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domingo, 3 de maio de 2026

No Dia da Mãe


Sandro Botticelli, Madonna delle Rose (Séc. XV, Palazzo Pitti, Florença)

terça-feira, 31 de outubro de 2023

Avançar

Sandro Botticelli, Fortezza (1470, Museu dos Uffizi, Florença)
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«É preciso coragem, Teeteto, sempre que se pode avançar, ainda que seja um pouquinho de cada vez».
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Platão, O Sofista (e-book), pp. 60-61.

domingo, 7 de maio de 2023

Para o Dia da Mãe

Sandro Botticelli, Madonna del Magnificat (1483, Galeria degli Uffizi, Florença)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Com votos de bom fim de semana!

Nicole Wong, Cat Gallery
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Os quadros "citados":

Sandro Botticelli, Nascimento de Vénus (c. 1485, Uffizi, Florença)
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Michelangelo da Caravaggio, Baco (c. 1596, Uffizi, Florença)
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Johannes Vermeer, Rapariga com o Brinco de Pérola (c. 1685, Mauritshuis, Haia)
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James Whistler, Arranjo em Cinza e Preto nº1 ou Retrato da Mãe do Artista (1871, Museu d'Orsay, Paris)
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Gustav Klimt, O Beijo (1907-1908, Österreichische Galerie Belvedere, Viena)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Feliz Dia de Reis! Com Botticelli

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Adorazioni dei Magi (c. 1476, Galeria dos Uffizi, Florença)

sábado, 24 de dezembro de 2022

Véspera de Natal

Sandro Botticelli, The Mystical Nativity (c.1500 - c.1501, National Gallery, Londres)
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«Levantem os olhos para o céu
e vejam! Quem é que criou as estrelas?
Foi aquele que as põe em movimento
como se fosse um exército bem ordenado.
A todas, ele chama pelo seu nome.
O seu poder é tão grande e a sua força é tal,
que nenhuma falta à chamada».
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Isaías 40:26

domingo, 5 de junho de 2022

Pentecostes

Sandro Botticelli, The Descent of the Holy Ghost (1495-1505, Birmingham Museum of Art, Birmingham, Alabama)

domingo, 17 de abril de 2022

Boa Páscoa!

Sandro Botticelli, The Resurrection (c. 1490, Beaverbrook Art Gallery, Fredericton)

sexta-feira, 15 de abril de 2022

Sexta-feira Santa

Sandro Botticelli, Compianto sul Cristo morto (1495, Museo Poldi Pezzoli, Milão)

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Sobre a Trindade


Masaccio, The Holy Trinity (1427-1428, Santa Maria Novella, Florença)

Sandro Botticelli, Trinity (1491, Courtauld Institute of Art, Londres)
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Albrecht Dürer, Adoration of the Trinity (Landauer Altarpiece) (1511, Kunsthistorisches Museum, Vienna)

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Cores e elementos

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No livro de André Chastel, Art et Humanisme à Florence au Temps de Laurent le Magnifique (Paris, Presses Universitaires de France, 1982, p. 322), diz-se que Alberti propõe quatro tons fundamentais, que se relacionam com os elementos:

Vermelho - Fogo
Azul - Ar
Verde - Água
Cinzento - Terra

Chastel, em nota de rodapé, diz que Rafael e Leonardo da Vinci propunham o amarelo para a Terra. A ideia deixou-me intrigada, porque eu, pessoalmente, não sei se colocaria o verde para a Água e muito menos o cinzento para a Terra. 
No entanto, as razões eram aqui não simbólicas, mas práticas: «En l'absence de la théorie du spectre solaire, c'était là le classement le plus simple. Leur mélange produit une infinité de nuances, qui varient selon les diverses natures de lumière et le rapports provoqués par les reflets».
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A imagem é uma colagem de três detalhes das seguintes pinturas: Leda e o Cisne de Leonardo da Vinci (c. 1510); São Miguel de Rafael (c. 1503-1505, Museu do Louvre, Paris) e Madonna do Mar de Botticelli (c. 1477).

