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quarta-feira, 9 de julho de 2025

Frases LXXIV

Odoardo Borrani, L'Arno a Varlungo (1868)
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«Mudar de horizonte é proveitoso para a saúde e a inteligência».
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Gustavo Adolfo Bécquer,
in Luis Señor González, Dicionário de Citações e Provérbios, Correio da Manhã, 2004, p. 418.

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Com votos de boa semana!

Odoardo Borrani, Alla Galleria dell'Accademia (c. 1860-1870, Galleria dell'Accademia, Florença)

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Macchiaioli

Silvestro Lega, Il pergolato (1860, Pinacoteca di Brera)
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Vincenzo Cabianca, Le monachine (1861, Viareggio, Istituto Matteucci)
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Raffaello Sernesi, La punta del Romito, vista desde Castiglioncello (1866, Istituto Matteucci, Viareggio)
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Adriano Cecioni, Le Ricamatrici (1866)
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Vito D'Ancona, Lezione di pianoforte
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Odoardo Borrani, The Mugnone (1885-1890, Galleria Nazionale d'Arte Moderna e Contemporanea di Roma)
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Serafino de Tivoli, The Road in the Wood
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Telemaco Signorini, Sulle colline a Settignano

domingo, 28 de outubro de 2012

Ornamentos das Casas

Pierre Louis Dumesnil the Younger, Card Players in a Drawing Room (The Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque).
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Odoardo Borrani, Cucitrici di camicie rosse (1863).
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«The ornament of a house is the friends who frequent it».
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O Ateliê de pintor

Odoardo Borrani, Visita allo studio (1865-1875, Artgate Fondazione Cariplo).
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A Visita allo studio, de Odoardo Borrani (1833-1905), representa o interior do estúdio do artista, um tema que era muito popular entre os pintores da segunda metade do século XIX. Borrani pertencia à Escola Piagentina, um grupo de pintores formado cerca de 1862, que se dedicou sobretudo a representar cenas campestres dos arredores de Florença. Borrani, em contrapartida, tendeu a pintar preferencialmente cenas de interior, como esta que aqui vemos. O ateliê que ficou representado neste quadro era provavelmente o que ficava na Porta La Croce, perto de Florença. No quadro vemos uma senhora que visita o ateliê, sentada numa cadeira a conversar com um homem, ambos no extremo direito da composição. Estão a admirar um quadro que se encontra ainda no cavalete e que nós não podemos ver. Devemos notar que, no fim do século XIX, o ateliê tornou-se num local de criação pessoal, onde as obras eram expostas antes de serem apresentadas ao público, nas exposições. Aqueles que tinham acesso ao ateliê dos artistas podiam ver os trabalhos ainda em fase de execução. Esse privilégio era apenas consagrado a poucos - outros  artistas, amigos e alguns admiradores. O ateliê tornou-se num tema priviligiado para os pintores, pois este espaço ganhava importância como um local quase sagrado, fechado e íntimo, onde se elaboravam as pesquisas criativas dos artistas. Os quadros figurando ateliês podiam funcionar como uma alternativa aos auto-retratos, dando ao público a possibilidade de espreitar a intimidade do artista, que na realidade só era acessível a alguns eleitos.
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Bibl.: Laura Casone e Luce Cayla, «Atelier», in L'Atelier du Peintre, Paris, Larousse-Bordas, 1998, pp. 19-22.