Vasile Dobrian, Painter in Landscape (1963)
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sexta-feira, 28 de maio de 2021
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Porque o Blogue fez 10 anos
Ficam aqui os 10 "posts" mais vistos, desde 13 de Maio de 2008.
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10.º
(1244 visualizações)
António Palolo, Jardim das Delícias (1970)
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9.º
(1268 visualizações)
Vasile Dobrian, The Unseen Side of the Moon
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8.º
(1340 visualizações)
Zinaida Serebriakova, Shopping Cart With Sardines (1930)
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7.º
(1474 visualizações)
Odilon Redon, Icarus
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6.º
(1479 visualizações)
Piero della Francesca, Madonna col Bambino, santi, angeli e il duca Federico da Montefeltro (Pala di Breara) (1475, Pinacoteca di Brera, Milão)
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5.º
(1521 visualizações)
Egon Schiele, Il porto di Trieste (1907, Leopold Museum Viena)
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4.º
(1638 visualizações)
Piero della Francesca, Battesimo di Cristo (c. 1450, National Gallery, Londres)
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3.º
(3043 visualizações)
Joaquin Sorolla y Bastida, Paisaje de San Sebastián (Fundación Museo Sorolla, Madrid)
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2.º
(3182 visualizações)
Michelangelo (1510, Capela Sistina)
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1.º
(3266 visualizações)
Mosaico romano com peixes e legumes (séc. II d.C, Museu do Vaticano)
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Nota: Esta estatística é a do Blogger. Não tenho a certeza se está correcta.
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Ruas
Vasile Dobrian, I Know a Street (from the Oniro series) (1997)
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«A História está inscrita nos traçados e arquitecturas das cidades.»
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Le Corbusier
in A. do Carmo Reis, Vila do Conde, 500 anos de História Urbana.
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quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Diálogo
Vasile Dobrian, Dialogue 10 (1993)
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“For millions of years, mankind lived just like the animals. Then something happened which unleashed the power of our imagination. We learned to talk and we learned to listen. Speech has allowed the communication of ideas, enabling human beings to work together to build the impossible. Mankind's greatest achievements have come about by talking, and its greatest failures by not talking. It doesn't have to be like this. Our greatest hopes could become reality in the future. With the technology at our disposal, the possibilities are unbounded. All we need to do is make sure we keep talking.”
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quarta-feira, 28 de junho de 2017
Vasile Dobrian (1912-1999)
Um pintor romeno, que descobri no site Wikiart, cuja obra acho muito interessante.
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Painter in landsacpe (1963)
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Jazz (1972)
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terça-feira, 27 de junho de 2017
Da Lua
Aert Van der Neer, A Moonlit River Landscape with Figures in a Boat in the Foreground, a Village Beyond
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Winslow Homer, Moonlight (1874)
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José Malhoa, Nascer da Lua, Últimos Raios de Sol (Museu José Malhoa)
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David Davies, Moonrise (c. 1894, Cbus)
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René Magriite, Souvenir de voyage (1962-1963)
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Vasile Dobrian, The Unseen Side of the Moon
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Norman Rockwell, Man on the Moon (1967)
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Mais do mesmo andou por aqui a 19 de Janeiro de 2014.
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sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Ainda a tranquilidade
Vasile Dobrian, Look How the Moon Steps on the White Lonely Hills (Autumn series)
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«It is in your power to withdraw yourself whenever you desire. Perfect tranquility within consists in the good ordering of the mind, the realm of your own.»
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sábado, 22 de março de 2014
Pensamento: A Memória
Mikalojus Ciurlionis, The Thought (1904, Memorial Museum of M.Ciurlionis, Kaunas)
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Durante muito tempo, considerei que era a criatividade que nos tornava a nós, humanos, seres diferentes dos outros animais. Contudo, penso agora que, apesar de a criatividade ser (na minha opinião) muito importante, a memória é mais essencial. Só com o desenvolvimento da memória, nomeadamente depois da invenção da escrita e de outras formas de registo (desenho, pintura, fotografia, tipografia, informática, ...) é que conseguimos ir acumulando conhecimento. Esse conhecimento crescente e cada vez mais abrangente é que nos permite também desenvolver a criatividade. A memória por isso deve ser preservada, quer a memória histórica, ao nível da humanidade em geral, quer a memória pessoal e individual. Que seríamos nós sem memória? Assim como escreveu António Damásio:
«We all woke up this morning and we had with it the amazing return of our conscious mind. We recovered minds with a complete sense of self and a complete sense of our own existence — yet we hardly ever pause to consider this wonder.».
Sem memória (ou consciência auto-biográfica) todos os dias teríamos de recomeçar do zero, repetindo quando muito acções instintivas e que estivessem guardadas no nosso código genético (que também é uma forma de memória, não consciente). Porém, no limite, tanto o desenvolvimento da memória como o da criatividade requerem a criação de um sistema de comunicação com alguma complexidade, que permite transmitir aos nossos semelhantes o conhecimento adquirido.
Carl Spitzweg, Rose scent memory (1850)
É certo que há outros animais com boa memória, mas o nosso cérebro, na sua evolução, conseguiu levar essa capacidade a um patamar mais elevado. Não deixa de ser verdade, porém, que a falta de memória, se não for excessiva, também pode ter as suas vantagens, pois como disse Nietzsche: «The advantage of a bad memory is that one enjoys several times the same good things for the first time.»; ou Mark Twain: «A clear conscience is the sure sign of a bad memory.»
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