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quarta-feira, 28 de julho de 2021

Mais cafés (de outros tempos, noutras paragens)

Pierre Auguste Renoir, The Café (1874-1875, Kröller-Müller Museum, Otterlo)
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Henri Gervex, Café Scene in Paris (1877, Detroit Museum of Arts)
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Childe Hassam, At the Café (1887-1889)
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Santiago Rusiñol, Café des Incohérents, Montmartre (1889-1890, Museu de Montserrat, Barcelona)
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Frants Henningsen, A Café in Copenhagen (ou The Coffeehouse ou The Restaurant) (1906)

quinta-feira, 3 de março de 2011

E papoilas


Alfredo Keil, Composição de papoilas e malmequeres (1878) - Pál Szinyei Merse, Meadow with Poppies (1896, Hungarian National Gallery) - Henri Gervex, Fillette dans un champ de coquelicots (1886) - Alfred Roll, La dame aux coquelicots (c. 1898 Musée d'Orsay, Paris).
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Outra flor de que gosto muito é a papoila. Segundo o Diccionario da linguagem das Flores (1868),  a papoila branca significa sono do coração, pois: «Extrahe-se da semente da papoula branca um oleo insipido, que acalma os sentidos e provoca o somno». A papoila encarnada do campo é alívio e consolação: «Todas as papoulas são mais ou menos narcoticas, e são empregadas as suas sementes, sob a denominação de dormideiras, para fazer cozimentos, applicados especialmente contra as dores de dentes, conseguindo-se muitas vezes por este meio algum allivio». A papoila cor-de-rosa tem o significado de «feliz encontro» e a papoila raiada quer dizer «não duvides».
Já vi algumas este ano e acho-as muito bonitas, sobretudo as vermelhas, pelo contraste com o verde dos campos. Para mim, elas estão sobretudo ligadas ao ramo da espiga, onde têm o significado de amor e vida. Este ano, o dia da espiga será no dia 2 de Junho. Será que vão haver papoilas nessa altura?

sábado, 29 de janeiro de 2011

Le Bal de l'Opéra

Henri Gervex, Le Bal de l'Opera (1886, Galerie Heim)
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«(...) cette foule noir, lente et pressée, qui va, vient, serpente, tourne, retourne, monte, descend, et qui ne peut être comparée qu'à des fourmis sur leur tas de bois (...)».
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Honoré de Balzac, Splendeurs et Misères des courtisans (1869).
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Acerca desta pintura e dos bailes de máscaras da Opéra de Paris,  há um interessante texto no site da Galerie Heim.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Bares e Cafés I

Henri Gervex, Cafe scene in Paris (1877, Detroit Institute of Arts).
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“Of course I have played outdoor games. I once played dominoes in an open air cafe in Paris.”
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O Salon

Henri Gervex, Une scéance du jury de peinture (antes de 1885, Musée d'Orsay, Paris).
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A exposição denominada de Salon teve lugar pela primeira vez em 1667. Foi organizada pelo Estado francês desde 1791, sendo aberta a todos os artistas, franceses e estrangeiros, sob a condição de terem sido aceites pelo júri. O ano de 1863, data do Salão dos Recusados, marca o fim do Salon como instituição nacional e única. Desde a sua origem ligado à arte académica e oficial, o Salon perdeu importância sobretudo a partir dos anos de 1880. Nessa altura, multiplicaram-se as associações de artistas, que organizavam as suas próprias exposições. 
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Bibliografia: B. Foucart, «Salons (Histoire de l’Art)», Encyclopaedia Universalis, Vol. XIV, Paris, 1977, pp. 640-642; Francisco CALVO SERRALLER, «El Salón», in Valeriano BOZAL (ed.), Historia de las Ideas Estéticas y de las Teorías Artísticas Contemporáneas, Madrid, Visor, 1996; Nicole TUFFELLI, L’Art aux XIXe Siècle 1848-1905, Paris, Bordas, 1987, p. 9.