terça-feira, 27 de junho de 2017

Da Lua

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Winslow Homer, Moonlight (1874)
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José Malhoa, Nascer da Lua, Últimos Raios de Sol (Museu José Malhoa)
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David Davies, Moonrise (c. 1894, Cbus)
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René Magriite, Souvenir de voyage (1962-1963)
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Norman Rockwell, Man on the Moon (1967)
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Mais do mesmo andou por aqui a 19 de Janeiro de 2014.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Adenda a Nuvens (para APS)

René Magritte, Le Beau Monde (1962)

Nuvens

John Constable, Cloud Study (1821)
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Alfredo Keil, Nuvens (1897, MNAC)
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José Malhoa, Nuvens (1915, Museu José Malhoa)
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Nicholas Roerich, Cloud (1915) 
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Alvin Langdon Coburn, The Cloud (1912)
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Emília Matos e Silva, s/t (2004)*
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Jane Wilson, Yesterday's Clouds (2010)
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René Bertholo, Nuvem com Superfície Variável – III (1967, CAM-FCG)
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* Por mera curiosidade, descobri que esta pintura da minha mãe já esteve aqui no blogue, precisamente num dia 26 de Junho, mas de 2008.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

E o Verão nos Séculos XIX e XX (só algumas imagens, porque a lista é demasiado grande)

Peter Alexandrovich Nilus, On the Bridge, Summer (Odessa Art Museum. Odessa)
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Mary Cassatt, Summertime (1894, Crystal Bridges Museum of American Art, Bentonville)
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Edward Hopper, Summertime
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Lourdes Castro, Verão
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quinta-feira, 22 de junho de 2017

O Verão no Século XVIII

François Boucher, Summer Pastoral (1749)
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Esta pintura de Boucher já cá esteve em 2013, mas agora regressa com outra companhia:
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Giovanni Domenico Tiepolo, Summer Stroll (1757)
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Bernardo Belotto, The imperial summer residence, courtyard (1758, Kunsthistorisches Museum, Vienna)
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Cena de Merenda de Caça no Verão (1767, Palácio Nacional de Queluz)

quarta-feira, 21 de junho de 2017

1946

Para o meu pai que faz anos hoje.
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Hein Semke, Gémeos (1946, Museu da Cerâmica)
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“Everyone has his own specific vocation or mission in life; everyone must carry out a concrete assignment that demands fulfillment. Therein he cannot be replaced, nor can his life be repeated. Thus, everyone's task is unique as is his specific opportunity to implement it.”
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terça-feira, 20 de junho de 2017

Da condenação

Vasco Araújo, Debret (2013)
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«Pelo que fizeram, se hão-de condenar muitos, pelo que não fizeram, todos.»
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Vem este post a muitos propósitos. Outro dia, ouvi esta frase do Padre António Vieira a propósito deste conjunto de trabalhos de Vasco Araújo - já que as várias mesas que compõem este trabalho têm frases do Padre António Vieira e uma delas tem precisamente esta frase. 
A frase é interessante a muitos níveis, não só relativamente ao tema destas mesas. Também se aplica à actualidade, em diversos aspectos. 
E eu, envergonhadamente, também me incluo nela, pela minha inércia no meio destas desgraças todas - e porque acho que lamentar as vítimas, ou fazer comentários sobre o sucedido, é muito fraca ajuda. Embora, ainda assim, tudo seja melhor do que ignorar.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

História

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«L’Histoire est mémoire. Un individu qui perd sa mémoire perd du même coup son identité. Il en va de même pour les groupes humains : tant qu’un groupe n’a pas d’histoire il n’a pas identité, il n’existe pas comme groupe, si nombreux soit-il. Mais s’il se donne une histoire, il commence à exister ; en même temps que son passé, il a des chances de construir son avenir.»
Yvonne Knibiehler e Catherine Fouquet.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Património

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, fotografia de c. 1938
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«O significado do património arquitectónico e a justificação para a sua protecção são hoje mais claramente compreendidos. Sabe-se que a preservação da continuidade histórica [...] é essencial para manter ou criar ambientes que permitam aos indivíduos encontrarem a sua identidade e sentirem-se seguros, apesar das rápidas transformações sociais.»
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Conselho da Europa (1975) Declaração de Amesterdão. citado in Helena Barranha, Património cultural: conceitos e critérios fundamentais, Lisboa, IST Press, ICOMOS-Portugal, 2016, p. 44.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Em Dia de Santo António

Completando o que já esteve aqui e aqui, por exemplo, ficam outras imagens de Santo António:
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Taddeo Crivelli, Saint Anthony of Padua (c. 1469, Getty Center)
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Ticiano, A Virgem e o Menino entre Santo António e São Roque (c. 1508, Museu do Prado)
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Santo António (Séc. XVI-XVII, Museu da Guarda)
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Visão de Santo António (Séc. XVII, Museu Nacional de Arte Antiga)
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El Greco, Santo António de Pádua (c. 1580, Museu do Prado)
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Marco Antonio Bassetti, Santo António a Ler (séc. XVII, Museu de Castelvecchio)
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Murillo, Santo António de Pádua com o Menino (1668-1669, Museu de Belas-Artes de Sevilha)
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Vieira Lusitano, Santo António e o Menino Jesus (Séc. XVIII, Museu Nacional de Arte Antiga)
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Arnold Böcklin, Saint Anthony (1892)
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Jorge Vieira, Santo António (c. 1950, Museu Nacional do Traje)

segunda-feira, 12 de junho de 2017

sexta-feira, 9 de junho de 2017

A História de Portugal segundo Costa Pinheiro

Costa Pinheiro dedicou parte da sua obra a temas da História Portuguesa. Como amanhã é Dia de Portugal, ficam aqui alguns exemplos.
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D. Afonso Henriques (1965, CAM-FCG)
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D. João II (1966)
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Nandia Foteini (1975-2017)

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Com muita pena venho registar a morte de Nandia Foteini, historiadora de arte, com quem me cruzei sobretudo na altura da exposição que o MNAC fez sobre Columbano, em 2010. É uma notícia triste, por muitos motivos, que incluem o valor dela como pessoa e como historiadora; a idade dela (muito jovem ainda) e a doença miserável que a levou. Pouco sei na realidade sobre ela, para além do lado profissional, mas deixa saudades. Fica esta pequena homenagem e a lembrança de que ela era autora deste blogue que agora infelizmente não terá continuidade: I Know Where I'm Going. Deixo também uma imagem de um Columbano que eu sei que ela gostava:

(A Luva Cinzenta, 1881, MNAC)
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E um trecho de um filme que creio que ela gostava também:

Mirtilos e outras bagas

Como gulosa, me confesso. A minha lista de frutas preferidas inclui sobretudo amoras silvestres, cerejas, framboesas, figos pingo de mel, uvas moscatel e mirtilos. Às pinturas de amoras acrescento agora mais uma, pintada por minha mãe:


E dos mirtilos pouco encontrei de mais artístico:

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Mas há bons doces, como este:
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E esta tarte deve ser muito boa: