeçaria foi a travessia do Rio Lima por Décimo Júnio Bruto, que terá ocorrido cerca do ano de 137-135 a.C..
Por coincidência, era uma lenda que eu já conhecia, pois o meu professor de História da Arte da Antiguidade referiu-a várias vezes nas suas aulas.
Décimo Júnio Bruto foi eleito cônsul em 138 a.C. e dirigiu as campanhas para estabilizar e castigar as tribos rebeldes do território ao norte do Tejo logo após a morte de Viriato. Chegou até ao rio Lima, que se julgava ser o Rio Lethes, o lendário rio do esquecimento. 
Na mitologia grega, o Rio Lethes era um dos rios do Hades. Beber das suas águas provocava o esquecimento de toda a vida passada, o que permitiria que as almas pudessem voltar a reencarnar.
Perante a recusa dos seus soldados em cruzar o rio, pelo temor de perderem a memória, Décimo Júnio Bruto atravessou-o primeiro e foi chamando os soldados um por um, pelos seus nomes. Estes, vendo que ele não havia perdido a memória, venceram o medo e atravessaram o rio.
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Bibl.: Acampamento Romano de Antanhol (Coimbra) (2011) e Ana Vasquez Hoys, El Limia, el Río del Olvido Gallego (2009).

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Magia


Scott Gustafson, Merlin & Arthur.
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«Le merveilleux est toujours beau, il n'y a même que le merveilleux qui soit beau».
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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Sobre o riso

John Tenniel, Cheshire cat.
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«A day without laughter is a day wasted». 
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Nocturnos

Alphonse Osbert, Les chants de la nuit (1896, Musée d'Orsay, Paris).
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A lua vem toda nua
deitar-se à noite com mar,
e o mar canta a loa à lua
na maré-cheia do luar.

Ao corpo do mar ansioso
cola o dela a lua clara,
e deste beijo amoroso
só a manhã os separa.
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Afonso Lopes Vieira,
no Prosimetron (lembrado por MR).

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Sobre a Paz

Walter Leistikow, Waldsee in Winter (1892, State Museum, Berlin).
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«One man with an idea in his head is in danger of being considered a madman: two men with the same idea in common may be foolish, but can hardly be mad; ten men sharing an idea begin to act, a hundred draw attention as fanatics, a thousand and society begins to tremble, a hundred thousand and there is war abroad, and the cause has victories tangible and real; and why only a hundred thousand? Why not a hundred million and peace upon the earth? You and I who agree together, it is we who have to answer that question.»
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Uma definição de cultura

Leonard Campbell Taylor, Japanese Prints - Portfolio.
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«... a cultura é, na sua maior parte, uma realidade oculta, que escapa ao nosso controlo e constitui a trama da existência humana».
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Maria da Conceição Lopes (2008), ciando Hall.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Porque a minha filha fez anos ontem

Marcel Marlier e Gilbert Delahaye, Anita e a Festa de Anos (1969).
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«C'est peut-être l'enfance qui approche le plus de la "vraie vie"».
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Brincando às casinhas...

Childrens Prints - Our Dollies (c. 1880).
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«Have nothing in your house that you do not know to be useful, or believe to be beautiful
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Sobre o conhecimento

Fernand Arnal, Bruillard sur l'Oise (1905, Musee D'Orsay, Paris)
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« La plus grande faiblesse de la pensée contemporaine me paraît résider dans la surestimation extravagante du connu par rapport à ce qui reste à connaître. »
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domingo, 15 de janeiro de 2012

O que fazer num Domingo de chuva?

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Don't underestimate the value of Doing Nothing,
of just going along, listening to all the things you can't hear,
and not bothering.
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Winnie-the-Pooh / A. A. Milne.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Sobre o pensamento I

Frank Weston Benson, The Grey Room (1913).
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The thought manifests as the word;
The word manifests as the deed;
The deed develops into habit;
And habit hardens into character.
So watch the thought and its ways with care,
And let it spring from love
Born out of concern for all beings.
As the shadow follows the body,
As we think, so we become.
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Buddha.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Para o meu marido que faz hoje anos

Isidor Kaufmann, The Chess Player.
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«Thank you, darling, for learning to play chess. It is an absolute necessity for any well organized family».
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 Alexander Pushkin (numa carta para a mulher).

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Gostei e partilho

No Presépio partilhou-se este prémio


e decidi entrar no jogo...

