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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Capuchinho Vermelho I

Gustave Doré, Le Petit Chaperon rouge (1862)
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Isabel Naftel, Little Red Riding Hood (1862)
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Gabriel Joseph Marie Augustin Ferrier, Chaperon Rouge
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John Everett Millais, Red Riding Hood (1864)
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Albert Anker, Rotkäppchen (1883)
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Julius Sergius von Klever, Rotkäppchen (1908)
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Alda Matos e Silva Marinha
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The Pleasing Puzzle Card, Little Red Riding Hood (1908, Minneapolis College of Art and Design, Minneapolis)
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Roodkapje klopt op grootmoeders deur (1852-1863, Rijksmuseum, Amesterdão)
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Anaïs Toudouze, Avental (c. 1885-1895, Palais Galliera, Paris)
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Chávena (Bibliothèque et Musée de la Gourmandise, Hermalle-sous-Huy)
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

Frases LIV

Albrecht Anker, Writing lessons (1865, via WikiArt)
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«Suprimir toda a palavra inútil. Simplificar a frase. Simplificar a ideia. Suprimir, suprimir. Eis a fórmula para escrever bem e para fazer tudo bem».
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Noel Clarasó,
in Luis Señor González, Dicionário de Citações e Provérbios, Correio da Manhã, 2004, p. 364.

segunda-feira, 20 de novembro de 2023

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Lareiras

Albert Anker, At the Grandparents (1892, Oskar Reinhart Foundation, Winterthur)
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Florence Fuller, Inseparables (1900)
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John Lavery, The gothic room, 901 fifth avenue (1926)
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Raul Lino, «O Gato», in Afonso Lopes Vieira (poemas) e Raul Lino (ilustração), Animaes nossos Amigos, Lisboa, Livraria Ferreira, p. 31.
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(Pinterest)
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Nota: O tema já o tinha abordado no post «Uma colecção de lareiras», de 4 de Fevereiro de 2014, onde também já tinha sido publicada a ilustração de Raul Lino.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Regresso às aulas


“Children need art and stories and poems and music as much as they need love and food and fresh air and play. “
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Albert Anker, Schoolboy (1881)
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Georg Bremen, A Schoolgirl (1864)
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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Da prosaica lógica da batata

