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domingo, 4 de abril de 2021

Domingo de Páscoa

Mikhail Vrubel, Resurrection (1887)
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Repetindo a pesquisa, para o tema da Ressurreição, dentro da mesma cronologia (vagamente entre 1850 e 2020) e no mesmo site (WkiArt) - embora assumindo que o paradigma do tema na pintura, para mim, continua a ser A Ressurreição de Piero della Francesca (c. 1460).
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Marc Chagall, Résurrection - Tríptico Résistance, Résurrection, Libération (1937-1952)
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Otto Dix, The Resurrection (1949)
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Alma Woodsey Thomas, Resurrection (1966)

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Sexta-feira Santa

James Tissot, Crucifixion, seen from the Cross (c. 1890, Brooklyn Museum, Nova Iorque)
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A propósito deste dia, deixo aqui algumas Crucificações da Arte Contemporânea, que descobri no WikiArt. Estava a fazer uma pesquisa e deparei-me com elas, deixando-me intrigada pela maneira como o tema foi tratado pelos artistas dos últimos cento e cinquenta anos (sensivelmente).
Devo assumir que nunca lidei bem com a morte e por isso raramente ela surge no blogue, muito embora uma das minhas obras preferidas de toda a História da Arte seja a Deposição de Rogier van der Weyden (1435). Só enfrento o tema quando não consigo contorná-lo, razão também porque entre as Crucificações contemporâneas só olhara com mais atenção para a de Columbano, uma vez que este pintor era o assunto das minhas teses de Mestrado e de Doutoramento. Mas, e apesar de tudo, aqui ficam outras, que achei interessantes, organizadas por ordem cronológica, sendo que escolhi apenas algumas entre cerca de 1890 e 1938.
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Odilon Redon, The Crucifixion (1904, Barber Institute of Fine Arts, Birmingham)
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Franz Stuck, Crucifixion (1913)
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Max Ernst, Crucifixion (1913, Wallraf-Richartz Museum, Colónia)
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Pablo Picasso, La crucifixion (1930, Musée Picasso, Paris)
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Georges Rouault, Crucifixion (1937)
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Marc Chagall, La crucifixion blanche (1938, Art Institute of Chicago, Chicago)

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Quinta-feira Santa

Andrea del Sarto, Última Ceia (1520-1525, Museo del Cenacolo di Andrea del Sarto, Florença)
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«Having come into greater repute by reason of these works, Andrea received commissions for many pictures and works of importance; among others, one from the General of the Monks of Vallombrosa, for painting an arch of the vaulting, with a Last Supper on the front wall, in the Refectory of the Monastery of S. Salvi, without the Porta alia Croce (...).
The Monks of S. Salvi had let many years pass by without thinking of having a beginning made with their Last Supper, which they had commissioned Andrea to execute at the time when he painted the arch with the four figures; but finally an Abbot, who was a man of judgment and breeding, determined that he should finish that work. Thereupon Andrea, who had already pledged himself to it on a previous occasion, far from making any demur, put his hand to the task, and, working at it one piece at a time when he felt so inclined, finished it in a few months, and that in such a manner, that the work was held to be, as it certainly is, the most spontaneous and the most vivacious in coloring and drawing that he ever made, or that ever could be made. For, among other things, he gave infinite grandeur, majesty, and grace to all the figures, insomuch that I know not what to say of this Last Supper that would not be too little, it being such that whoever sees it is struck with amazement. Wherefore it is no marvel that on account of its excellence it was left standing amid the havoc of the siege of Florence, in the year 1529, at which time the soldiers and destroyers, by command of those in authority, pulled down all the suburbs without the city, and all the monasteries, hospitals, and other buildings. These men, I say, having destroyed the Church and Campanile of S. Salvi, and beginning to throw down part of the convent, had come to the refectory where this Last Supper is, when their leader, seeing so marvelous a painting, of which he may have heard speak, abandoned the undertaking and would not let any more of that place be destroyed, reserving the task until such time as there should be no alternative».
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In Giorgio Vasari, Lives of the Most Excellent Painters, Sculptors, and Architects [http://www.travelingintuscany.com/art/giorgiovasari/lives/andreadelsarto.htm].

