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terça-feira, 11 de outubro de 2022

Afinidades LXXXI

Diego Velázquez, Las hilanderas o la fábula de Aracne (1655-1660, Museu do Prado, Madrid)
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Gustave Courbet, La Fileuse endormie (1853, Museu Fabre, Montpellier)

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Porque Amanhã é Dia de Reis

Já abordei o tema em 6 de Janeiro de 2014, mas volto a ele, com votos de Feliz Dia de Reis.
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Adoration of the Magi (Séc. IV, Museu do Vaticano, Roma)
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The Three Wise Men (526, Basilica de Sant'Apollinare Nuovo, Ravenna)
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Evangelistar von Speyer, Cod. Bruchsal 1, Bl. 11r (c. 1220, Badische Landesbibliothek, Karlsruhe)
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Adoration des Mages (meados do Séc. XIV, Museu do Louvre)
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Rogier van der Weyden, Bladelin Triptych (1445-1450, Gemäldegalerie, Berlim)
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Hans Memling, Adoration of the Magi Triptych (1470, Museu do Prado, Madrid)
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Gerard David, The Adoration of the Magi (National Gallery, )
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Andrea della Robbia, Adorazione dei Magi (1500-1510, Victoria and Albert Museum)
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Pieter Brueghel the Elder, The Adoration of the Kings (1564, National Gallery, Londres)
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Diego Velazquez, Adoration of the Kings (1619, Museo del Prado, Madrid)
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Johann Friedrich Overbeck, The Adoration of the Magi (1813, Kunsthalle Hamburg)
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James Tissot, The Adoration of the Magi (1886-1894, Brookly Museum)

sábado, 16 de novembro de 2013

Rir é o melhor remédio...

«Then come jesters, musicians and trained dwarfs,
And singing girls from the land of Ti-ti,
To delight the ear and eye
And bring mirth to the mind»
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Sima Xiangru (Link)
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Jean Fouquet, Portrait of the Ferrara Court Jester Gonella (c.1442-1445, Kunsthistorisches Museum, Vienna - Link)
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«The jester is an elusive character. The European words used to denote him can now seem as nebulous as they are numerous, reflecting the mercurial man behind them: fool, buffoon, clown, jongleur, jogleor, joculator, sot, stultor, scurra, fou, fol, truhan, mimus, histrio, morio. He can be any of these (...)».
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Beatrice K. Otto (Link)
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Jacob Cornelisz. van Oostsanen (?), Laughing Fool (c. 1500, Davis Museum - Link)
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«We have all seen how an appropriate and well-timed joke can sometimes influence even grim tyrants. . . . The most violent tyrants put up with their clowns and fools, though these often made them the butt of open insults».
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Desiderius Erasmus (Link)
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Frans Hals, Jester with a lute (c. 1623-1624, Musée du Louvre, Paris - Link)
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Diego Velázquez, El bufón don Sebastián de Morra (c. 1645, Museo del Prado, Madrid - Link)
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«The court jester is universal not merely in having been at home in such diverse cultures and eras, but also in taking his pick from the same ragbag of traits and talents no matter when or where he occurs. Above all he used humor, whether in the form of wit, puns, riddles, doggerel verse, songs, capering antics, or nonsensical babble, and jesters were usually also musical or poetic or acrobatic, and sometimes all three. Some physical difference from the norm was common whether it was in being a dwarf or hunchback or in having a gawky or gangly physique or a loose-limbed agility—his movements might be clumsy or nimble, but they should be somehow exaggerated or unusual (...)».
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Beatrice K. Otto (Link)
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Jan Matejko, Stańczyk (1862, Warsaw National Museum - Link)
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William Merritt Chase, Keying Up - the Court Jester (1875, Pennsylvania Academy of the Fine Arts - Link)
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«It is in the nature of jesters to speak their minds when the mood takes them, regardless of the consequences. They are neither calculating nor circumspect, and this may account for the "foolishness" often ascribed to them (...).
The jester also had humor at his disposal. He could soften the blow of a critical comment in a way that prevented a dignified personage from losing face. Humor is the great defuser of tense situations (...)».
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Beatrice K. Otto (Link)
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Para saber mais: Beatrice K. Otto, Fools Are Everywhere, The Court JesterAround the World, 2001.

domingo, 8 de setembro de 2013

Alguns leques

Diego Velazquez, Lady with a fan (c. 1635, Wallace Collection - London - Link)
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Katsushika Hokusai, Five fans (Link)
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James Tissot, The fan (c. 1875, Wadsworth Atheneum - Hartford, CT - Link)
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Mary Cassatt, Woman with a Pearl Necklace in a Loge (1879 - Link)
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Enrique Casanova, Pombos num camarote (1890, Palácio Nacional da Ajuda - Link)
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Laura Sauvinet, Retrato de senhora (1892, Museu de José Malhoa - Link)
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Leque (Museu de Alberto Sampaio - Link)
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Maria Augusta Bordalo Pinheiro, Leque com decoração de flores (Museu do Chiado - Link)
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Paul Gauguin, Girl with a fan (1902, Museum Folkwang - Essen - Link)
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Linguagem dos leques (Link)

