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terça-feira, 16 de junho de 2026

De uma exposição terminada: Maria Augusta Bordalo Pinheiro (1840-1915)

A exposição Linhas Cruzadas, no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, com curadoria de Maria de Aires Silveira e Filipa Oliveira, colocou a obra de Maria Augusta Bordalo Pinheiro em diálogo com obras de Ana Silva, Joana Vasconcelos e Sónia Gomes, mas também do resto da família Bordalo Pinheiro.

Jarra com flores (1874, Palácio Nacional da Pena, Sintra)

Sem título (Perfil de menina) (c. 1884-1886, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa)

Maria Augusta e Rafael Bordalo Pinheiro, Conjunto de serviço Téte-à.Téte (1882, Museu Bordalo Pinheiro, Lisboa)

Rafael Bordalo Pinheiro, Caixa (Maria Helena Bordalo Pinheiro) (1904)

Maria Augusta e Columbano Bordalo Pinheiro, Bordado (1903, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa)

Joana Vasconcelos, Sun Tzu (2022)

sexta-feira, 8 de março de 2024

Para o Dia da Mulher

Josefa de Óbidos, Natureza Morta com Doces e Barros (1676, Biblioteca Municipal Braamcamp Freire, Santarém)
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Aurélia de Sousa, Autorretrato (c. 1900, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto)
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Raquel Roque Gameiro, Teatro de fantoches na praia (1925, Museu de Aguarela Roque Gameiro, Minde)
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Sarah Afonso, As Meninas (1928)
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Maria Helena Vieira da Silva , Échec et mat (1949-1950, Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, Lisboa - Fot. Pedro Ribeiro)
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Mily Possoz, sem título (1930, Centro de Arte Moderna - Gulbenkian, Lisboa)
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Maria Keil, O mar (1958-1959, Av. Infante Santo, Lisboa)
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Rosa Ramalho, Cabra aculturada (1965, © Museu de Olaria, Pedro Cunha, 2007)
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Helena Almeida, Pintura habitada (1975)
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Paula Rego, O Tempo – Passado e Presente (1990, Centro de Arte Moderna - Gulbenkian, Lisboa)
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Joana Vasconcelos, Bolo de Noiva (2023,Waddesdon, The Rothschild Collection)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Corações

Espelho de fechadura (séc. XVII ?, Museu de Aveiro)
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Poema do coração

Eu queria que o Amor estivesse realmente no coração, 
e também a Bondade, 
e a Sinceridade, 
e tudo, e tudo o mais, tudo estivesse realmente no coração. 
Então poderia dizer-vos: 
"Meus amados irmãos, 
falo-vos do coração", 
ou então: 
"com o coração nas mãos". 

Mas o meu coração é como o dos compêndios. 
Tem duas válvulas (a tricúspida e a mitral) 
e os seus compartimentos (duas aurículas e dois ventrículos). 
O sangue ao circular contrai-os e distende-os 
segundo a obrigação das leis dos movimentos. 

Por vezes acontece 
ver-se um homem, sem querer, com os lábios apertados, 
e uma lâmina baça e agreste, que endurece 
a luz dos olhos em bisel cortados. 
Parece então que o coração estremece. 
Mas não. 
Sabe-se, e muito bem, com fundamento prático, 
que esse vento que sopra e ateia os incêndios, 
é coisa do simpático. 
Vem tudo nos compêndios. 

Então, meninos! 
Vamos à lição! 
Em quantas partes se divide o coração?
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Pendente (séc. XIX, Museu dos Biscainhos)
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Relho (Museu Nacional de Etnologia)
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Joana Vasconcelos, Coração Independente Vermelho (2005).
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(Link)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

2002

Joana Vasconcelos, Pega # 1 (Link).
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Uma canção

Uma canção de um filme musical