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sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

Para amanhã, que é Dia da Montanha

Caspar David Friedrich, Morning in the Mountains (c.1823, Museu do Hermitage, São Petersburgo)
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Theodore Rousseau, Valley in the Auvergne Mountains (1830, Saint Louis Art Museum, St. Louis)
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Paul Cézanne, Mountains in Provence. L'Estaque (c.1880)
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Vincent van Gogh, Les Alpilles, Mountain Landscape near South-Reme (1889, Kröller-Müller Museum, Otterlo)
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Isaac Levitan, Range of mountains, Mont Blanc (1897, Galeria Tretyakov, Moscovo)
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Artur Loureiro, Vista do Gerez (1928, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto)
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Nicholas Roerich, Himalayas. Moon mountains. (1933, Nicholas Roerich Museum, New York)
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Martiros Sarian, Mountain landscape (1969)

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Ainda sobre a paciência

Nicholas Roerich, Waiting (1927)
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“Now all you can do is wait. It must be hard for you, but there is a right time for everything. Like the ebb and flow of tides. No one can do anything to change them. When it is time to wait, you must wait.”
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Não tem muito a ver, mas ontem, a ver uma série de animação japonesa (Erased) aprendi uma palavra em japonês que achei muito bonita, Mirai (futuro) e que se escreve assim: 未来. Lembrei-me agora, nem sei bem porque razão.
Nota - Esta pintura de Roerich já aqui esteve em 2015.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Nuvens

John Constable, Cloud Study (1821)
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Alfredo Keil, Nuvens (1897, MNAC)
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José Malhoa, Nuvens (1915, Museu José Malhoa)
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Nicholas Roerich, Cloud (1915) 
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Alvin Langdon Coburn, The Cloud (1912)
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Emília Matos e Silva, s/t (2004)*
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Jane Wilson, Yesterday's Clouds (2010)
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René Bertholo, Nuvem com Superfície Variável – III (1967, CAM-FCG)
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* Por mera curiosidade, descobri que esta pintura da minha mãe já esteve aqui no blogue, precisamente num dia 26 de Junho, mas de 2008.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Esperança I

Nicholas Roerich, Monhegan (Hope) (1922)
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«We all hope. It's what keeps us alive.»
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Canções para a época IV

Nicholas Roerich, Star of Mother of the World (1924, Roerich Museum, Moscovo)
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“When the power of love overcomes the love of power, the world will know peace.”
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Chegou o Inverno

Inverno no Mosaico dos Atletas Vencedores (sécs. II-III, Musée gallo-romain de Saint-Romain-en-Gal-Vienne)
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Hendrick Avercamp, Paysage d’hiver avec un château (1608, Bergen Kunst Museum)
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Paul Gauguin, Winter Landscape (1879, Budapest Museum of Fine Arts, Budapeste)
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Vilhelms Purvitis, Winter (1910)
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Wassily Kandinsky, Winter Landscape (1911)
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Nicolas Roerich, Winter Landscape (1918)
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Toshi Yoshida, Birds of the Seasons - Winter (1985)
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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A Princesa Kaguya e o monte Fuji


Katsushika Hokusai, Fuji, Mountains in clear Weather (Red Fuji) (1831)
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De acordo com a lenda japonesa, quando chegou a altura de regressar à Lua, a princesa Kaguya ofereceu ao Imperador, que a amava, um frasco com um elixir da imortalidade, em conjunto com uma carta de despedida. Quando o Imperador leu essa carta, ficou tão triste que decidiu mandar queimá-la na montanha mais alta, que ficava na província de Seruga. Juntamente com a carta, mandou queimar o elixir, pois não suportava viver para sempre sem a princesa - e esperava que o fumo a alcançasse, levando-lhe essa mensagem. Diz-se que o nome do monte Fuji deriva da palavra que significa "imortalidade". Como a lenda surgiu numa altura em que o vulcão ainda estava activo, contava-se que o fumo era da carta que ainda estava a arder.
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David Burliuk, Mount Fuji (1922)
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Shotei Takahashi, Fuji from Hakone (1932)
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Nicholas Roerich, Mount Fuji (1936, Latvian State Museum of Art, Riga)


segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Leituras de Agosto passado... e de volta às "rodas"

Vasily Vereshchagin, Buddhist Temple In Darjeeling. Sikkim (1874)

«Era uma Dança... mas para a descrever era necessário todo o espaço e todo o tempo. Uma vida... mas eram necessárias todas as coisas vivas para a descrever. Uma mente... mas eram necessários todos os pensamentos para a conhecer. Mesmo assim, não poderia ser descrita, definida ou conhecida na sua inteireza. (...)» - Stephen Lawhead, O Ladrão dos Sonhos (1998), p. 432.
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Neste verão li dois livros que me levaram aos Himalaias, por caminhos bem diferentes. No livro de Stephen Lawhead, O Ladrão dos Sonhos (1998), é lá, nomeadamente em Darjeeling, que se encontra um velho marciano, vindo de um mundo mais avançado mas arruinado, que deseja controlar a Terra, através do poder da mente, roubando os sonhos.
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Nicholas Roerich, Sacred Himalayas (1933)
«And, overshooting all other marks, the arrow passed far and far beyond sight. At the last it fell; and, where it touched earth, there broke out a stream which presently became a River, whose nature, by our Lord's beneficence, and that merit He acquired ere He freed himself, is that whoso bathes in it washes away all taint and speckle of sin.» - Rudyard Kipling, Kim
No livro de Rudyard Kipling, Kim (Prémio Nobel de 1907), é lá que Kim e um monge budista procuram o Rio da Seta - onde terá caído uma seta disparada por Buda. Procuraram nas montanhas, mas terá sido noutro lugar que terá caído a seta. Segundo a lenda, através do contacto com esse rio, poderá obter-se a liberdade sobre a Grande Roda.

