sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Chegou Dezembro

«Dezembro com nevão ano de pão».
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Munch, Inverno (1899)
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Às estrelas I

William Turner, Regulus (1828-1837, Tate Modern, Londres)
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«Étoiles royales, tel est le nom généralement donné en astrologie aux quatre étoiles fixes de premiére grandeur, particulèrement importantes dans les thèmes. Elles furent les étoiles-repères du calendrier babylonien: Aldébaran, principale de la constellation du Taureau, Gardienne de l'Est; Regulus, de la constellation du Lion, Gardienne du Nord; Antarès, coeur de la constellation du Scorpion, Gardienne de l'Ouest; et Formalhaut, du Poisson Austral, Gardienne du sud. Cette liste n'est pas unique et varie selon les auteurs. Ansi, parfois, on remplace Regulus par Rigel, de la constellation d'Orion (...), et Antarès (...) par la bénéfique Spica, Epi de la Vierge. (...) Plusieurs images symboliques sont associées à chacune de ces étoiles. On représente le plus souvent Aldébaran par un oeil, Regulus par un coeur ou une couronne, Antarès (dont le non provient d'Arés-Mars) par un poignard ou une cimetterre, et spica par un sphinge (...) à la tête et la poitrine de femme, ou par un gerbe.»
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In Jean Chevalier e Alain Gheerbrant, Dictionnaire des Symboles, Mythes, Rêves, Coutumes, Gestes, Formes, Figures, Couleurs, Nombres. Paris, Éditions Robert Laffont, Éditions Jupiter, 1982, p. 420.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Às estrelas

Sevilha, Azulejo de padrão (1501-1550, Museu Nacional de Arqueologia)
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Estevão de Sousa, Colar (1865, Palácio Nacional da Ajuda)
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Camille Corot, The evening star (1864, Walters Art Museum, Baltimore)
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“Dwell on the beauty of life. Watch the stars, and see yourself running with them.”
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Vincent Van Gogh, The Starry Night (1889, Museum of Modern Art, Nova Iorque)
 - este foi acrescentado depois de ver o blogue Ponto Aqui! Ponto Acolá!. Não estava inicialmente, porque já cá estivera no Natal de 2009.
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Konstantin Bogaevsky, Stars (1922)
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Jean Arp, The star
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Alexander Calder, The star (1960)

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Afinidades II

Felix Valloton, Woman Searching through a Cupboard (1900-1901)
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“Happiness can be found, even in the darkest of times, if one only remembers to turn on the light.” (Dumbledore)
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“I give you the light of Earendil our most beloved star. May it be a light to you in dark places when all other lights go out.” (Galadriel)

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Às romãs

Jacob van Hulsdonck, Still life with lemons, orange and pomegranate (c. 1620-1640, The Paul Getty Museum, Los Angeles)
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Gustave Courbet, Nature morte aux fruits pommes et grenades (1871, Musée d'Orsay, Paris)
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Emília Matos e Silva, Natureza morta com romãs, maçãs e castanhas (1887)
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Paul Cézanne, Natureza morta (1885-1890)
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Mais do mesmo in: http://memoriasimagens.blogspot.pt/2014/01/as-romas.html

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Afinidades I

 
Irão (Nishapur ou Samarcanda), Taça em cerâmica com representação estilizada de pássaro (séc. X, The David Collection, Copenhaga - link da imagem)
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José Aurélio - SECLA, Prato decorativo. Pássaro (?) (1960-1964, Colecção de João Maria Ferreira - em exposição no Museu da Cerâmica das Caldas da Rainha - © Fotografia de Margarida Araújo)

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Perspectiva e pintura

Félix Vallotton, Le Poker (1902, Musée d'Orsay)
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«(...) les oeuvres d'art nous fournisent un moyen précieux de vérification. Elles nous montrent, en effet, la possibilité de concevoir un monde dépourvu de grandeur fixe, de troisiéme terme si l'ont veut, un monde où les objects se situent et se deplacent uniquement par rapport à l'artiste ou au spectateur mais non par rapport les uns aux autres, où les déplacements n'altérent pas les volumes et les qualités, où véritablement les objects sont des êtres pourvus, une fois pour toutes, de qualités attributives et immuables. (...)»
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Pierre Francastel, La Réalité Figurative, p. 145.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Relatividade (e um filme)

William Hogarth, Satire on False Perspective
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“Everything we hear is an opinion, not a fact. Everything we see is a perspective, not the truth.”
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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Parabéns para a Sandra!

Que faz anos hoje
e gosta de barcos;
com votos de bons passeios
e muitas felicidades,
por muitos e muitos anos!
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Odilon Redon, The Boat (1900)
Winslow Homer, Fishing Boats, Key West
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Jane Peterson, White Bridge, Venice
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Paul Klee, Das Abenteuerschiff (1927)
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Bill Drysdale, Reflection
 
Emília Matos e Silva, Barcos no Tejo Lisboa (2014)
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Hans Vandekerckhove, Rowboat

Os túneis, o cinema japonês e "A Viagem de Chihiro"

Há uma temática que se repete, pelo menos por três vezes, em filmes japoneses, que é o dos túneis como uma espécie de passagem iniciática ou de transformação.
 
O primeiro é no filme Sonhos de Akira Kurosawa (1990):
 

 
Os outros dois são de filmes de Hayao Miyazaki: A Viagem de Chihiro (2001)
 

 
E Ponyo à Beira-Mar (2008)
 
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Não sei se esta alusão aos túneis é apenas coincidência ou se faz parte da cultura japonesa. Seja como for, gostei muito de rever neste sábado A Viagem de Chihiro, de que deixo algumas imagens e citações:
 
"Once you do something, you never forget. Even if you can't remember."
 
“That’s how Yubaba controls you... by stealing your name."
 
“Use it to tie your hair. It’ll protect you. It is made from the threads your friends wove together.”
 
"Once you've met someone you never really forget them. It just takes a while for your memories to return."
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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Arte Islâmica e abstracção I

Qasr Al-Mshatta (desde 743-744, Jordânia)
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«(...) Uma filosofia como a islâmica, tendente a negar a própria existência do mundo terreno e a ver em todos os encadeados dos acontecimentos a vontade de Deus, não podia senão reforçar o instinto de abstracção. Não esqueçamos que foram os árabes os primeiros, pelo menos na bacia mediterrânica, a conceber o nada, o zero, legitimando a não-realidade das imagens intrincadas dos decoradores sobre a fantasia mais pura. (...)»
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Gabriele Mandel, Como Reconhecer a Arte Islâmica, Lisboa, Edições 70, 1985, pp. 30-31.
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Kazimir Malevich, Suprematism (1918)

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Arte islâmica e abstracção

Página caligráfica do Álbum do Conquistador (Sultão Maomé II) (Séc. XV, Museu do Palácio de Topkapu, Instambul)
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«(...) O Corão permaneceu um domínio reservado aos calígrafos, como fora logo desde o início do Islame. Nas suas mãos, os caracteres árabes converteram-se num conjunto de formas assombrosamente flexíveis, capazes de uma infinita variedade de combinações decorativas (...). Os melhores desses traçados são obras-primas de imaginação disciplinada que parecem anunciar (...) certa arte abstracta do nosso tempo. A página reproduzida (...), devida provavelmente a um calígrafo turco do século XV, representa apenas o Nome de Alá. É, na verdade, maravilhosa de complexidade, (...) possuindo juntamente as características de um labirinto, de um motivo de tapete ou de algumas pinturas não-figurativas. E mais que em qualquer outro objecto, nela está resumida a essência da arte muçulmana.»
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H. W. Janson, História da Arte, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, (5.ª edição) 1992, p. 254.
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Erich Buchholz, Abstract Composition (1920)


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Pensamento I

Pierre-Auguste Renoir, The Painter Jules Le Coeur walking his Dogs in the Forest of Fontainebleau (1866, Museu de Arte Assis Chateaubriand)
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«Uma viagem de mil milhas começa com um único passo.»

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Pensamento

Felix Vallotton, La Dordogne a Carrenac (1925)
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“You have power over your mind - not outside events. Realize this, and you will find strength.”

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Nas Caldas da Rainha

Na Praça da República

Tecto de uma retrosaria na Rua das Montras
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No Museu José Malhoa

Moura Girão, Um galo (1885)

José Malhoa, A mulher do gato (detalhe) (1886)

Rodrigues Vieira, Uvas e maçãs

José Malhoa, Festejando o São Martinho (detalhe) (1907)

José Malhoa, Lendo o jornal (1905)

José Malhoa, Primavera (1932)

Emília dos Santos Braga, Retrato de velha (detalhe) (1908)
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Na exposição Primeira escolha (Museu José Malhoa)

Spot Cup Bethan Laura Wood (2000-2013)

Valerie Traan, Artefacts of New History (2016)
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Na exposição In It (Casa do Barcos, Parque D. Carlos I)
 

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Às castanhas

Paolo Antonio Barbieri, Kitchen Still Life (1640)
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Adriaen Coorte, Chestnuts (1705)
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Rafael Bordalo Pinheiro (FFCR), Ramo de castanheiro (1900, Museu da Cerâmica)
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Luigi Veronesi, Chestnut (1993)