- Colocar o leque junto ao coração: conquistou meu amor.
- Colocar o leque fechado junto ao olho direito: quando posso vê-lo de novo? A que horas, é respondido pelo número de varetas.
- Tocar com a mão no leque ao abaná-lo: o meu desejo era estar sempre junto de ti.
- Acariciar o leque fechado: não seja tão imprudente.
- Tocar com o leque meio aberto nos lábios: pode me beijar
- Unir as mãos debaixo do leque aberto: não traia nosso segredo.
- Esconder os olhos atrás do leque aberto: amo-o
- Fechar muito devagar o leque: prometo casar consigo.
- Passar o leque pelos olhos: peço desculpas.
- Tocar a extremidade do leque com o dedo: quero falar consigo
- Tocar o leque na face direita: sim.
- Tocar o leque na face esquerda: não.
- Fechar e abrir o leque várias vezes: você é cruel.
- Deixar cair o leque: nós vamos ser amigos.
- Abanar o leque muito devagar: sou casada.
- Abanar o leque muito depressa: estou comprometida.
- Levar o cabo do leque aos lábios: beije-me.
- Abrir todo o leque: espere por mim.
- Colocar o leque na cabeça: não se esqueça de mim.
- Fazer o mesmo movimento com o leque, estendendo o polegar: adeus.
- Segurar o leque na mão direita e em frente à face: siga-me.
- Segurar o leque na mão esquerda e em frente à face: estou desejosa de o conhecer.
- Colocar o leque junto da orelha esquerda: quero ver-me livre de si.
- Passar o leque pela testa: você mudou.
- Rodar o leque com a mão esquerda: estamos a ser observados.
- Rodar o leque com a mão direita: amo outro.
- Segurar o leque na mão direita: você está sendo muito precipitado.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Sobre a Arte II

Diego Velázquez, Retrato de uma menina (1640, The Hispanic Society of America, Nova Iorque).
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«Comme la morale, l’art a pour dernier résultat d’enlever l’individu à lui-même et de l’identifier avec tous». 
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Jean-MarieGuyau, L’art au point de vue sociologique (1887).

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Sobre a beleza

Diego Velázquez, Retrato de Menina (1640, The Hispanic Society of America, Nova Iorque).
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«...Beleza, virtude máxima, sanctus sanctorum do nosso anelo. Só nos podemos aproximar dela por rodeios e depois de longa preparação no exercício das outras virtudes. Estas são a luz do nosso trabalho, mas a beleza é o próprio sol, e se o queremos fitar, temos de fazer uso de um vidro fumado para que não fiquemos cegos com o deslumbramento dos seus raios. Digamos de passagem: a noção que temos de beleza e que serve menos mal os nossos míseros trabalhos - é apenas para nosso uso particular (...); pelo menos, quando nós conhecermos a fórmula absoluta que revela a nudez deslumbrante da ideia de beleza (...) nunca nós publicaríamos o seu retracto; pelo contrário, guardá-lo-íamos no mais recôndito escaninho da casa-forte das nossas emoções (...)».
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Raul Lino (1933).

quarta-feira, 16 de março de 2011

Mulheres vistas de costas I

Aqui se apresentam mais senhoras vistas de costas, todas do século XVII. De Gerard ter Borch (1617-1681) fica uma Woman at a Mirror.

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O outro exemplo é o Perfume de Francesco Furini (1603-1646).

O enigma da mulher vista de costas, sem rosto, é no primeiro caso contrabalançado pelo facto de se ver o seu rosto reflectido no espelho, o que também acontece na Vénus ao espelho (The toilet of Venus) de Velásquez (1599-1660), pertencente à National Gallery de Londres.

Nesse sentido, estas imagens (incluindo o Perfume) estão conectadas com a vaidade feminina.
No entanto, o quadro de Velázquez levanta-me outra questão: enquanto a pintura de nu explorou a forma sensual da mulher vista de costas, a pintura holandesa vestiu a mulher, retratando-a no seu quotidiano. Na primeira pintura, de Ter Borch, vemos a senhora no espelho, mas noutros exemplos, do mesmo artista, ela apenas esconde o rosto do espectador, como por exemplo em The Concert (Staatliche Museen, Berlinm).


Na realidade, estas mulheres vestidas também mostram sensualidade pela maneira como expõem o pescoço e os ombros ao olhar do espectador. Esta tipologia, da mulher vista de costas, vestida e numa situação quotidiana (mais ou menos recatada), terá sido aquela que foi seguida pelos pintores do século XIX, provavelmente quando a pintura holandesa do século XVII começou a ser alvo de atenção dos artistas, críticos e historiadores de arte. No entanto, para os pintores do século XIX, estas figuras femininas, muitas vezes isoladas, figuradas em espaços fechados e sombrios, são uma imagem melancólica, sobretudo se pensarmos nas obras de Vihelm Hammershoi (1864-1916). Tal como escreveu Tzvetan Todorov (1993): «(…) La peinture realiste, comme toute peinture représentative, continue d’affirmer la beauté de ce qu’elle montre; mais c’est souvent une beauté de l’accablement, du désespoir, de la détresse: ce sont dês fleurs du mal (…)».

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O percurso do olhar




 Diego Velázquez, An old woman cooking eggs (1618, National Gallery of Scotland).
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«le parcours du regard se constitue d’un va-et-vient du détail à l’ensemble et de l’ensemble au détail, et comment l’effet de plaisir du tableau tient à cette possibilite d’oscillation, entre rapprochement et mise à distance de ses parties».
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Daniel Arasse (1992).

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Arte II

Diego Velázquez, The Needlewoman (c. 1635-1643,  National Gallery of Art, Washington).
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«L'art c'est toute la vie».
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Jules Laforgue.
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Citado in Pinto, Manuel de Sousa, Barros, João de, dir.,
1904, Arte & Vida. Revista d'arte, critica e sciencia, Coimbra, Livraria Académica, Nov., 1.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Dia da Imaculada Conceição

Diego Velázquez, Imaculada Conceição (c. 1619, National Gallery, Londres).
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A Imaculada Conceição é segundo o dogma católico, a concepção da Virgem Maria sem mancha ("mácula" em latim) do pecado original. A festa da Imaculada Conceição passou a ser comemorada em 8 de Dezembro, definida como uma festa universal em 1476 pelo Papa Sisto IV. A Imaculada Conceição foi solenemente definida como dogma pelo Papa Pio IX em sua bula Ineffabilis Deus em 8 de Dezembro de 1854. 
Em Portugal, o culto foi oficializado por D. João IV, o qual, em Vila Viçosa, perante a imagem de Nossa Senhora da Conceição, ofereceu Portugal à Mãe Imaculada de Jesus, depondo a coroa real aos pés da Rainha do Céu que, doravante, seria também a Rainha de Portugal. A que era somente Padroeira de Vila Viçosa passou a ser Padroeira de Portugal. Para além da coroação de Nossa Senhora da Conceição, D. João IV reconhecendo a protecção eficaz da Padroeira do Reino pela libertação do domínio francês, criou a ordem militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. Depois desse momento, os reis seus sucessores nunca mais puseram sobre a cabeça a coroa real.
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Sobre esta pintura, fica o link do site da National Gallery.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

«Las Meninas» de Velásquez

Pintura de Diego Velázquez, La familia de Felipe IV, ou Las Meninas (c. 1656, Museu do Prado, Madrid).
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Esta pintura de Velásquez (1599-1660) sempre foi uma das minhas preferidas, por vários motivos, que vão para além da beleza da composição. Uma das coisas que mais me fascina é o pormenor do retrato dos Reis, figurados no espelho. Velásquez também se auto-retratou no acto de pintar, e nós vemos, do lado esquerdo, as costas da tela que estava a trabalhar.
De facto, toda esta complexidade de tempos e espaços sobrepostos sempre me fascinaram.  E mais interessada fiquei, outro dia, quando reparei na Cruz da Ordem de Santiago sobre a veste de Velásquez. Decidi então fazer alguma pesquisa sobre o assunto, e, por enquanto, somente na internet.
Segundo a Wikipédia, a Ordem de Santiago foi uma Ordem Religiosa e Militar que surgiu no século XII, no Reino de Leão. Deve o seu nome ao Santo Patrono de Espanha que é Santiago Maior. O objectivo inicial era proteger os peregrinos no Caminho de Santiago e fazer recuar os muçulmanos da Península Ibérica. Em 1493, a Ordem foi incorporada na Coroa Espanhola, união que foi confirmada em 1523 pelo Papa Adriano VI.
Com o tempo, ser membro da Ordem de Santiago tornou-se numa das maiores aspirações dos homens do século XVII, sendo muito difícil integrar esta Ordem. O caso de Velásquez ficou conhecido porque os seus amigos tiveram de testificar das suas raízes "limpas" e que a sua arte não era motivada por ganâncias económicas, tendo antes um carácter intelectual. Proposto em 1658 para membro da Ordem, só em 1659 ele era aceite, graças ao apoio do Papa Inocêncio X que o dispensou das provas de nobreza de sangue. Isto é, só terá recebido essa honra depois de ter pintado este retrato.
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Bibliografia: Wikipedia - Orden de Santiago e Diego Velásquez.