Edouard Cortès, Paris, The “Bouquinistes” on the Seine with Notre Dame in the Background (via Christa Zaat)
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
Paris 2025
A disposição das frutas fez-me lembrar Caillebotte
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Sacré-Coeur
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Notre-Dame
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Torre Eiffel
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Casa Dior
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Uma das pinturas murais da Igreja de Saint-Jean-L’Evangéliste de Montmartre (1894-1904)
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E a Disney
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quarta-feira, 17 de abril de 2019
Do Património
Paris, Notre-Dame (Côté Sud). Papeghin, Paris-Tours (c. 1915)
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«(…) Com efeito, a observação directa de qualquer edifício, quantas vezes o mais singelo, acaba por se revelar um meio privilegiado de compreender a sociedade que a ele e a outros similares deu origem (…)».
Esta frase, de Pedro Cid*, aplica-se, de facto, a um edifício de aparência mais singela (a Torre de S. Sebastião da Caparica) e em ruínas, não motivadas por qualquer incêndio, mas sim pelo abandono. A Notre-Dame não tem nada de singelo e espero bem que o que aconteceu não se repita, e que se consiga fazer um bom restauro. No entanto, a frase de Pedro Cid aplica-se a qualquer edifício e revela a importância da história, do património e da memória na construção da civilização, sendo que julgo que esse é um tema muitas vezes esquecido.
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*Pedro de Alboim Inglez Cid (2007). A Torre de S. Sebastião de Caparica e a Arquitectura Militar do Tempo de D. João II. Lisboa: Colibri – IHA/FCSH/UNL, p. 15.
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terça-feira, 7 de outubro de 2008
Rosário - Rosa - Rosácea
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Rosário
Fios de pérolas sobre um fio, do qual fala a Blagavad Gità. O fio é o Atmâ sobre o qual todas as coisas estão enfiadas, a saber todos os mundos, todos os estados de manifestação. Atmâ, o Espírito universal, liga os mundos entre si; é também o sopro que lhes dá vida.
Rosa
É a flor simbólica mais usada no Ocidente. Designa uma perfeição acabada, uma realização sem defeitos. Simboliza o vaso da vida, a alma, o coração, o amor. Na iconografia cristã corresponde ao Graal, a transfiguração das gotas do sangue de Cristo ou mesmo as próprias chagas de Cristo. Pode ser a rosa celeste da redenção. A rosácea gótica e a rosa-dos-ventos marcam a passagem do simbolismo da rosa para o da roda.
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Baseado em Jean Chevalier e Alain Cheerbrant.
Fios de pérolas sobre um fio, do qual fala a Blagavad Gità. O fio é o Atmâ sobre o qual todas as coisas estão enfiadas, a saber todos os mundos, todos os estados de manifestação. Atmâ, o Espírito universal, liga os mundos entre si; é também o sopro que lhes dá vida.
Rosa
É a flor simbólica mais usada no Ocidente. Designa uma perfeição acabada, uma realização sem defeitos. Simboliza o vaso da vida, a alma, o coração, o amor. Na iconografia cristã corresponde ao Graal, a transfiguração das gotas do sangue de Cristo ou mesmo as próprias chagas de Cristo. Pode ser a rosa celeste da redenção. A rosácea gótica e a rosa-dos-ventos marcam a passagem do simbolismo da rosa para o da roda.
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Baseado em Jean Chevalier e Alain Cheerbrant.
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