«He drew from under the table a sheet of strangely scented yellow-Chinese paper, the brushes, and slab of India ink. In cleanest, severest outline he had traced the Great Wheel with its six spokes, whose centre is the conjoined Hog, Snake, and Dove (Ignorance, Anger, and Lust), and whose compartments are all the heavens and hells, and all the chances of human life. Men say that the Bodhisat Himself first drew it with grains of rice upon dust, to teach His disciples the cause of things. Many ages have crystallised it into a most wonderful convention crowded with hundreds of little figures whose every line carries a meaning. Few can translate the picture-parable; there are not twenty in all the world who can draw it surely without a copy: of those who can both draw and expound are but three.» - Rudyard Kipling, Kim
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Gosto de coincidências, e o facto de eu ter ido parar aos Himalaias por caminhos diferentes (e independentemente do final das respectivas histórias), levou-me a pensar neste lugar da Terra, que é provavelmente um dos poucos da Ásia que gostava de visitar. O que, por sua vez, me remete para um dos meus livros preferidos do Tintin:

quarta-feira, 2 de março de 2016

A Cor segundo Goethe I - Luz e Escuridão

Nicholas Roerich, Light Conquers Darkness (1933)
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«Light and darkness, brightness and obscurity, or if a more general expression is preferred, light and its absence, are necessary to the production of color… Color itself is a degree of darkness.»
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in Maria Popova, «Goethe on the Psychology of Color and Emotion - “Color itself is a degree of darkness.”» in https://www.brainpickings.org/2012/08/17/goethe-theory-of-colours/

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Da coragem

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Nicholas Roerich, Sword of Courage (1912)
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“The thing about courage is it’s something that we have to learn and relearn our whole lives. It’s not just in you, it’s in every choice we make every day.”
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Nim's Island, 2008.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Da viagem

Nicholas Roerich, Caravan (1931)
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«Quando viajas, estás a experimentar de uma maneira muito prática o acto de Renascer. Estás diante de situações completamente novas, o dia passa mais devagar e na maior parte das vezes não compreendes a língua que as pessoas estão a falar. Excatamente como uma criança que acabou de sair do ventre materno. com isso, passas a dar muito mais importância às coisas que te cercam, porque delas depende a tua sobrevivência. Passas a ser mais acessível às pessoas, porque elas poderão ajudar-te em situações difíceis. E recebes qualquer pequeno favor dos deuses com uma grande alegria, como se isso fosse um episódio para ser lembrado pelo resto da vida.
Ao mesmo tempo, como todas as coisas são novas, enxergas apenas a beleza delas, e ficas mais feliz por estar vivo. (…)»
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Paulo Coelho, O Diário de um Mago, Lisboa, Pergaminho, 1999 (3.ª ed.), p. 36:.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

E palavras mágicas

Nicholas Roerich, Spell words (1922)
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"We cast spells to find our way into the unconscious mind, and the imagination that lives there, because we know it's the only way to get into a place where magic is made."
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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Dos rios

Nicholas Roerich, Brahmaputra (1946, State Museum of Oriental Art, Moscovo)
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“Have you also learned that secret from the river; that there is no such thing as time?" That the river is everywhere at the same time, at the source and at the mouth, at the waterfall, at the ferry, at the current, in the ocean and in the mountains, everywhere and that the present only exists for it, not the shadow of the past nor the shadow of the future.”
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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Do conhecimento

Nicholas Roerich, Waiting (1927)
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“...the most fun lies in seeing and studying the unknown.” 
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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Ainda as montanhas

Nicholas Roerich, Himalayas. Moon mountains. (1933, Nicholas Roerich Museum, Nova Iorque)
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Nicholas Roerich, Himalayas. Blue mountains. (1939)
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Nicholas Roerich, Himalayas (N. K. Roerich International Centre-Museum, Moscovo)
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“Chasing angels or fleeing demons, go to the mountains.”
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Recomeçar

Nicholas Roerich, Morning rider (1918)
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“Be willing to be a beginner every single morning.”
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

O céu, as nuvens e a chuva

«(…) La peinture n’est pas un langage, mais, dès lors qu’elle représente et, surtout, qu’elle “imite la Nature”, elle est articulée selon des operations similaires à celles qu’opère le langage pour render compte du reel en le transformant précisement en Nature».
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Daniel Arasse.
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Giogione, La tempesta (1505, Gallerie dell'Accademia, Veneza - Link)
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Josephine Bowes, A Cornfield near Calais (1860-74, Link)
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Ivan Shishkin, Gathering storm (1884, Russian Museum, St. Petersburg - Link)
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Nicholas Roerich, Battle in the Heavens (1912, Russian Museum, St. Petersburg - Link)
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Felix Vallotton, The Entrance to the Villa Beaulieu in Honfleur (Before the Storm) (1916 - Link)
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Henri Rousseau, La Vigie de Malakoff (1892 - Link)
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Tomas Saraceno, Cloudy House (2009 - Link)