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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Construir

Detalhe de A Árvore do Amor de Paulo Galindro e Natalina Coias (2014)
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“She must trust, and she must have faith. And so she builds, because what is building, and rebuilding and rebuilding again, but an act of faith?”
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Dave Eggers (citado in The Dutchess).
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Projecto para A Árvore do Amor de Paulo Galindro e Natalina Cóias (2014)
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P.S. O projecto de Paulo Galindro e Natalina Coias foi para uma árvore de Natal, mas creio que esta árvore (casa) pode ser também para um final de Primavera, quase Verão.

terça-feira, 23 de julho de 2013

2008

Um quadro:
Susan Homer, Blackberries (Link).
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Um livro:
«Os animais de grande porte 
girafas, elefantes, hipopótamos, rinocerontes
andam numa correria de lá para cá e de cá para lá.
Tudo isto porque chegou à selva o Cuquedo.
O Cuquedo é muito assustador, prega sustos a quem estiver parado no mesmo lugar.
Mas quem é o Cuquedo?»
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Ilustração de Paulo Galindro (Link )
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Um filme:
«This is called farming! You kids are gonna grow all kinds of plants! Vegetable plants, pizza plants. Oh, it's good to be home!» (Link)
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Uma canção:
«Vem jogar comigo um jogo, eu por ti e tu por mim.
Fecha os olhos e adivinha, quanto é que eu gosto de ti».
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quarta-feira, 20 de março de 2013

Para o Dia da Árvore e da Poesia

Paulo Galindro (Link)
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Sophia de Mello Breyner Andresen, «Poesia e Realidade»:

«A Poesia existe em si - independente do homem. Realidade das coisas, ela existe mesmo onde ninguém a vê e onde ninguém a conhece».
(...)
«Pois a Poesia é a própria existência das coisas em si, como realidade inteira (...)»

«A poesia é a relação do homem com a Poesia (...)».
«(...) A verdadeira ânsia dos poetas é uma ânsia de fusão e de unificação com as coisas».
(...)

«O poema vem como um intermediário, é ele que torna possível que a poesia não se quebre contra os seus próprios limites. Podemos dizer por isso que o poema é liberdade».
(...)
«O poeta vê a Poesia, vive a poesia e faz o poema».

«A poesia e a poesia não são criação. São realidade e vivência. Porém o poema é criação, é um objecto a mais no mundo, uma realidade entre as realidades».
(...)
«O poema aparece, porque é necessário à existência do poeta (...)».
«O poema aparece como um medianeiro. Aparece ao lado da lacuna, que impede a união absoluta com a Poesia. É uma forma de tornar total o que estava incompleto».
«(...) Não podendo atingir a união absoluta com a realidade, o poeta faz o poema onde o seu ser e a realidade estão indissolúvelmente unidos».
«Por isso o poema é o selo da aliança do homem com as coisas».
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In Colóquio, n.º8, Abril de 1960, pp. 53-54.