quinta-feira, 18 de maio de 2017

E os ventos

«Com efeito, ali estavam os doze filhos do temível Éolo, adorados na Antiguidade como deuses por serem a manifestação mais poderosa da Natureza. 
(...) Seguindo o sentido dos ponteiros do relógio, podia ver-se, em primeiro lugar, o velho Bóreas (...); seguidamente Helespôntias – simbolizado por uma tempestade -; depois Apeliotes - um campo cheio de frutas e cereais -; o benéfico Euro – “o vento bom” de Leste, (...); Euronoto; Noto – o vento do Sul (...); Libonoto; Libs (...); o jovem Zéfiro, o vento de Oeste, que, juntamente com a sua amante, a ninfa Clóris, derramava flores sobre o seu negro bothros; Argestes – mostrado como uma estrela; Tráscias, coroado de nuvens; e, por último, o horrível Apárctias (...). 
Os quatro ventos cardeais, Bóreas, Euro, Noto e Zéfiro, estavam representados pelas figuras maiores e acabadas (...).»
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In Matilde Asensi, O Último Catão, Lisboa, Dom Quixote, 2005, pp. 461-462.
Cf. Classical Compass Winds na Wikipedia. Pelo que entendo, estes ventos correspondem aos de Timosthenes (séc. III a.C.).
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Notos (séc. II a.C.?, Torre dos Ventos, Atenas)
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Eurus (Antióquia, séc. II, Virginia Museum of Fine Arts)
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Cloris e Zéfiro, detalhe de A Primavera de Sandro Botticelli (1470-1480, Galeria degli Uffizi, Florença)
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John William Waterhouse, Boreas (1903)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Da soberania na Natividade

Fra Angelico, A Virgem da Humildade (1445, Thyssen-Bornemisza Museum, Madrid)
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«Tomemos o caso do estrado. Se Angelico nos apresenta a Virgem sentada sobre um trono sobreposto a um estrado, não se trata de uma invenção sem motivo. Em todas as civilizações, o estrado é a marca da soberania, do poder real. É o mesmo para a arcada. Em si, deste modo, o símbolo do estrado é tão geral que se torna vago. Ele exprime somente a dignidade soberana da Virgem. Mas, no século XV, é uma variante da cena da Coroação da Virgem (...).»
 
Sandro Botticelli, A Natividade Mística (1530)
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«Como o estrado, o tecto é um sinal de dignidade. Encontramo-lo particularmente associado ao tema da Natividade. Ele aparece geralnente como um pequeno edifício aberto (*), formado por um tecto de palha sobre uns suportes de madeira. (...) Notamos sobretudo que, muito frequentemente, o tema morfológico do tecto está ligado a outro tema, o da rocha, ou mais exactamente da gruta (...). Mais tarde, o carácter rústico do tecto atenua-se (...).»
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In Pierre Francastel, La Rélité Figurative, pp. 216-217 (tradução minha).
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Piero della Francesca, Natividade (1470-1475, National Gallery, Londres)
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Pietro Perugino, Natividade (Yale University Art Gallery (1496-1500, Yale University, New Haven)
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(*) De facto na Bíblia não é referido com excatidão como era o local onde Jesus nasceu. São Lucas (2, 7) diz apenas: «(...) envolveu em panos e recostou numa manjedoira, por não haver para eles lugar na hospedaria. (...)».

domingo, 5 de janeiro de 2014

As Romãs

(Link)
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Sempre foi costume comer romãs em minha casa por altura do Dia de Reis. Num artigo de 2009 de um blogue (Link) encontrei alguma informação que vou aqui resumir:

«A romã foi sempre considerada um símbolo de fertilidade (...). É esse sentido que é atribuído à romã nos desenhos das colchas de Castelo Branco (...). São de inspiração indo-portuguesa, existem vários tipos e é no modelo popular, ou nas colchas de noivado, que se reproduz mais frequentemente a romã.
Mas o fruto ganhou outros significados relacionados com o casamento e o amor. Com o tempo passou também a atribui-se-lhe um sentido de abundância que passou a englobar a prosperidade e a riqueza. O povo, como o seu sentido prático, diz que no «Dia de Reis deitam-se três bagos de romã no lume para o ter aceso, três bagos na caixa do pão e três no bolso do dinheiro para ter dinheiro e pão (Teófilo Braga, em «O povo Português suas crenças e costumes»).
Mas o costume que eu recordo desde pequenina, na Covilhã, era o de comermos romã no dia de Reis, para termos fartura. Mas para isso era necessário guardar a coroa da romã, juntamente com uma moeda atada, numa gaveta. No ano seguinte, depois dos Reis, dava-se a moeda a um pobre e repetia-se o ciclo (...).
Em Portalegre existia também esse costume e encontrei também referência ao mesmo em Castelo de Vide, onde é tradição pelo dia de Reis comer uma romã. Aí primeiro comem-se cinco grãos dizendo: "Em louvor dos Santos Reis", e pede-se um desejo que não pode ser revelado».
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Sandro Botticelli, Madonna della Melagrana (c. 1487, Galleria degli Uffizi, Florença - Link)
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Louise Moillon, Still-life with pomegranate and bigarades on a basket (depois de 1641 - Link)
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William-Adolphe Bouguereau, Title Girl with a pomegranate (1875 - Link)
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Theodule Augustine Ribot, Still Life with a Pomegranate (Link)
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Maluda, Romã (1984 - Link)
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Emília Matos e Silva (1999 - Link)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Marie Spartali Stillman

