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“The most sublime labour of poetry is to give sense and passion to insensate things; and it is characteristic of children to take inanimate things in their hands and talk to them in play as if they were living persons... This philological-philosophical axiom proves to us that in the world's childhood men were by nature sublime poets...”
Hellen Keller (Activista, nascida a 27 de Junho de 1880)
Mel Brooks (Actor e Realizador, nascido a 28 de Junho de 1926)
Dalai Lama (Líder Espiritual, nascido a 6 de Julho de 1935)
Marc Chagall (Pintor, nascido a 6 de Julho de 1887)
Camille Pissarro (Pintor, nascido a 10 de Julho de 1830)
Carl Orff (Compositor, nascido a 10 de Julho de 1895)
James Abbott McNeill Whistler (Pintor, nascido, a 11 de Julho de 1834)
Henry David Thoreau (Poeta, nascido a 12 de Julho de 1817)
Miguel Ventura Terra (Arquitecto, nascido a 14 de Julho de 1866)
Rembrandt (Pintor, nascido a 15 de Julho de 1606)
Nelson Mandela (Político, nascido a 18 de Julho de 1918)
Edgar Degas (Pintor, nascido a 19 de Julho de 1834)
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Nota: Escolher 12 foi difícil, porque há imensos, e só entre aqueles de quem eu mais gosto. Mas, como comecei o jogo assim, decidi continuá-lo. No entanto, acrescento, só para exemplo: Peter Paul Rubens, Jean-Jacques Rousseau, Camille Corot, Gustav Klimt, Gustav Mahler, Giorgio de Chirico, George Orwell, Amedeo Modigliani, Pablo Neruda, Antoine de Saint-Exupery, Edward Hopper, Meryl Streep, Ringo Starr, Brian May, Bill Watterson, Benedict Cumberbatch e Daniel Radcliffe.
Carlos Scliar (nascido neste dia em 1920), Fruta e Memória(1999)
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«O tempo, que a tradição mitológica nos pinta com alvas barbas, é, pelo contrário, um eterno rapagão; só parece velho àqueles que já o estão; em si mesmo traz a perpétua e versátil juventude».
Em Junho de 1908, na revista Argus(dirigida por Abílio de Campos Monteiro), publicava-se um artigo sobre uma «Exposição de Ceramica de Bordallo Pinheiro na Sociedade de Bellas Artes», realizada dois anos após a morte do artista Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905). No texto (não assinado) lê-se que Bordalo era «era um
conversador magnifico, contando com uma graça sem igual, fazendo critica subtil». E explicava-se que «nos
salões da sociedade de bellas Artes» foi a «mão carinhosa de Manuel Gustavo» que «dispoz com todo o amor a obra genial de seu pae e mestre».
Até Novembro deste ano, está no Museu Rafael Bordalo Pinheiro (Lisboa) uma exposição com a obra cerâmica deste artista - «Formas do Desejo – A Cerâmica de Rafael na Coleção do Museu Bordalo Pinheiro» -, onde estão certamente algumas das obras expostas em 1908. Para quem puder (não é o meu caso) vai haver uma visita guiada no dia 22, conduzida pelo comissário Pedro Bebiano Braga. Já houve (e não fui, porque também não pude) uma palestra do Dr. João Bonifácio Serra que deve ter sido interessantíssima.
«Souvent, me dit-il, en parlant de ses lectures, j’ai accompli de délicieux voyages, embarqué sur un mot dans les abîmes du passé, comme l’insecte qui flotte au gré d’un fleuve sur quelque brin d’herbe. Parti de la Grèce, j’arrivais à Rome et traversais l’étendue des âges modernes. Quel beau livre ne composerait-on pas en racontant la vie et les aventures d’un mot?»
«Shri Ganesha costumava dizer que o silêncio também é conversa».
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Somerset Maugham, O Fio da Navalha, Asa, 2016, p. 311.
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É interessante que o tipo de pintura aqui representada chama-se de "Conversation piece", muito embora as pessoas não estejam a falar. O mesmo se poderá dizer para as "Sacra conversazioni".
A fazer este post lembrei-me de uma canção, que já me tinha lembrado ontem, e de que gosto muito:
Sempre me intrigou a diferença entre glicínias e lilases, por isso procurei resposta na Wikipédia, à falta de um botânico que me explicasse - visto que sou leiga na matéria. Sendo assim, concluí que a glicínia é o nome vulgar da wisteria. É uma planta trepadeira nativa da China, Japão e Coreia. As suas flores, que surgem na Primavera, antes do aparecimento das folhas, podem ser cor-de-rosa, violeta, púrpura ou brancas. Por sua vez, o lilás é o nome comum da syringa, que é um arbusto provavelmente originário da Pérsia. A cor das flores mais frequente é o lilás, mas também existem brancas ou avermelhadas.
Para a citação, cf. Luís Señor González, Dicionário de Citações e Provérbios, Planeta DeAgostini, 2004, p. 431. Sobre o evento deste dia cf. Calendarr.