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Apresentação de Jesus no Templo

Mestres do Retábulo de São Bento (Gregório Lopes e Jorge Leal), Apresentação do Menino no Templo (1520-1525, Museu Nacional de Arte Antiga)
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«A Lei de Moisés prescrevia a consagração a Deus dos filhos primogénitos do homem ou dos animais domésticos. O filho não era sacrificado, mas resgatado pelo sacrifício de um par de rolas ou de dois pombinhos (Ex. 13,2; Lv 1-14). Os pais de Jesus sujeitaram-se à Lei ao apresentarem-se no Templo. O velho Simeão anunciou que Jesus seria a salvação de Israel (Lc 2,22-35).
Icon. Em geral, o grupo representado compreende Maria, José, Jesus, o velho Simeão e algum outro personagem (...)».
De notar que, nesta pintura, figura também a profetisa Ana que «apareceu naquele momento e começou também a louvar a Deus. E falava do menino a todos os que esperavam que Deus salvasse Jerusalém».
Nota final: esta pintura já esteve no blogue, a propósito desta festividade, em 2017 - «Para o Dia de Nossa Senhora da Luz».
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Bibl.: Danielle Fouilloux, Anne Langlois, Alice Le Moigné, François Spiess, Madeleine Thibault, Renée Trébuchon, Dicionário da Bíblia, Editora Planeta DeAgostini, 2004, p. 44.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Quase a terminar o Natal

Bartolomé Esteban Murillo, Adoración de los pastores (c. 1650, Museu do Prado)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Ainda o Natal

Policarpo de Oliveira Bernardes, Fuga para o Egipto (c. 1730, Museu Nacional do Azulejo)
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História Antiga

Era uma vez, lá na Judeia, um rei.
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava, e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças.

E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter o poder de quem é rei
Por não ter coração
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da Nação.

Mas,
Por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus;
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças.
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Com votos de Feliz Natal!

Jean Bourdichon, Horae ad usum Romanum, dites Grandes Heures d'Anne de Bretagne, Folio 51 V (1503-1508, Bibliothèque Nationale de France. Département des Manuscrits. Latin 9474)

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Para o Dia de Ontem

Holanda, Ascenção de Cristo (1740-1760, Museu Nacional do Azulejo)

terça-feira, 3 de março de 2020

Da Exposição de Álvaro Pires de Évora

Díptico da Anunciação (c. 1414-1420, Galleria Nazionale dell'Umbria, Perugia)
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Virgem com o Menino em Majestade entre São Nicolau de Bari, São João Baptista, São Cristóvão e São Miguel Arcanjo, São Cosme e São Damião (depois de 1417, Comune di Volterra - Pinacoteca Cívica, Volterra)

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Nossa Senhora com o Menino e os Anjos Músicos (c. 1430, Convento de S. Cruz, Fossabanda, Pisa)


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A Anunciação (1430-1434, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa)
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Cristo Ressuscitado Abençoando (c. 1430-1435, Museu Szépmüvészeti, Budapeste)

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Coroação de Nossa Senhora (ontem celebrada)

Nottingham, Coroação da Virgem (Séc. XV, , Museu Nacional de Arte Antiga)
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Simão Rodrigues e Domingos Vieira Serrão, Coroação da Virgem, Retábulo-mor do Convento de Santa Ana, Coimbra (1611-1620, Museu Nacional de Machado de Castro)
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Giovanni Odazzi, Coroação da Virgem (Séc. XVIII, Palácio Nacional de Mafra)
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Domingos Sequeira, Coroação da Virgem (1825-1830, Museu Nacional de Arte Antiga)

