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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Uma colecção de lareiras

Master Ermengaut (Link)
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Em sintonia com um post de MR no Prosimetron, que mostra esta bela iluminura, aqui ficam algumas pinturas e uma ilustração, que versam sobre o mesmo tema, entre a segunda metade do século XIX e o início do século XX.
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James Tissot, The Fireplace (c. 1869 - Link)
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Childe Hassam, A Familiar Tune (Florence Griswold Museum, Old Lyme, Connecticut - Link)
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Childe Hassam, The Fireplace (1912 - Link)
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Frederick Cayley Robinson, A Winter's Evening (Link)
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Henry Salem Hubbell, By the Fireside (Link)
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Raul Lino, O Gato (Afonso Lopes Vieira, Animaes nossos Amigos, Lisboa, Livraria Ferreira - Link)
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«Dans un large fauteuil, près du foyer béni, Comme on peut voyager, l’hiver, à l’infini!»
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

A Casa III

Henry Salem Hubbell, By the Fireside (in American Gallery)
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Escreveu Ruskin: «Há na residência de um homem de bem um carácter sagrado (...)». E acrescentava: «Trata-se de um destes deveres morais que não podem ser negligenciados sem impunidade (...) e que exigem que as nossas casas sejam construídas com cuidado, paciência, amor e diligência, no sentido de uma duração (...). Quando as casas forem assim construídas, nós teremos a verdadeira arquitectura doméstica, que está na origem de todas as outras, que não hesita em tratar com respeito e atenção a pequena habitação da mesma maneira que a grande, e que confere dignidade de uma condição humana plenamente satisfeita às mais humildes residências terrestres (...)».
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John Ruskin, «A Lâmpada da Memória», in The Seven Lamps of Architecture, Londres, J. M. Dent and Sons, 1849, citado por Françoise Choay, As Questões do Património, Antologia para um Combate, (1.ª ed. Éditions du seuil, 2009), Lisboa, Edições 70, 2011, pp. 159-160.