Camille Pissarro, Potato harvest (1885)
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Em tempo de comer batata doce, apesar de não ter encontrado explicação para a expressão "lógica da batata", trago uns excertos de um texto publicado em 1984, no Colóquio Artes (n.º 63, Dezembro), da autoria de Alfredo Margarido, e intitulado «O pouco e difícil simbolismo da batata».
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William Merritt Chase, The Potato Patch (c. 1893)
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«(…) A tríade das plantas ligadas aos mitos, sagrados ou não, é constituída no Mediterrâneo, pela vinha, pela oliveira e pelo trigo. (…)»
«Não é por isso de admirar (…), que não haja um grande número de representações da batata, nem sequer nos manuais ou nos tratados de botânica. A primeira conhecida aparece no frontispício do Herball onde Gerard se fez representar com um ramo florido na mão, em 1586. A segunda é uma aguarela de 1589, actualmente no Museu Plantin de Anvers. (…)»
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Walter Langley, Old Woman Peeling Potatoes
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«Estamos assim perante a explicitação da regra enunciada um pouco mais atrás: se as plantas não ocupam um espaço simbólico, se não são necessárias ao grupo, seja em termos religiosos seja em termos alimentares, estas não são representadas. (…)»
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Albert Anker, Girl Peeling Potatoes
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«Esta situação altera-se substancialmente a partir do século XIX, isto é, a partir do momento em que começa a propaganda da cultura e do consumo da batata. (…)»
«É verdade que este facto se verifica num panorama mais amplo, marcado pelo acesso ao Salão parisiense de 1831, de uma pintura profundamente marcada pela importância das alterações sociais iniciadas com a Revolução de 1789 (…).»
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Jean-François Millet, Title The Potato Harvest (1855, Walters Art Museum)
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«A primeira aparição da batata regista-se na obra de Joseph Millet (…). Deve todavia notar-se que a batata não aparece ligada à paisagem: contrariamente ao trigo, que pode ser representado sem a mínima presença humana (…), a batata só existe em função do trabalho (…).»
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Vincent van Gogh, Magyar: Krunplievők (The Potato Eaters) (1885, Van Gogh Museum)
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«Quer dizer que a batata é portadora de um enunciado cultural particular, dado que o tubérculo era particularmente destinado ao consumo popular, reduzindo assim de maneira sensível o défice de cereais que tanto marcou a Europa já no fim do século XIX (…).»
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Jules Bastien-Lepage, Saison d'Octobre: Recolte des pommes de terre (1879, National Gallery of Victoria)
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«De resto, todas estas telas mostram a justeza de uma observação de Balzac, numa passagem de Les Paysans, onde é sublinhado o carácter plasticamente pouco ou nada interessante do mundo camponês, caracterizado por cores cruas, onde abundam os castanhos, ou as cores aparentadas. Circunstância provocada, como é sabido, pelo recurso às fibras clássicas (lã, linho e cânhamo) utilizadas tal qual, sem recurso aos pigmentos industriais. Ora a monotonia das figuras é reforçada pela dos gestos do trabalho, repetitivos, assim como pela instalação doméstica.»
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Vincent van Gogh, Basket of potatoes (1885, Van Gogh Museum, Amsterdão)
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«(…) No caso da batata, a pintura só se ocupa do tubérculo, da sua produção e do seu consumo no período extremamente curto que preside à generalização do consumo, no momento em que a batata é geralmente considerada como o “pão dos pobres”. (…)»
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José Julio de Souza Pinto, La récolte des pommes de terre (1898, Musée d'Orsay, Paris)
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«(…) A carga mítica do trigo não poderá jamais ser igualada pela batata. O que mostra também a que ponto a nossa pintura está directamente associada aos meandros mais íntimos da história cultural europeia (…).»
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Vincent van Gogh, Peasant Woman Peeling Potatoes (1885)
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Obviamente, este texto concentra-se no simbolismo da batata na cultura europeia e ocidental. Contudo, a sua história é bem mais antiga do que a chegada dos europeus à América. De acordo com o site Encyclopedia.com, a batata foi originalmente domesticada nos Andes, sendo com os Incas que o seu potencial foi mais desenvolvido. Este povo descobriu como fazer um preparado com as batatas desidratadas, transformando-o numa substância que apelidavam de chuno. Este preparado era conservado e usado em tempos de necessidade e era tão precioso que os Incas o usavam como moeda de troca. Acreditava-se que as batatas tinham poderes curativos, nomeadamente na prevenção do reumatismo.
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Natalia Goncharova, Planting potatoes (1908-1909)
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Chegadas à Europa as batatas não receberam um acolhimento caloroso, até os espanhóis perceberem que eram ideais para os marinheiros, pois eram ricas em vitamina C. No entanto, foram vistas com desconfiança pela generalidade das pessoas, porque para além do seu aspecto inestético (e serem inicialmente pequenas e amargas), não eram mencionadas na Bíblia e por isso eram vistas como obra do diabo. Os irlandeses plantavam-nas à Sexta-feira Santa e aspergiam-nas com água benta.
Este meu resumo é muito simplista, pois o tema é mais complexo. Para saber mais detalhes, ver:
Berzok, Linda Murray. "Potato." Encyclopedia of Food and Culture. 2003.Encyclopedia.com. 20 Nov. 2015 <http://www.encyclopedia.com>.
Por curiosidade, acrescente-se que a batata doce foi mais facilmente aceite na cultura ocidental, como é referido no artigo A Brief History of the Sweet Potato: «sweet potato immediately became a rare and expensive delicacy».
Noutro artigo do site Folclore de Portugal conta-se que no «século XIX, a batata doce foi cultivada em grande escala nos Açores e na Madeira, de tal forma que ainda faz parte da gastronomia local. O Algarve é outra dessas regiões onde a batata doce tem-se afirmado. Um ditado popular diz:"Um Olhanense passava / Muito bem para onde fosse / Com um prato de xerém / E uma batatinha doce."». Nesse texto refere-se ainda que Aljezur é desde há séculos afamada como a 'terra da batata doce'.
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Nos Estados Unidos, o Thanksgiving este ano será dia 26, na próxima semana. Tradicionalmente inclui puré de batata.
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sábado, 12 de maio de 2012

Aprender


Albert Anker, Die kleinen Strickerinnen (Museum Oskar Reinhart am Stadtgarten, Winterthur)
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«Tell me and I'll forget; show me and I may remember; involve me and I'll understand».
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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Ordem vs. originalidade

Albert Anker, Mädchen, die Haare flechtend (1887).
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«Soyez réglé dans votre vie et ordinaire comme un bourgeois, afin d'être violent et original dans vos œuvres.».
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Sobre a necessidade de ter paciência...

Albert Anker, Peeling potatoes.
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«Patience and perseverance have a magical effect before which difficulties disappear and obstacles vanish».
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John Quincy Adams.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Brincar I


Harold C. Harvey, Pioneer of Aerial Navigation.
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Harry Brooker, A Critical Moment (A House of Cards) (1889).
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  Albert Anker, Kinderfrühstück (1879, Kunstmuseum Basel).
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Jean-Etienne Liotard, Fillette à la poupée (c. 1760).
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Peter Blake, The Toy Shop (1962, Tate Gallery, London).
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“It is better to play than do nothing”
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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Mais um pouco de chá...?


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“If you are cold, tea will warm you;
if you are too heated, it will cool you;
if you are depressed, it will cheer you;
if you are excited, it will calm you.”
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