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terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Estrelas

Childe Hassam, The Evening Star (1891)
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“One must still have chaos in oneself to be able to give birth to a dancing star.”
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Esta estrela comprei na loja dos Artesãos de Lisboa, na Rua de Entrecampos. Fui lá ontem e achei uma maravilha.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Açafate

Açafate (Séc. XX, Museu Dr. Joaquim Manso)
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«Cesto baixo redondo ou oval, sem arco na tampa (...) (Ár. açafat)».
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Bibl.: Cândido de Figueiredo, Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa, Bertrand, 1981 (1.ª ed. 1924), p. 14.
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Açafate (Séc. XIX, Palácio Nacional de Queluz)

sexta-feira, 29 de junho de 2018

domingo, 24 de junho de 2018

Feliz Dia de São João!

Estremoz, São João (Séc. XIX, Colecção Júlio Maria dos Reis Pereira)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Passeios I

Por (antiga) sugestão da Sandra, fui finalmente a Alcochete, e aqui ficam os registos.
Um senhor vendia estes moinhos, a que achei muita graça.



 
 
  

 
De uma competição com a minha filha sobre quem tirava melhores fotografias ao pôr-do-sol. A primeira é minha, a segunda é dela. Gosto das duas.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Do passado ao presente

 Terracotta cosmetic vase East Greek (séc. VI a.C., Metropolitan Museum of Art)
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«O conhecimento do que fomos lembra-nos o que somos e mostra-nos o que poderemos fazer.»
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Margarida Lages - «Gabinetes Coloniais», ISCTE, 21/3/2012
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terça-feira, 19 de julho de 2016

Respigadores

Jean-François Millet, Des glaneuses (1857, Musée d'Orsay, Paris)
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Acho que sempre gostei de ver o campo, especialmente na primavera e no verão. Nesta altura do ano começa a época das colheitas, e fazem-se fardos de feno, a que eu acho muita graça, porque adoptam formas geométricas (sobretudo cilindros e paralelepípedos), que contrastam com as formas da natureza e dos campos (agora) bastante desnudados. Mas julgo que estes fardos geométricos são recentes e antigamente seriam mais assim:

Ernesto Condeixa, Na eira (1882-1884, Museu José Malhoa)

Há uns anos atrás assisti a uma conferência onde o historiador e arquitecto Ricardo Agarez, não sei se citando alguém (não me lembro), comparava o trabalho dos actuais historiadores ao dos respigadores - pois tal como eles, andam a estudar sobretudo os temas que foram considerados pouco importantes pelos anteriores historiadores. 

Van Gogh, The harvest (1888, Van Gogh Museum, Amsterdão)

Daí que, quando olho para os campos no verão, vejo não só a beleza da paisagem. Penso também no trabalho de pessoas que fazem investigação em história da arte, escolhendo temas que há uns tempos seriam impensáveis.

Camille Pissarro, Récolte du foin à Eragny-sur-Epte (1889)
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É certo, contudo, que o feno e o trigo são coisas diferentes. Os tais montes geométricos são de feno (e penso que actuais e feitos por máquinas). Os respigadores são do trigo (talvez já nem existam) e possivelmente hoje os fardos de trigo também são geométricos - não sei.

Ian Jones, Bushy tales

Por outro lado, creio que o feno serve principalmente para a alimentação dos animais (mas não só); enquanto o trigo serve maioritariamente para a alimentação humana. Por fim, fica aqui um exemplo de outro uso do feno:


E outro uso do trigo:

quarta-feira, 25 de março de 2015

Da beleza do quotidiano

(link)

(link)

Philip Webb, Burne-Jones e Morris, Marshall, Faulkner & Co., The Backgammon Players (Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque)
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«A antiga sociedade Hindu identificava a Beleza com a Verdade e com Deus, tornando um dever e um ritual a decoração do ambiente em que se vivia. Na sua religião pluriteísta havia o deus do artesanato do qual o artífice se considerava descendente, e, portanto, um indivíduo privilegiado, celebrando-lhe uma semana todos os anos.».
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Maria Helena Matos, «Problemas de Artesanato – 2 – O valor que afirma o trabalho manual», in Diário de Lisboa, 14/8/1964, p. 19.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Dia 11: «Eleven pipers piping»

(link)
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On the eleventh day of Christmas, 
my true love sent to me 
Eleven pipers piping, 
Ten lords a-leaping, 
Nine ladies dancing, 
Eight maids a-milking, 
Seven swans a-swimming, 
Six geese a-laying, 
Five golden rings, 
Four calling birds, 
Three French hens, 
Two turtle doves, 
And a partridge in a pear tree.
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(link)
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Albrecht Durer, Drummers and pipers (c.1504)
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Giovanni Domenico Tiepolo, Il Pifferaio (1770)
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François Boucher, Shepherd Boy Playing Bagpipes (c.1754)
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John Everett Millais, The Piper
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Coimbra, Prato em faiança (Sécs. XVIII-XIX, Museu Nacional Soares dos Reis)
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António e Dionísio Ferreira (atribuído), Tocador de gaita de foles (Peça do Presépio da Madre de Deus) (1700-1730, Museu Nacional do Azulejo)
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António Ferreira, Gaiteiro e mulher com oferendas (figuras de presépio) (Séc. XVIII, Museu Nacional de Arte Antiga)
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(link)

sexta-feira, 18 de julho de 2014

E barcos ainda mais

Desta vez a minha curiosidade começou com o Egon Schiele (1890-1918), que descobri que tem quadros de barcos lindíssimos. Procurando outros barcos, cheguei à conclusão (provisória) de que antes de meados do século XIX os pintores pintavam mais navios e barcos de guerra do que barcos mais simples. Mas desde meados de oitocentos até aos nossos dias, os barcos de recreio e de pescadores tornaram-se protagonistas de uma quantidade infindável de obras de arte, sobretudo na pintura. No artesanato também aparecem, como seria de esperar, e encontrei alguns bem engraçados que até têm direito a nome. Lembrei-me por fim dos barcos comestíveis, nomeadamente dos "támares", bolo típico da Nazaré que só descobri no ano passado.
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Salomon van Ruysdael, A River Landscape with Boats and Chateau (1645)
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Silva Porto, Canoas (1883, Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, Lisboa)
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Odilon Redon, The Mysterious Boat (c.1892)
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Raoul Dufy, Regatta at Cowes (1934, National Gallery of Art, Washingon)
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Almada Negreiros, Quem não viu Lisboa não viu coisa boa (1946-1948, Gare Marítima de Alcântara, Lisboa - in Restos de Coleccção)
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Álvaro Laborinho, Barco das chávegas, que entra (1931, Museu Dr. Joaquim Manso)
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Álvaro Ricardo Guincho (Nazaré), Barco do candil (miniatura) - Rumo ao mar (séc. XX, Museu Dr. Joaquim Manso)
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Támares (Nazaré)
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e Moliceiros (Aveiro)

quarta-feira, 16 de abril de 2014