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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Será mesmo assim?

Louis-Léopold Boilly, Auto-retrato
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«-Toda a gente gosta de falar de si própria.
- Calculo que sim – admitiu Jane.
- (...) Baseia-se numa necessidade fundamental da natureza humana: a necessidade de falar... de se revelar. (...)»
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Poirot, in Agatha Christie, Morte nas nuvens, Edições Asa, 2015, pp. 161-162.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Expressões

No blogue Didatticarte, um post de 2014, refere:

«Rabbia, paura, disgusto, sorpresa, felicità e tristezza. Queste, secondo gli studiosi, sarebbero le sei emozioni primarie dell’uomo, corrispondenti ad altrettante espressioni tipiche del viso.»
Todo o post merece atenção e aqui fica o link: Quello che dice il volto: le espressioni nell’arte
O post chamou-me a atenção para alguns artistas que conhecia mas que não têm andado pelo blogue, e outros que nem conhecia. 
A propósito do tema ficam aqui duas pinturas de Boilly e uma de Dumier,
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Louis-Léopold Boilly, L'effet du mélodrame (1830, Musée Lambinet)
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Louis-Léopold Boilly, Une loge, un jour de spectacle gratuit (1830, Musée Lambinet)
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Entretanto, o texto fez-me lembrar o filme Inside out (2015), que separa as emoções humanas em alegria, tristeza, nojo / desprezo, medo e raiva.  Gostei imenso desse filme, mas coloco-me sempre a mesma pergunta: não haverá mais emoções para além dessas? Se sim, quais?