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quarta-feira, 16 de abril de 2025

Frases LXIV

Estúdio Mário Novais, Bailados, Portugal (Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa - CFT003.002805)
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«A poesia é para a prosa o que a dança é para o caminhar».
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John B. Wain,
in Luis Señor González, Dicionário de Citações e Provérbios, Correio da Manhã, 2004, p. 374.

segunda-feira, 14 de abril de 2025

Dia Mundial do Café

Fotografia de Mário Novais, Serviço de café da Vista Alegre (Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa)

segunda-feira, 13 de maio de 2024

Para o Dia de Nossa Senhora de Fátima

 

Pardal Monteiro e Rodrigues Lima (arq.), Mário Novais (Fot.), Igreja de Nossa Senhora de Fátima (1938, Lisboa, in Panorama, N.º 12, Dezembro de 1942)

quarta-feira, 12 de abril de 2023

Palácio Pimenta

Mário Novais (Fot.), Fachada do Palácio Pimenta (Museu de Lisboa) (Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa - no Flickr)
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«No extremo e do lado O. do Campo, um pouco acima do Chalé das Canas, o palácio (n.º 245) que foi da família Galvão Mexia e se diz ter sido constr. por D. João V para moradia da Madre Paula, freira de Odivelas, hoje do capitalista Jorge Lobo de Ávila Graça. O actual proprietário tem-no reformado criteriosamente, sendo das mais lindas construções de Lisboa, pela sua nobre e simples arquitectura, esbeltas proporções e cuidado adorno das salas».
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Raul Proença (dir.), Guia de Portugal, Lisboa e Arredores, Fundação Calouste Gulbenkian, (1.ª ed. 1924), 1988, p. 448.

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Para o Dia de São João

São João Baptista (Fot. Mário Novais, 1963, Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian)

quinta-feira, 13 de maio de 2021

De Veneza a Fátima, passando pela Parede

Francesco Guardi, A Festa da Ascensão na Praça de São Marcos (c. 1775, Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa)
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Hoje comemora-se o dia da Ascensão que, segundo li na internet, foi feriado nacional até 1952. De acordo com o mesmo artigo («Dia da Espiga - a sua origem, história e significados»), era costume ir apanhar flores ao campo (como na fotografia em baixo) para formar o Ramo da Espiga. 
Como o dia se manteve como feriado municipal em algumas localidades, as pessoas dessas localidades passaram a vender nas cidades os ramos que elas colhiam. Em 1917, ano da fotografia de Adelino Furtado, julgo que o Dia da Espiga terá calhado no dia 17 de Maio, mas não tenho a certeza.
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Adelino Furtado, Parede, Dia de Espiga, Chuva a Cântaros (1917, Arquivo de Documentação Fotográfica / DGPC)
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No mesmo ano dessa fotografia da Parede, em Fátima, dava-se a Aparição de Nossa Senhora, que levaria às peregrinações que ainda hoje ocorrem anualmente, como a da fotografia em baixo, datada de 1927, do fotógrafo Mário Novais. 
Já nos anos 70, lembro-me que costumava ver, na televisão, as reportagens da noite de 12 para 13 de Maio, e acho que, em grande parte das vezes, estava a chover.

Mário Novais, Peregrinação a Fátima (1927, Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa)

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Nossa Senhora de Fátima

Álvaro de Brée, Nossa Senhora de Fátima do Rosário (Fotografia do Estúdio Mário Novais, Biblioteca de Arte, Fundação Calouste Gulbenkian)
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A imagem foi posta ao culto na Igreja de São Domingos, de Lisboa, em 13 de Outubro de 1962, segundo o jornal Novidades. De acordo com Marco Daniel Duarte («A iconografia da Senhora de Fátima: da criação ex nihilo às composições plásticas dos artistas», in Cultura, Revista de História e Teoria das Ideias, Vol. 27, 2010):
«Também esguia, mas de trato muito mais doce, é a escultura que Álvaro de Brée oferece à igreja de São Domingos de Lisboa. A sua escultura, de cerca de 2,85 metros de altura, surge na alvura do mármore a contrastar com a metálica coroa aberta que possui sobre a cabeça. É uma das esculturas da Virgem de Fátima mais bem conseguidas, porquanto não dispensa qualquer dos elementos iconográficos, mas os enquadra de uma forma plena de originalidade. Resolve a questão da azinheira reduzindo-a, ou guindando-a, a atributo iconográfico, não a trabalhando como elemento cénico. Coloca-a na base da estátua, onde também regista o escudo nacional, precisamente sob a azinheira, provavelmente a significar ser a terra daquela árvore eleita pela Virgem. É também na copa da pequena azinheira que coloca o símbolo iconográfico da estrela, neste caso de dez pontas. Brée deixa dois discretos recantos laterais ao tronco da árvore para assinar e datar a obra. É assim formada a base da escultura que ocupa cerca de um terço da composição total. Para cima, desenvolve-se um drapeado esguio, pleno de angulosidades, que, não obstante, nunca ferem, porque dispostas de forma simétrica e muito grácil. As mãos, coladas uma à outra à altura do peito, são esguias como toda a coluna esculpida. Delas pendem duas largas mangas e delas saem as abas do manto que, lateralmente, se abrem nas já referidas ondulações angulosas. O manto é formado sobre os ombros da Senhora e não sobre a cabeça, como é mais tradicional. Sobre esta encontra-se uma mantilha ou véu disposto em citação formal à silhueta do manto. Embora o escultor alinhasse a maioria das contas do terço sem a divisão dos padre-nossos pela mediana vertical da escultura, elas partem do braço direito, o que pode revelar uma documentada autoridade do escultor».

