Joan Miró, Photo: Ceci est le couleur de mes rêves (1925, The MET, Nova Iorque)
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Outro dia, ao meditar sobre a arte minimalista, de que eu gosto bastante, pensei que até gostaria de uma pintura que fosse uma tela pintada de azul*, o que me fez lembrar a cor do céu azul meridional (nomeadamente português). E depois lembrei-me desta pintura de Miró. Será que era do céu de Espanha que ele falava em «le couleur de mes rêves»?**. E lembrei-me do início do famoso poema de Alexandre O'Neil***: «Se uma gaivota viesse / Trazer-me o céu de lisboa (...)».
Rematando, aqui fica uma fotografia do «céu azul de Lisboa», tirada por mim hoje, às 10 da manhã, voltando-me para Oeste. Gosto muito deste azul e talvez seja «le couleur de mes rêves», também.
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* Como de Yves Klein.
** Curiosamente há uma obra de Klein parecida (link). E Miró vivia em Paris nesta altura.
*** Lembrei-me dele porque o ouvi recentemente numa aula (online) de Português, da minha filha.














































