quarta-feira, 1 de março de 2017

Azul

Manga de botica (Séc. XVII, Paço dos Duques de Bragança, Guimarães)
 
Joahannes Vermeer, Woman reading a letter (Woman in Blue Reading a Letter) (c. 1662-1663, Rijksmuseum, Amsterdam)
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James McNeill Whistler, Blue and Silver Trouville (1865)
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Camille Corot, The Woman in Blue (1874)
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João Vaz, No Tejo (Marinha) (c. 1897, MNAC)
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Robert Lewis Reid, Girl in Blue Kimono (1911)
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Franz Marc, Blue Horse I (1911)
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Paul Klee, Die Zwitscher-Maschine (1922)
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Amadeo Modigliani, Little girl in blue (1918)
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Joan Miró, Blue III (1961, Georges Pompidou Center, Paris)
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Mark Rothko, Blue Divided by Blue (1966)
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Algumas máscaras na arte

Pietro Longhi, Masked Party in a Courtyard (1755)
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Rosalba Carriera, Female Portrait with Mask
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Louise Élizabeth Vigée Le Brun, Count Grigory Ivanovich Tchernyshov Holding a Mask (1793, Hermitage Museum, Saint Petersburg)
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Charles Chaplin, Ready For A Masked Ball
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Columbano Bordalo Pinheiro, A Máscara (1899, Casa-Museu dos Patudos, Alpiarça)
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James Ensor, Self-Portrait with Masks (1899, Menard Art Museum, Komaki)
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Thomas Dewing, The mask (1902)
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Amadeo de Souza-Cardoso, Green eye mask (1915)
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Pablo Picasso, Musiciens aux masques (1921, Museum of Modern Art (MoMA), New York)
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Man Ray, Black an White (1926)
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Jose Gutierrez Solana, The Designer of Masks (1935)
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Isolino Vaz, Carnaval (Museu José Malhoa, Caldas da Rainha)

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Obrigada Sandra!

Recebi hoje e fiquei muito contente:
 
Um escorpião, por causa do meu signo :-)

Um marcador de livros lindíssimo, da exposição no Fries Museum sobre Alma-Tadema. detalhe da pintura A Coign of Vantage (1895)
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Gostava de ver esta exposição e já tenho um bocadinho dela em casa. Conheço mal o pintor e fui espreitar na internet. É uma obra que transmite beleza e tranquilidade, com muita luz, que é algo de que gosto muito.
E ainda um postal da pintura de Sir Lawrwnce Alma-Tadema, Unconcious Rivals (1893, Bristol Museum)
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Veio também um conjunto de duas borrachas em forma de noz para os meus filhos, que eles adoraram! - tentei fotografar mas não ficou nada de jeito...
Mais uma vez: Obrigada :-) Foi uma surpresa muito agradável.

Profissões

https://www.facebook.com/BuscandoElCuadroMasBelloDelMundo/photos/a.149273431872398.33001.149193555213719/571367672996303/?type=3&theater
August Friedrich Siegert, The little art connoisseur
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«(...) A maioria das pessoas, ao contrário do que possam afirmar, escolheu a profissão que secretamente desejava. Alguém que trabalha num escritório dirá: “Gostava de ser explorador... de levar uma vida de aventura em países longínquos." Mas vem-se a descobrir que o que ele gosta é de ler romances de aventuras, mas prefere a segurança e o conforto relativo de uma cadeira de escritório.
- De acordo com a sua teoria – disse Jane -, o meu desejo de viagens ao estrangeiro não é autêntico. (...)
Poirot sorriu-lhe.
- Ainda é muito nova. É natural que as pessoas experimentem isto, aquilo ou aqueloutro, mas o que acabam por fazer é aquilo que realmente preferem.»
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Agatha Christie, Morte nas nuvens, Edições Asa, 2015, p. 194.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Exposição de Helena Roque Gameiro

Joshua Benoliel, Helena Roque Gameiro ensinando no atelier da Rua D. Pedro V, em Lisboa (c.1912)
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Sob o título de «Flor de Água: Helena Roque Gameiro (1895-1986) - Aguarela e Artes Aplicadas», a exposição está patente até 26 de Fevereiro na Casa Roque Gameiro, na Amadora, foi comissariada por Sandra Leandro, que escreveu:
«Com um destino pouco comum para uma mulher do seu tempo, cedo ganhou independência económica, de decisão e de movimentos reunindo em si um misto de força e fragilidade. Filiada na estética Naturalista, adoptando os trilhos artísticos do pai, seguiu os seus caminhos até ao fim, aceitando simplesmente embelezar o mundo. Obra serena quer na temática, quer na técnica, revelou um modo de ser em acerto com o gosto do seu tempo, reconhecida pelos seus pares, foi acompanhada por boa fortuna crítica e êxito comercial. (...)»
Torre e Casario (c. 1916)
 
Cozinha de Minde (1921)
 

Alpendre da toca (c. 1950-1960)
 
 
Paraíso

Leitão de Barros (atr.), Jarra de Helena (c. 1950)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

A arte de lavar roupa

Gabriel Metsu, Washerwoman (National Museum, Warsaw)
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Jean-François Millet, Les Lavandières
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Giovanni Boldini, The laundry (1874)
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Mykola Pymonenko, Laundry
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Silva Porto, As lavadeiras, Tapada da Ajuda (1879-1880, Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves)
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Artur Loureiro, Uma lavadeira dos arredores de Paris (estudo) (1881, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto)
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José Malhoa, Clara (1903, Museu do Chiado - MNAC, Lisboa)
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Pierre-Auguste Renoir, Laundresses (1912)
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Carlos Bonvalot, Interior (1918, Museu do Chiado - MNAC, Lisboa)
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Américo Gomes, Monte Cativo - Porto / Lavadouro Público (1838, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto)
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Aldeia da Roupa Branca (1938)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Etimologias I

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«(...) os gregos deram ao homem a denominação de ánthropos, porque, tendo a sua origem na terra, levanta o seu olhar para as alturas, até à contemplação do seu artífice.
(...)
A parte fundamental do corpo é a cabeça. E deu-se-lhe o nome de caput porque nela têm a sua origem (initium capiant) todos os sentidos e todos os nervos, e porque dela procede todo o princípio de vida. Nela se encontram todos sentidos. Vem a ser como a personificação da própria alma, que vela pelo corpo.»
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Santo Isidoro de Sevilha, Etimologias (XI, 1, 25), Madrid, La Editorial Católica, 1983, pp. 13-17.