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Termos de Arte e de Arquitectura - Árvore da Vida

Pacino di Buonaguida, Árvore da Vida (1305-1310, Galleria dell'Accademia, Florença)
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«Tema iconográfico muito difundido na arte medieval. É uma das formas com que é representada a cruz cristã: uma árvore rica de flores e folhas contendo imagens dos profetas, que lembra de modo simbólico o sacrifício feito por Cristo. Os primeiros exemplos conhecidos que representam tal tema, estão contidos em iluminuras do século XII, mas o período de maior difusão foi o século XIV. Em Itália, pode-se admirar a Árvore da Vida de Pacino de Buonaguida, conservada na Galleria dell'Academia de Florença».
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In Dicionário de Termos Artísticos e Arquitectónicos, Público, 2006, pág. 42.
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Castelo Branco, Colcha "Árvore da Vida" (Séc. XIX, Museu Francisco Tavares Proença Júnior)

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Retábulo da Capela do Palácio da Pena

Nicolau de Chanterene, Vista do retábulo do altar-mor (1529-1532, Palácio da Pena ©PSML Emigus)
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«Podemos afirmar que é um preciosíssimo e riquíssimo retábulo em alabastro e mármore da autoria de Nicolau Chanterenne e que milagrosamente resistiu ao terramoto de 1755, (...) aquele que se encontra na capela.
O retábulo - pura renascença portuguesa é encimado pelo magnífico presépio, passando pela adoração dos magos, aos recados que o Menino ia fazer a sua Mãe, como buscar água, Nossa Senhora ensina e o Menino a dar os seus primeiros passos na leitura...
Finalmente a morte de um Cristo moribundo mas que triunfalmente ressuscita para a Vida.
Todo o precioso trabalho em alabastro sob temática bíblica dá-nos o equilíbrio de um trabalho excelente, admirado e estudado por grandes investigadores do assunto».
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José Manuel Carneiro, «Caminhos do Romantismo», in Romantismo, Sintra nos Itinerários de um Movimento, Sintra, Instituto de Sintra, 1988, p. 77.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

No Dia da Ascenção

Domingos Sequeira, Estudo de Composição para a Ascensão (1829-1832, Museu Nacional Grão Vasco, Viseu)
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Domingos Sequeira, Ascensão (1829, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa)
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Domingos Sequeira, Ascensão de Cristo (Estudo) (1829-1832, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa)

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Páscoa

Matthias Grünewald, Ressurreição do Retábulo de Isenheim (c. 1515, Unterlinden Museum, Colmar)

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Sexta-feira Santa

Rogier van der Weyden, El Descendimiento (antes de 1433, Museu do Prado, Madrid)

sexta-feira, 22 de março de 2019

E da água

O tema é tão vasto e com tantas ramificações, que o que aqui fica é uma pequeníssima amostra.
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Pérsia, Clepsidra
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Faenza ?, Pia de Água Benta (Séc. XVI, Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto)
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John Cheere, Lago de Nereida Tétis (Séc. XVIII, Palácio Nacional de Queluz)
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Claude Lorrain, Landscape with Water Mill (1648, Galleria Doria Pamphilj, Rome)
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Jean-Baptiste-Siméon Chardin, Water Glass (c. 1760, Carnegie Museum of Art, Pittsburgh)
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Katsushika Hokusai, The Great Wave of Kanagawa (c. 1829-1833)
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John Henry Twachtman, Waterfall in Yellowstone (1895)
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José Malhoa, Aguadeiro (Séc. XIX-XX, Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto)
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Columbano Bordalo Pinheiro, Paisagem - Bruges (1917, Museu Nacional Grão Vasco, Viseu)
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João Vaz, Porto de Abrigo (1915-1920)
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João Martins, Alfama (Séc. XX, Arquivo de Documentação Fotográfica / DPIMI/DGPC)
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Kim Tschang-yeul, Waterdrops No. 10 (1977)