A - Amizade / Animais / Arte
B - Banda Desenhada / Branco (cor) / Brinquedos
C - Casamento / Cerejas / Chocolate
D - Design / Dragões marinhos
E - Eça de Queirós / Einstein (Albert) / Emanha (geladaria)
F - Família / Filhos / Florença
G - Ginginha / Gulbenkian
H - História / Histórias infantis / Hitchcock (Alfred)
I - Imaginação / Indiana Jones / Itália
J - Japonesa (arte e cultura) / Jô Soares / Jorge Luís Borges
K - Kant / Kandinsky / Klee
L - Leonardo da Vinci / Livros / Luz
M - Magia / Miguel Ângelo / Música
N - Natal / Natureza / Neve
O - Óbidos / Oscar Wilde
P - Papoilas / Paris / Pixar
Q - Queen (grupo musical) / Queijadas (de Sintra)
R - Rafael Bordalo Pinheiro / Relógios / Rembrandt
S - Santini / Sintra / Steven Spielberg
T - Tempo / Travesseiros (de Sintra)
U - Umberto Eco / Universo
V - Viagens / Vinicius de Morais / Voar (de avião)
W - Walt Disney / William Morris / Wolfgang Amadeus Mozart
X - Xadrez
Y - Yoda (Star Wars) / Yourcenar (Marguerite)
Z - Zebra / Zola (Émile)

E como a Sandra fez, deixo o prémio e o jogo aberto para quem o quiser levar.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Sobre a moderação

Abel Manta, O Violinista René Bohet (1930).
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"If you tighten the strings too much," the fisherman explained, "they will snap, and if you leave them too loose they won't play, but if they are tuned to the right point, then you will make music."
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Lenda de Buda.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Sobre a esperança I

Pintura publicada na Gandalf Gallery.
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«You, the people have the power — the power to create machines. The power to create happiness! You, the people, have the power to make this life free and beautiful, to make this life a wonderful adventure».
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Charlie Chaplin.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Na alvorada de um Novo Ano

“There´s tools and colours for all of us,
to lend from nature to make the world
more understandable and beautiful”.
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sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz Ano de 2012!

A. G. Sherwood Hunter, Jubilee Procession In a Cornish Village (1897, Royal Cornwall Museum).
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«Thousands of candles can be lighted from a single candle, and the life of the candle will not be shortened. Happiness never decreases by being shared».
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sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal a todos!

Scott Gustafson, Decorating the Wreath.
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Aqui fica a minha  canção de Natal preferida:
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Adeste, fideles, laeti triumphantes;
Venite, venite in Bethlehem.
Natum videte Regem angelorum.
Venite adoremus, venite adoremus,
Venite adoremus, Dominum.
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domingo, 18 de dezembro de 2011

Menino Jesus do Céu

Menino Jesus Bom-Pastor (Museu Nacional Machado de Castro).
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Menino Jesus do céu
Escrevi-te um lindo postal
Para me mandares brinquedos
No dia de Natal

Menino Jesus do céu
De seda era o meu postal
Não te esqueça a minha rua
No dia de Natal!
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Canção de Natal.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Brinquedos

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Brinca enquanto souberes!
Tudo o que é bom e belo
Se desaprende...
A vida compra e vende
A perdição,
Alheado e feliz,
Brinca no mundo da imaginação,
Que nenhum outro mundo contradiz!

Brinca instintivamente
Como um bicho!
Fura os olhos do tempo,
E à volta do seu pasmo alvar
De cabra-cega tonta,
A saltar e a correr,
Desafronta
O adulto que hás-de ser!
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Miguel Torga.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Nossa Senhora do Rosário

Virgem do Rosário (séc. XVII, Museu Nacional de Arte Antiga).
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Gosto muito de imagens e esculturas em marfim e esta, em particular, fez-me lembrar a Ladainha de Nossa Senhora (Ladainha Lauretana) que é uma oração muito bela, repleta de imagens / símbolos, que foram muito utilizadas na arte. Aqui fica o excerto de que mais gosto:
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(...)
Espelho de perfeição,
Sede da Sabedoria,
Fonte de nossa alegria,
Vaso espiritual,
Tabernáculo da eterna glória,
Moradia consagrada a Deus,
Rosa mística,
Torre de Davi,
Torre de marfim,
Casa de ouro,
Arca da aliança,
Porta do céu,
Estrela da manhã,
Saúde dos enfermos,
Refúgio dos pecadores,
Consoladora dos aflitos,
Auxílio dos cristãos,
Rainha dos Anjos,
Rainha dos Patriarcas,
Rainha dos Profetas,
Rainha dos Apóstolos,
Rainha dos Mártires,
Rainha dos confessores da fé,
Rainha das Virgens,
Rainha de todos os Santos,
Rainha concebida sem pecado original,
Rainha assunta ao céu,
Rainha do santo Rosário,
Rainha da paz.
(...)
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Ladainha de Nossa Senhora (excerto)

domingo, 4 de dezembro de 2011

Frutos de Outono

Juan van der Hamen, Still-Life with Fruit and Glassware (1626, Museum of Fine Arts, Houston).
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J'aime les fruits d'automne
La pomme, le raisin
Et la noix blanche et bonne
Qu'on mange avec du pain

J'aime aussi la châtaigne
Qui chante sur le feu
Et la figue qui saigne
Dans son bel habit bleu

Viens voir un beau jardin d'automne
Qui s'éveille dans le brouillard
Viens voir un beau jardin d'automne
Où le soleil s'est levé tard.
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