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Palavras I - Abóbada / Abobadilha

Mário Novais, Mosteiro de Santa Maria da Vitória (Batalha, Portugal) (c. 1954, Fundação Calouste Gulbenkian)
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Abóbada - «Construção em arco. Tecto arqueado (...). (Do cast. bóveda)».
Abobadilha - «Abóbada de gesso Prov. alent. Abóbada formada de ladrilhos, que não são postos de cunha mas de chapa»
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Bibl.: Cândido de Figueiredo, Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa, Bertrand, 1981 (1.ª ed. 1924), p. 7.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Termos de Arte e Arquitectura - Abside

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«Estrutura arquitectónica de planta semicircular, poligonal, quadrada ou lobular; coberta por uma meia cúpula. Já difundida na época romana (...). Vulgarmente, nas igrejas cristãs a abside é colocada no final da nave central, atrás do altar-mor; geralmente, contém o coro, mas também pode coroar as naves laterais e o transepto. A partir da época românica, enriquece-se com corredor (deambulatório) que se desenvolve à volta da capela-mor e que estabelece comunicação com pequenas absides (absidíolos) dispostas radialmente (igrejas cluniacenses e borgonhesas). Esta última estrutura é característica, também, das igrejas góticas (...).» - in Dicionário de Termos Artísticos e Arquitectónicos, Público, 2006, p. 10.

Mário Novais, Igreja da Graça (séc. XIV-XV, Santarém)
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«O fundo da nave central das basílicas romanas e paleocristãs ou das igrejas românicas, recinto semicircular fechado por uma parede semicilíndrica e coberto por uma abóbada de concha, ou quarto de esfera. Por analogia, passou a designar-se assim a parte central da cabeceira das igrejas, onde estava a capela-mor, mesmo que a parede não fosse redonda.» - in Tesouros Artísticos de Portugal, p. 645

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Cultura material

Arquitecto Alves de Sousa - Ambiente, Estúdio Mário Navais (FCG - CFT003.024173.ic)
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«Rather than unreflexively adopting a lifestyle, through tradition or habit, the new heroes of consumer culture make lifestyle a life project and display their individuality and sense of style in the particularity of the assemblage of goods, clothes, practices, experiences, appearance and bodily dispositions they design together into a lifestyle. The modern individual within consumer culture is made conscious that he speaks not only with his clothes, but with his home, furnishings, decoration, car and other activities which are to be read in terms of the presence and absence of taste.»
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Featherstone (1991), citado in Woodward, Studying Material Culture. Origins and Premises.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Cadeiras Thonet

Michael Thonet (1796-1871) foi um construtor de mobiliário alemão, que desenvolveu o processo de fabricar móveis de madeira curvada. A sua cadeira n.º 14, criada em 1859, tornou-se numa das cadeiras mais comercializadas de sempre e ainda hoje se vende (link, link e link)
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(link)
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Nikolay Bogdanov-Belsky, School Friends
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Sándor Galimberti, Interior with Thonet-chair (c. 1908)
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Cadeira de baloiço (móvel de criança) (séc. XIX, Palácio Nacional da Ajuda)
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Arnold Newman, Pablo Picasso no atelier em Cannes (1956, Getty Images)
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Mário Novais, Sala de Estar da Pousada de São Pedro (Castelo de Bode) (1965-1975, Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian)
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Outro dia, a rever o filme da Sininho e o Tesouro Perdido (2009), notei que na casa dela existe também uma cadeira Thonet n.º 14: