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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Flor de Outubro: Calêndula

Johann Georg Sturm, «Echte Ringelblume, Calendula officinalis», in Deutschlands Flora in Abbildungen (1796)
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Kate Greenaway, Marigold Garden, 1885
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Walter Crane, Shakespeare's Garden (Cassell & Co., 1909)
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Dante Gabriel Rossetti, Marigolds (1873, Nottingham Castle Museum and Art Gallery)
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Koloman Moser, Ringelblumen (1909, Leopold Museum, Viena)
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Gwen John, Study of Marigolds (1918)
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Emil Nolde, Flower Garden (marigolds(1919)
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Felix Vallotton, Marigolds and Tangerines (1924)
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Cicely Mary Barker, The Marigold Fairy
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Pacote de sementes da Tuckers Seed House (c. 1920)
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Poster da American Marigold Society (Pacific Horticulture)

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Amarelo Topázio

Albert Joseph Moore, Topaz (1879)
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Alphonse Mucha, Topaz (1900)
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Francisc Sirato, Lila in Yellow
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Amadeo Modigliani, Jeanne Hebuterne in a Yellow Jumper (1919, Ohara Museum of Art, Kurashiki)
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Den Salm (?), Azulejo (1558, Museu Nacional do Azulejo)
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Henri Matisse, Interior in Yellow (1946, Centre Georges Pompidou, Paris)
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Odilon Redon, Tree Against a Yellow Background (1901, Musée d'Orsay, Paris)
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Paul Klee, Characters in Yellow (1937)
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Peter Halley, Schirn Rotunda
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Pendente laça (1701-1750, Museu de Évora)
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Fotografia de Rob Lavinsky (Wikipédia)

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Quotidiano II

Koloman Moser, Bilderbuch für die Nichte von Ditha Mautner von Markhof (1904, Sammlung Richard Grubman und Carolin Mortimer).
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«Space and light and order. Those are the things that men need just as much as they need bread or a place to sleep».

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Amendoeiras

Koloman Moser, Blühendes Bäumchen (c. 1910, Sterreichische Galerie Belvedere, Vienna).
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Não sei se esta pintura representa amedoeiras em flor, mas achei bonita e aqui fica com uma lenda associada a esse tema. 
Parece que é agora em Fevereiro que as amendoeiras começam a florir, mas acho que nunca assisti a este espectáculo da natureza (ou pelo menos não me lembro). Um dia gostava de poder (voltar a?) ver.
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Lenda das Amendoeiras - Algarve

«Há muito tempo, antes da independência de Portugal, quando o Algarve pertencia aos mouros, havia ali um rei mouro que desposara uma rapariga do norte da Europa, à qual davam o nome de Gilda.
Era encantadora essa criatura, a quem todos chamavam a "Bela do Norte", e por isso não admira que o rei, de tez cobreada, tão bravo e audaz na guerra, a quisesse para rainha.
Apesar das festas que houve nessa ocasião, uma tristeza se apoderou de Gilda. Nem os mais ricos presentes do esposo faziam nascer um sorriso naqueles lábios agora descorados: a "Bela do Norte" tinha saudades da sua terra.
O rei consegui, enfim, um dia, que Gilda, em pranto e soluços, lhe confessasse que toda a sua tristeza era devida a não ver os campos cobertos de neve, como na sua terra.
O grande temor de perder a esposa amada sugeriu, então, ao rei uma boa ideia. Deu ordem para que em todo o Algarve se fizessem plantações de amendoeiras, e no princípio da Primavera, já elas estavam todas cobertas de flores.
O bom rei, antevendo a alegria que Gilda havia de sentir, disse-lhe:
- Gilda, vinde comigo à varanda da torre mais alta do castelo e contemplareis um espectáculo encantador!
Logo que chegou ao alto da torre, a rainha bateu palmas e soltou gritos de alegria ao ver todas as terras cobertas por um manto branco, que julgou ser neve.
- Vede - disse-lhe o rei sorrindo - como Alá é amável convosco. Os vossos desejos estão cumpridos!
A rainha ficou tão contente que dentro em pouco estava completamente curada. A tristeza que a matava lentamente desapareceu, e Gilda sentia-se alegre e satisfeita junto do rei que a adorava. E, todos os anos, no início da Primavera, ela via do alto da torre, as amendoeiras cobertas de lindas flores brancas, que lhe lembravam os campos cobertos de neve, como na sua terra».
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