Hoje, no blogue PROSIMETRON, MR colocou um post sobre uma pintora que não conhecia, Marie Spartali Stillman (1844-1927). Fiquei curiosa sobre a obra desta artista, sobretudo devido a esta pintura, que achei muito bela: Madonna Pietra degli Scrovigni (1884, Walker Art Gallery, Liverpool).
Nas minhas breves pesquisas, descobri que esta pintora, ligada ao grupo Pre-Rafaelita, aparece retratada num quadro de Burne-Jones (1833-1898), The Mill (1882, Victoria and Albert Museum, Londres):
 
Marie Spartali Stillman também foi retratada por Dante Gabriel Rossetti (1828-1882):
Spartali estudou com Ford Madox Brown (1821-1893), a quem  Rossetti escreveu, em 1864: «I just hear Miss Spartali is to be your pupil. I hear too that she is one and the same with a marvellous beauty of whom I have heard much talk. So box her up and don’t let fellows see her, as I mean to have first shy at her in the way of sitting».
No quadro The Mill, de Burne-Jones, além de Marie Spartali, estão retratadas Maria Zambaco  (1843-1914) e Aglaia Coronio (1834-1906). Elas as três eram conhecidas como «as três graças», razão certamente pela qual foram representadas no quadro de Burne-Jones de acordo com a iconografia clássica do tema, como, por exemplo, em La Primavera de Botticcelli:

terça-feira, 2 de março de 2010

«La Primavera» de Sandro Botticelli

Pintura de Botticelli, La Primavera (1477-1478, Galleria degli Uffizi, Florença).
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Descobri no Prosimetron que este era o ano do 5.º centenário da morte de Botticelli e que ontem era o seu dia de aniversário.
Julgo que ele foi um dos melhores pintores do Renascimento italiano, que eu admiro sobretudo pela beleza das figuras e pela qualidade do desenho. As suas composições, estranhas e de leitura difícil, deixam-me geralmente intrigada.  
La Primavera, é não só uma obra cujo tema se adequa à estação que se avizinha, como é também uma das suas pinturas cuja leitura é mais complicada e simbólica, certamente ligada ao Neo-Platonismo. 
O modelo estará nos Fasti de Ovídio e num poema de Angelo Poliziano, sobre o Jardim de Vénus, cantado como um lugar de eterna paz e de eterna Primavera. Vénus aparece ao centro, voando sobre ela o seu filho Amor, com os olhos tapados e disparando setas. O vento Zéfiro, à direita, cobre a terra com flores. A ninfa junto de Zéfiro é Cloris, que se transforma em Flora, Deusa das Flores. Do lado esquerdo estão as três Graças, companheiras de Vénus, guiadas por Mercúrio, que está afastar as nuvens com o seu caduceu. Ele é o guardião do jardim.
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Texto de Margarida Elias.
Bibliografia: Barbara Deimling, in The Art of the Italian Renaissance (1995).

sábado, 20 de dezembro de 2008

Little Drummer Boy

Pintura de Sandro Botticelli, A Virgem e o Menino com dois Anjos e o Jovem São João Baptista (1465-1470, Galleria dell'Accademia, Florença).

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Come they told me, pa rum pum pum pum

A new born King to see, pa rum pum pum pum

Our finest gifts we bring, pa rum pum pum pum

To lay before the King, pa rum pum pum pum, rum pum pum pum, rum pum pum pum,

So to honor Him, pa rum pum pum pum,

When we come.


Little Baby, pa rum pum pum pum
I am a poor boy too, pa rum pum pum pum

I have no gift to bring, pa rum pum pum pum

That's fit to give the King, pa rum pum pum pum, rum pum pum pum, rum pum pum pum,

Shall I play for you, pa rum pum pum pum,

On my drum?


Mary nodded, pa rum pum pum pum

The ox and lamb kept time, pa rum pum pum pum

I played my drum for Him, pa rum pum pum pum

I played my best for Him, pa rum pum pum pum, rum pum pum pum, rum pum pum pum,

Then He smiled at me, pa rum pum pum pum

Me and my drum.
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